Flores

Foto de Ary Bueno Principe dos poemas e do amor

ESCREVER...É ATO DE AMOR ....

Escrever, é ato de amor

Ary Bueno [ O ´Príncipe dos poemas e do amor ]

Escrever, é uma arte divina
Que a todo os poeta sublima
Que coloca, em seu verso
O seu mundo...seu universo

Poeta, que descreve com ardor
Suas rimas, sua vida, seu amor
Poetas, que nas letras em união
Plantam amor, em nosso coração.

Poeta, que sofrendo ou chorando
Escreve seus versos encantadores
Poeta tu as vezes sozinho, rimando
Se esquece das tuas próprias dores

Nas sua escrita tão sutil, e tão bela
Esconde o sofrimento e tantas mazelas
Que o mundo jamais poderia sonhar
Porque acha que o poeta só sabe rimar

Mas não sabe a dor que em sua alma mora
Quantas e quantas horas tu triste chora
Pela saudade ou pela triste lembrança
Que atormenta a tua alma de criança

Mais siga sempre poeta o teu caminho
Seja ele de flores ou seja de espinho
Nunca nos prive poeta grande sonhador
De teus lindos e tristes versos de amor.....

Foto de Naja

JARDIM DE ROSAS

JARDIM DE ROSAS

A vida de forma alguma pode ser comparada a um jardim de rosas. Mesmo que fosse, a mais bela da flores, é cheia de espinhos e as perfumadas são as que têm os maiores espinhos e mais ponteagudos.
Querer ser rosa na vida sem espinho, é impossivel. Todos têm espinhos que podem machucar, ferir a quem os quer, a quem lhes tem afeição.
Como num jardim, a vida tem vários tipos de flores, rosas, jasmim, begônia das mais diferentes espécies; tem as folhagens, todas muito belas, mas tem também, ervas daninhas; que têm que ser arrancadas bem fundo pela raiz, pois senão se multiplicarão, tomando conta de todo o jardim e sufocando as plantas mais frágeis. Ao colhermos, principalmente, as rosas precisamos evitar seus espinhos.
Seriam os espinhos e as ervas daninhas , nossos desgostos, aflições, incertezas, as nossas angústias, tristezas, saudades e também a nossa solidão.
Se em nossa vida não dominamos nossos espinhos e ervas daninhas todos esses sentimentos nocivos a uma vida plena dominarão nossas atitudes, nossas reações e acabamos perdidas sem saber o caminho certo a seguir.
Temos que dosar até que ponto podemos chegar para alcançar um objetivo, um sonho, um desejo, mas não a ponto de virarmos uma flor murcha, um arbusto sem folhas e flores, corroídos pelas pragas, as ervas daninhas da vida.
Primeiro de tudo, devenos nos lembrar que se não agradamos a todos, o que é simplesmente impossivel, temos quem nos dá importãncia, sente nossa falta, nos gosta e para essas pessoas somos importantes, até que seja para um animal de estimação, nossos melhores amigos. que tanto precisam de nós.
Se não formos necessárias, indispensáveis para quem amamos, descartávesis, podemos ser para alunos, clientes, amigos, familiares.
Insistir no que não tem volta, é arrancarmos nossas raizes como se fôssemos ervas daninhas e não perfumadas rosas de belo jardim. Todas queremos ser rosas, belas rosas no coração de alguém, mas se não é possivel, devemos lembrar que para tudo há um limite e temos que decidir o que desejamos ser na vida.
Essa difícil decisão é o X do problema; o ápice da questão.
Pensar e decidir,,,ter a coragem de enfrentar o que vem pela frente, dando-se o devido valor, como a mais bela e perfumada rosa de um lindo jardim!...
naja

Foto de Naja

JARDIM DE ROSAS

JARDIM DE ROSAS

A vida de forma alguma pode ser comparada a um jardim de rosas. Mesmo que fosse, a mais bela da flores, é cheia de espinhos e as perfumadas são as que têm os maiores espinhos e mais ponteagudos.
Querer ser rosa na vida sem espinho, é impossivel. Todos têm espinhos que podem machucar, ferir a quem os quer, a quem lhes tem afeição.
Como num jardim, a vida tem vários tipos de flores, rosas, jasmim, begônia das mais diferentes espécies; tem as folhagens, todas muito belas, mas tem também, ervas daninhas; que têm que ser arrancadas bem fundo pela raiz, pois senão se multiplicarão, tomando conta de todo o jardim e sufocando as plantas mais frágeis. Ao colhermos, principalmente, as rosas precisamos evitar seus espinhos.
Seriam os espinhos e as ervas daninhas , nossos desgostos, aflições, incertezas, as nossas angústias, tristezas, saudades e também a nossa solidão.
Se em nossa vida não dominamos nossos espinhos e ervas daninhas todos esses sentimentos nocivos a uma vida plena dominarão nossas atitudes, nossas reações e acabamos perdidas sem saber o caminho certo a seguir.
Temos que dosar até que ponto podemos chegar para alcançar um objetivo, um sonho, um desejo, mas não a ponto de virarmos uma flor murcha, um arbusto sem folhas e flores, corroídos pelas pragas, as ervas daninhas da vida.
Primeiro de tudo, devenos nos lembrar que se não agradamos a todos, o que é simplesmente impossivel, temos quem nos dá importãncia, sente nossa falta, nos gosta e para essas pessoas somos importantes, até que seja para um animal de estimação, nossos melhores amigos. que tanto precisam de nós.
Se não formos necessárias, indispensáveis para quem amamos, descartávesis, podemos ser para alunos, clientes, amigos, familiares.
Insistir no que não tem volta, é arrancarmos nossas raizes como se fôssemos ervas daninhas e não perfumadas rosas de belo jardim. Todas queremos ser rosas, belas rosas no coração de alguém, mas se não é possivel, devemos lembrar que para tudo há um limite e temos que decidir o que desejamos ser na vida.
Essa difícil decisão é o X do problema; o ápice da questão.
Pensar e decidir,,,ter a coragem de enfrentar o que vem pela frente, dando-se o devido valor, como a mais bela e perfumada rosa de um lindo jardim!...
naja

Foto de Dirceu Marcelino

COMO TE VEJO

COMO TE VEJO ?

Sim! Uma Musa! Mulher deslumbrante,
Cabelos castanhos mui ondulados,
Coroados com lindos brilhantes
E com flores ali implantados.

Entra com seu olhar penetrante,
Por longos cílios emoldurados.
Fita-nos de um modo penetrante
Deixa – nos como hipnotizados.

Aos poucos a linda soprano ofuscante,
Solta seus sentimentos guardados
E sua voz melodiosa e toante

Vibra como instrumento encantado
Penetra e retira em um rompante
Tudo que em nós está guardado.

Foto de Carmen Vervloet

Paixão Sem Limite

PAIXÃO SEM LIMITE

Eu quero ser o seu céu,
Eu quero ser o seu chão.
Quero te ofertar o meu corpo,
Dar-te o meu coração.
Quero partir de mãos dadas
Quero trilhar nossa estrada
Levando na bagagem poesia
Rimando com minha alegria.
Quero o brilho dourado do sol
E as flores dançando ao vento
O nosso ninho ao relento
Na areia macia da praia
E as gotas de água salgada
Temperando o nosso amor.
Quero te amar colorido
Coberta pelo arco-íres
Quero embalar o seu sono
Quero que sejas meu dono.
Quero ultrapassar meu limite
E criar uma palavra bem forte
Só para te dizer o óbvio
Como é grande o meu amor por você!

Carmen Vervloet

Foto de Ronita Rodrigues de Toledo

ESTAÇÃO

Primavera de amores
que se encontram na estação,
onde o trem traz muitas flores
E carrega a solidão...

O verão se aproximando
e o oceano a festejar.
A tarde o sol no o horizonte.
De noite a lua a brilhar...

O outono tao valente
chega como turbilhão,
vai despindo a paisagem,
de manha folhas no chão.

O inverno que não tarde
traz a chuva repentina,
em garoa ou tempestade
vai regando a campina.

Estação de Velhos anos
com o tempo a transportar,
Não tem flores, nem amores,
Nem a lua a brilhar...

Primavera é solitária,
no verão, sol ofuscou...
O outono hiberna sonhos
que o inverno atinou...

Ronita Marinho - BN

Foto de Dennel

Utopias

Eu
Carrego flores encantadas
Nos dedos formosos

Eu
Com meu formoso sorriso de deus enfeitiçado
Tomo-te por minha namorada

Eu
Amo-te em versos
Desejo-te junto com o universo

Eu, somente Eu
Quero beijar teus lábios carnudos
Ter em meu peito teus seios desnudos

Juraci Rocha da Silva - Copyright (c) 2006 All Rights Reserved

Foto de du coral

eterno é o amor

Os anos passam de uma forma estranha:
o nascimento, a vida, a morte e o pó;
depois as teias e os sons de aranhas,
e a alma, no inferno, quase sempre só.

Depois o choro de um recém-nascido,
no ano três mil, no meio de uma guerra,
que quando cresce fica bem sabido
em distrações que a um pobre homem ferra.

Vasos de vidro com milhões de flores,
mulher dos sonhos, você é linda assim?,
que surge nua na manhã com cores.

E os anos passam novamente estranhos,
o nascimento, a vida, a morte e o pó;
é lindo o amor, eterno amor tamanho!

Foto de PoderRosa

Esta sou eu

Esta sou eu

Eu sou aquela que fica feliz quando a chuva cai, quando o sol sai, quando as flores se abrem, quando o vento balança as folhas das árvores.

Eu sou aquela que fica feliz ao ver o vôo dos pássaros, ao ver o rio que corre, levando a paz do silêncio das suas água.

Sou aquela que fica feliz ao ver as cores das borboletas que trazem a alegria ao jardim secreto do meu coração.

Sou aquela que ainda sonha com seus bejios mesmo sem nunca ter tocado em seus lábios.

Eu sou aquela que sente tua presença através do teu cheiro, sem nunca ter te abraçado.

Eu sou aquela que permanece em silêncio só pra sentir a vibração da tua voz, mesmo sem nunca a ter escutado.

Eu sou aquela que sofre com sua ausência...

Sou aquela que sabe que você está perto, mesmo à quilômetros de distância.

Eu sou aquela que não se importa com sua beleza física ou se você tem bens materiais.

Eu sou aquela cuja alegria se estampa no rosto ao ser iluminado por teu sorriso, porque vejo teu semblante com os olhos do meu coração.

Sou aquela que confia e tem fé que algum dia, irei sentir a paz da tua presença, o acalanto da tua voz e a sua doce vibração de amor...

Esta sou eu...

Foto de Marta Peres

Depois da Chuva

Depois da Chuva

Depois da chuva veio o sol acariciar
rostos e flores e a relva,
os jardins encantaram-se, as árvores
sorriram agradecendo.

Miúdas flores que enfeitam os balcões
dos sobrados sentiram o calor dos raios
e felizes mostraram-se em cores, tingidas
pelas lágrimas da chuva.

Da vidraça que ainda chorava grossas
Gotas vi reflexos das novas cores
E vi o arco-íris pintado de fresco em
Velhos e caiados muros.

Ouvi a criançada em algazarra nos pátios
Do grupo escolar, risadas e cantos se ouvia
Por todos os lados da praça e o asfalto inda
Molhado mostrava-se de coloração negra intensa.

Os passeios quebrados molhavam transeuntes
Desavisados em suas pernas,
Pessoas se cruzando por todos os lados, molhadas
E encharcadas pelo desaviso da chuva.

Na cozinha de minha avó está minha tia,
Sei que depois da chuva
bela sopa encontrarei na panela
que fumega no fogão e fumaça azul
se evola no ar.

Respiro meu ar de criança, sonho
Admirando a natureza e andorinhas voam
Em festa, não é hora ainda de pensar
No futuro.

Marta Peres

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