Esperança

Foto de Izaura N. Soares

Sou o que sou...

Sou o que sou...
Izaura N. Soares

Eu nunca fui Rainha,
Nem tão pouco Princesa,
Colocaram-me num trono,
Que talvez eu não mereça.

Eu tenho meus limites,
Meu corpo tenta ultrapassá-lo,
Com meu espírito aventureiro,
Minha alma tenta agradá-lo.

Eu nunca fui Princesa,
Nem tão pouco Rainha,
Apenas sou o que sou...
Amo toda a gente minha.

Sou como um pôr de sol,
Pela tarde me entristece,
Mas logo vem o luar,
E nova esperança recomeça.

Minha tristeza é passageira,
É como uma nuvem escura,
Que passa rapidamente,
Rastreando sua loucura.

De louco em louco,
Todos têm um pouco,
Sou o que sou...
Sou apenas um amor!

Foto de Wilson Madrid

ESPERANÇA ROMÃ

*
*
*
*

Reafirmo o ainda não inventado
entro no óbvio do tão inusitado
apago a esclarecedora escuridão
que ilumina o frio passado do não...

Aqueço um inexistir desabitado
liberto a pura e inocente carência
fujo do seu domínio desajeitado
seco a minha solidão de aparência...

O tempo já há tempos esgotado
de um relógio tão antigo parado
marca o nulo e lento compasso
de um caminhar tão sem passo...

Contemplo um presente tão ausente
sem chuvas de emoções prementes
profetizo um possível futuro seguro
pressinto cores e sabores diferentes...

De flores inebriantes e frutos maduros
que germinarão no pomar do amanhã
dos grãos rubis da doce esperança romã...

Foto de Carmen Lúcia

Aprendendo a viver...

Do passado, só lembranças que fazem sorrir,
Momentos marcantes que arrasto comigo,
Para eternizá-los, camuflando os conflitos...

Trago a criança arteira, sonhadora,
Sem lágrimas vertidas ou utopia enganadora,
A adolescente apaixonada, delicada,
E a esperança que a vida não lhe cobre nada...

Amigos, ainda sobraram...
E aos que ficaram... minhas despedidas...
Os poucos que ainda restaram
Farão parte de minha nova vida.

Coragem quero absorver,
Meus medos, tentar esconder,
Aos amores que vêm clandestinos,
Um coração trancado a traçar seus destinos...

A dança, magia que encanta,
Suavizará meu tempo, inspirando poesias,
Fazendo do Hoje, meu primeiro dia,
levando pra sempre toda a nostalgia.

(Carmen Lúcia)

Foto de Sal

Perdoa-me amor

Coração amaldiçoado
Alma e Amor destruído
Duas vidas amarguradas
Foram estas minhas trapalhadas
Que me permitiram perder
E agora estarem duas almas a sofrer
Mereço a dor, não o nego
Mas não ela, por isso o confesso
Já o devia calcular
Tarde ou cedo se vai queimar
Que com quem fogo brinca
Tudo por seguir uma dica
Nada a não ser motivos fúteis
E ainda muito mais inúteis
Perdi a mulher que mais amo
Rogo a deus e o chamo
Para a minha amada voltar
Não sei que volta dar
Para a reconquistar
Acredito ainda que me vai perdoar
Fui o único responsável
Por ter sido tão irresponsável
Devia ter escutado o meu amor
Quando me pedia para parar por favor
Devia ter escutado o coração
Para jamais seguir uma emoção
Mesmo que volte e perdoe
Nada irá suprimir a dor
Que lhe causei
Estranha forma como amei
Agora Para minha alma apaziguar
Era o meu amor voltar
Mesmo que não perdoe
Não mais lhe quero dar a dor
Karmen foste sempre um raio de luz
Á minha vida á qual não fiz jus
Destes-me sempre amor, esperança e carinho
Sem ti sempre me senti sozinho
Deste-me Tudo do que fui sempre carente
Agora sem ti minha alma está dormente
Sem eira nem beira, vivia e errava
Errava e vivia, mas minha alma
Sempre amargurada, até que te encontrei
E por ti me apaixonei
Amor não me deixes não
Prometo emendar-me pois então
Só quero estar junto de ti
Para ser e fazer-te feliz em fim

Meu amor perdoa-me se puderes
E peço-te que me deixes sonhar mais uma vez

Foto de Orquidea

Felicidade!

A felicidade....... pergunto me vezes sem conta se realmente existe ou é algo k nós kriamos na esperança de melhorar os nossos dias......... da nossa necessidade de alimentarmos a nossa alma....... ou se realmente existe ........ eu varias vezes sinto k sou tocada por ela para depois se desvanecer como k uma lembrança......... distante ...... abafada......... olho em redor ....... busco ...... mas nada encontro ..... sinto como k um aperto ........ +1a vez refugio me num emaranhado de sentimentos k nem eu mesma consigo decifrar........

Foto de Sonia Delsin

JORNADA

JORNADA

Longa estrada.
Em busca de tudo.
De nada.
Longa jornada.
Pó... vento.
Areia do tempo.
Longa jornada... e ela se pergunta.
Onde foi que eu errei?
Onde falhei?
Vem um vento e diz.
Não sabes?
Nem eu sei.
Mas houve alguma coisa em ti que falhou.
Talvez um amor que passou...
O que a vida te mostrou?
A estrada ainda não acabou.
A esperança a mantém viva e a vida clama.
Por outros dias... outros.
Outros...
O sol se ergue.
Ela se levanta.
E caminha.

Foto de LordRocha®

Decisão I...

Parte I

Essa noite tive um sonho, ou um pesadelo;
Acho que foi a tênue linha que os separa;
O linear de dois sentidos totalmente opostos;

Busquei a intenção de tal visão e ou criação;
O significado de tal mistério e ou enigma;
O efeito que pretendia causar sobre mim;

Encontrava-me num caminho com horizontes infinitos;
Até onde minha visão alcançava ambos infinitos;
Havia uma penumbra no ar, acompanhada de silêncio;

Senti-me só, com meus medos, culpas e dores;
Com meus sonhos, objetivos, planos, intenções;
Também estava à saudade, a ausência, o amor;

Como jurados me observavam, e em cada um deles;
Pude sentir a sentença que esperavam me declarar;
Espreitavam-me, como jurados espreitam a presa;

Senti o poder, a força, a importância de um dos presentes;
Era o que não me observava, mas podia sentir que me esperava;
Era gélido, frio, imperativo, poderoso... Era a decisão;

Ela me esperava, me aguardava, sabia que não podia fugir;
Sabia que não poderia evitá-la, era apenas uma questão de tempo;
E nessa hora senti um dos presentes se afastando... O tempo;

Nesse momento alguns dos presentes se afastaram de mim;
Senti também alguns se aproximarem sorrateiramente;
Era uma ação seguida de uma reação, rápida e natural;

Pude sentir o pavor encostar-se ao meu ombro esquerdo;
O pânico e o desespero no meu ombro direito;
O medo avançou sobre mim como uma avalanche;

Mas quando a entrega quis me tomar nos braços;
Um grupo dos presentes se aproximou como águas;
Lá estava o ânimo, a força, a crença, a esperança;

§corp¥on®

Foto de DeusaII

Carta a um amor

O dia clareou, e eu aqui, penso em ti, como se não tivesse mais nada em que pensar. O meu coração bate forte, chama pelo teu nome, mas tu não estás aqui.
Onde estás tu meu amor? Procuro-te por entre os meus sonhos perdidos e memórias desfeitas. Procuro-te desesperadamente mas não te encontro. Procuro por uma luz, algo que me leve até ti e me faça viver novamente.
o dia clareou, o sol já quer aparecer e aqui no meu quarto penso em ti. Tanto sofrimento, meu amor, tanta dor, tantas mágoas e no entanto parece-me que nada passou de um sonho. Como eu te amo! Meu Deus, como te amo! como sou tão completa contigo. Já não me falta nada para ser feliz. Tenho-te a ti, tenho o meu mundo, sou feliz!
O dia clareou e passei a noite, por entre sonhos e pesadelos. Passei a noite a sonhar acordada. Mas tenho medo meu amor, tenho tanto medo, desta felicidade que me queima a alma e faz-me voar para lugares longínquos e belos. Tenho medo que tudo não passe de um sonho e que um dia acorde e veja que não estás do meu lado. Tenho medo de perder-me na vida e não te encontrar mais.
Mas a vida é feita de medos, e assim vamos sobrevivendo. Porque sem ti eu não vivo, eu sobrevivo. Tu és a minha vida, o meu sonho, a minha ilusão, o meu amor, o meu pesadelo.
Revivo-me em ti, sonho acordada, e vejo por vezes a minha alma colada à tua. Se uma parte morre, tudo morre, tudo desaparece. E a pensar nisso, vejo-me mergulhada num mundo de sofrimento e ilusão. Num mundo negro e sem sentimentos, num mundo triste. Amo-te como nunca amei ninguém.
O dia clareou, e eu aqui mergulhada na escuridão do meu quarto, vejo uma pequena luz entrar e então tenho esperança que um dia essa pequena luz de traga de volta para mim. Um dia acredito que seremos um só. Dois corações batendo num mesmo corpo.
O dia clareou e minha alma enche-se de alegria porque apesar de longe, sei que estás do meu lado.

Foto de Carmen Lúcia

Empresta-me...

Empresta-me teu sorriso...
O meu se desvaneceu,
Perdeu-se com o meu riso
Ou então já não vive, morreu.

Empresta-me teu carinho...
Minha carência o requer,
Quero aquecer-me em teu ninho
Enquanto puder...

Empresta-me tua alegria...
Há tempos fechei-me em mim,
É triste minha poesia,
Enfatiza dor e fim.

Empresta-me a felicidade...
Para afastar a saudade
Que de mim se apossou,
Quando tudo acabou.

Empresta-me tua esperança...
Enquanto o vazio me ronda,
Enquanto for triste a lembrança
De um passado que me sonda.

Quando enfeitar-me o sorriso
Refletido em minha poesia,
E ter de volta o meu riso,
Envolto de fantasia,
Brindar-me a felicidade,
Desvencilhar-me da dor,
Reacender a esperança,
Amenizar a saudade,
Prometo devolver-te tudo...
Um mundo só de amor!

(Carmen Lúcia)

Foto de Sal

mãe e mulher

Sempre que regressas
Trazes um sorriso
Deixas entrar a alegria
Não mais a tristeza é minha

Despontas como uma bela manhã
Fresca e cristalina
Enches-me o coração com o teu perfume
Vai-se-me da alma o negrume

Da escuridão que tu dissipas
Paz e amor tu emancipas
Nada sou sem ti
Tudo o que sou te devo a ti

Minha linda e adorável mãe
Só tu com teu amor
Podes gerar assim a esperança
Para na tua paz ter confiança

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