Volúpia

Foto de reginaldossjr

Levado a cabo

Levado a cabo

Cansei do seu amor
Não sinto mas volúpia
Acabou-se a ansiedade,
Pra onde foram os desejos?
Não me perco mas em teus beijos
Diga algo que me cale.
Tristeza, olhar teu rosto morto
Não sentir mas seu vocábulo
Nem escrever intensas poesias
Que falam da nossa realidade.
Não me vejo mas ao seu lado
Perderam-se os sonhos de outrora
Agora se durmo não me afaga,
Nossa casa, um mar de silêncio...
Nossa cama ,não se abala...
Não tem porque estar-mos juntos,
Defendendo um ideal, que acabara.

Autor: Reginaldo Sena de Souza.

Foto de Sirlei Passolongo

Insano jeito de te querer

Esse desejo insano
de ter você
desvendar
a volúpia do teu corpo,
olhar em teus olhos
e me perder...

Degustar
cada pedacinho teu
Sentir
o calor das tuas veias
E o teu suor
misturado ao meu

Explorar
o céu da tua boca
e a tua língua
entrelaçada a minha...
Me embriagar do teu cheiro
e do teu gosto...
Como faz a abelha
com o néctar da flor

Depois, me aconchegar
em teus braços
sem pensar
como será amanhã...
ouvir o pulsar
do teu coração,
e adormecer...
segurando em suas mãos.

(Sirlei L. Passolongo)

(Direitos Reservados a Autora)

.

Foto de Dirceu Marcelino

DESEJO DE AMOR

“Seguindo teu passo... Eu me desfaço”
Querendo como sempre te amar.
Vejo-te em sonhos ou onde transpasso,
Em relances ou onde fixo meu olhar.

Teus olhos me atraem e puxam num laço
Ou repuxam-me como as ondas do mar,
Ajuntam-me ao nú do teu corpo devasso
E te beijo e te amo sob a luz do luar.

Suavemente te puxo e entrelaço,
Meus braços em teu tórax e sinto pulsar
O teu coração na volúpia do amasso,

Recíproco que me faz mais te desejar
E nesse frenesi adentro ao regaço
Secreto, que só a mim quer entregar.

Foto de Paulo Gondim

Restos de saudade

RESTOS DE SAUDADE
Paulo Gondim
28/01/2008

Ouvi o grito de teu coração
No silêncio de tua boca
Sedenta por emoção
Na volúpia de tua voz rouca

Senti o pulsar do teu sangue quente
Nas veias tortas de minha paixão
Carregando-me nessa louca corrente
Como labaredas de um vulcão

É assim que te vejo e te sinto
Na estreita vertente do querer
E mergulho por teus labirintos
E me sufoco de tanto prazer

E ouço mais teus gritos roucos
Perdidos na cumplicidade
Que vão se dissipando aos poucos
Apenas restos de tua saudade

Foto de Dirceu Marcelino

RESPINGOS DE PAIXÃO - VI - A PAIXÃO COMEÇA SE TRANSFORMAR EM AMOR

Sóis Rosas!
Porque choras?
Será por amor, ciúme ou paixão?
Alguns dizem que esta
É própria da tenra idade,
Outros que é uma volúpia,
A eclosão
Erótica.

Mas, tanto uma como a outra,
Geram-nos muita dor,
Aquela pela falta de excitação,
Esta pela emoção,
Da saudade...
Da ternura...

Ambas, provocam-nos lágrimas,
Lágrimas que saem do fundo
D’alma.

Algumas provocadas pelo ciúme,
Ciúmes por nós provocados
Ou daqueles que provocamos.
Estes são espinhos
E como Rosa
Tu sabes!

Quantas vezes provocastes
C i ú m e s.
O que lhe dói mais,
O ciúme que provocaste
Ou que agora sentes!

Aiiiii Eu sei:
Ambos doem
Mas são diferentes.

O ciúme
Pode ser um único pingo,
Que eclode
E se respinga em inúmeras
Gotículas.

Podem ser “Dois pingos singelos”
Que caem na primeira ausência,
Quando queríamos a presença,
Da pessoa que nos dá alegria
E que nos inspira
A fazer poesias.

Podem ser três lágrimas,
Que caem ao som de uma música
Em um “Dom..., Dem... Dim....”
De um piano mudo,
Que toca,
Mas só nós ouvimos,
Ninguém mais...

Pois, este é o som do
A m o r
Em que se transformou a
Paixão.

Vedes as pétalas da Rosa
Que deixaste
Cair
Uma
a
uma.

Achas que não podes
Fazer nada

Mas pode,
Sim chores...
Pois, também, fizeste alguém chorar.

Por isso todas as roseiras têm espinhos,
Espinhos que às vezes perfuram o coração,
Dos que te apanham
Mas, também,
Espetam-te,
Fazendo que gotículas invisíveis se soltem
Como emanação da alma
E conforme se condensam
Torna-se de lágrimas em

"Pingos de Paixão".

Os Respingos desses pingos,

Atingem outros corações

E por uma obra do destino,
Ainda para ti retornarão.
Em forma de um
Amor sublime
A iluminar teu
Coração.

Foto de Carmen Vervloet

A AREIA E SEUS MISTÉRIOS

A AREIA E SEUS MISTÉRIOS

Branca e silente areia...
Mistérios não revelados...
Pelo ardente sol, incinerados...
Espalhados pelo vento...
No seu contentamento...
Rencanto da natureza...
Suave como os olhos da lua...
Maciez que se insinua...
E convida...
Ao doce encantamento...
Caloroso acasalamento...
De amores escondidos...
Corações embevecidos...
Corpos que se tocam
Num bailado louco...
Resplandecente porto...
Molhados pelos beijos do mar...
Suados no conjugar do amar...
Que se colam...
No vértice da paixão...
Esquecidos da razão...
Num vai e vem de prazer...
Bendizer do desejo... do amor.
Milhares de fragmentos
Em selvagem abrasamento...
Na pele nua... becos e ruas...
Que levam a volúpia do querer...
O outro ser...

Olhos brilhando... cheios de cor...

E o mar engolindo os segredos ...
Carregando em seus longos dedos...
Os mistérios da paixão...
Perpetuada no seu aveludado chão...
Carmen Vervloet

Foto de Paulo Gondim

Fique aqui

FIQUE AQUI
Paulo Gondim
19/01/2008

Por que tanta pressa?
Por que você quer ir embora?
Ninguém tocou meu coração
Tão forte como você
E já quer partir agora?

Fique, aqui, comigo!
Se ficar, viveremos novos sonhos
Aqueles que deixamos para trás
Viajaremos por novos caminhos
Só nós dois, sozinhos
E encontraremos paz

Por isso, não vá embora!
Não deixe morrer esta paixão
Se você for, vou ficar triste
E mais triste ainda, meu coração
As manhãs não serão as mesmas
O sol se esconderá nas nuvens
E as flores perderão as cores
Murcharão, tornar-se-ão enfermas

Por isso, não vá embora
Não vê que meu coração chora?
Fique e sinta o sabor de meus beijos
Na volúpia louca do desejo
Ignorando o que se passa lá fora

Se você for, minha fé vai se abalar
Nada mais será perfeito
Tudo logo definhará
Os pássaros não cantarão mais
Apenas vão repetir meus ais
Por isso peço pra você ficar.

Foto de Dirceu Marcelino

MUSA INSPIRADORA

Musa inspiradora, minha dama.
Tu sim és a anima que me anima,
Energia, que inspira este que te ama.
Luz sublime desta vida minha.

Veja a letras, os versos. Declama!
Esbraveje, grite, mas leia Menina!
É tudo para você. Não reclama.
Cante, sorria. Só isto se combina,

Com o calor da volúpia da chama
Do amor, que agora te domina!
Rias e corra! Pede a Deus, clama!

Responda, escreva, vê se afina
A essa paixão e esparrama
Em versos o amor que te alucina

Foto de Gelci Agne

Volúpia

Quando a tua nudez
veste o meu corpo
tua carne
preenche a minha
como teus gemidos,
sussurros e malícias
penetram meus ouvidos,
profunda e saborosa carícia
tua língua faz morada em meu corpo
minha língua escorrega pelo teu
goteja em nós o prazer
esvai-se por todos os poros
na dança de nossos corpos
em enlouquecida volúpia
quando o rio do teu prazer deságua em mim
e escorre pelos meus seios,
em frenesi e devaneios
também marejo em ondas de prazer!

Foto de Carmen Lúcia

Loucos devaneios

Em meio a meus devaneios
Te vejo, te beijo, te desejo,
Com uma volúpia tanta...
Uma vontade sacrossanta
Que até me causa medo...
Tão forte é o enredo!
Que me arrepia, me extasia,
Me arremessa na fantasia
Que é real, que é fatal, descomunal...
Em meio a lençóis em desalinhos
Transpasso montanhas, construo ninhos
De fulgores, de calores, de suores...
Esboço passagens secretas, indiscretas
Que me levam e elevam aos céus.

Em meio aos nossos lençóis, vejo sóis...
Clarão de paixão, luzes de faróis
Que me atiçam, me cegam, me entregam
A um amor sem igual, humano e animal
Que me sacia a sede, me acalma a alma,
Me desassossega e incendeia...
Me apraz, satisfaz, traz a paz!
Em meios e entremeios de sóis...
Nos desalinhos de nossos lençóis.

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