Universo

Foto de Carmen Lúcia

Despojo...

Quero despojar-me de meus bens...
Não os materiais, não os carnais,
mas os que fazem bem...
Não os que o tempo devora,
e não devolve jamais...
Os meus bens mais preciosos
que enaltecem minh’alma,
não quando piso em falso,
a remoer meu fracasso.
Não o pior, mas o melhor de mim.
Todos os sentimentos nobres
de meus dias melhores
encobrindo os ruins...

À mais exímia bailarina
esse dom que me domina,
acrescendo à ela , ainda mais.
A alegria que predomina
quando a noite dá passagem
a um novo amanhecer...
Para quem está prestes a descrer.
A tristeza que é só minha...
Que choro quando estou sozinha,
Pra quem não sabe chorar,
e a alma lavar.

O desejo incrustado em mim
das lembranças do passado...
Momentos que tiveram fim.
Recordar é viver, enfim.
O equilíbrio:razão e emoção
pra quem só é coração
e se perde com a ilusão.
A dor pra quem não sabe sofrer
e que faz parte da vida...
O sofrimento lapida,
deixa a alma evoluída.

Devolvo essa saudade
que meu peito invade
pra quem se foi e a deixou
Leva-a, pois ainda não vou.
Todo amor que ainda sinto,
despejarei em jardins
para sentir seu perfume
exalado de dentro de mim.

E por fim, a minha inspiração,
ao poeta que faz da pedra, flor...
Que salve meus melhores versos
e derrame por todo universo
...O amor!...

Carmen Lúcia

Foto de Carmen Lúcia

Quando uma estrela se apaga

Minha estrela se apagou
pra renascer em outro céu...
Onde havia labareda,
hoje é o mais escuro véu.

Estrela que me incendiava,
brilho singular que estrelava,
somente ela...uma constelação,
porta que se abria à minha inspiração.

Nem rastro deixou, apenas se foi,
navega pelo universo sem fim...
Cintila sua luz em outros versos,
tirou seus olhos de mim.

Quem sabe, se na luz apagada
exista um segredo que me destinou...
E nessa escuridão,
encontra-se, embrenhada,
grande revelação!

Ao contemplar as estrelas
procuro encontrá-la,
sem conseguir vê-la.
Então, me vem a certeza:
que são as estrelas
senão luminosos rastros
de ilusões do passado,
cintilações de astros
que recolhem a beleza
pra mostrá-la noutro espaço?

(Carmen Lúcia)

Foto de DeusaII

Para uma amiga! - Homenagem a Ana Carolina

Sentimentos descritos,
Falados, pensados.
Sentidos perdidos, dispersos
Lágrimas derramadas pelos dias
de Paixões impossíveis.
Medos inconstantes,
Começados e terminados,
Algures no universo.
Escreve-se o que se sente,
Ama-se como se pode.
E neste turbilhão de sentimentos
Avassaladores que nos dominam a alma,
Surge sempre alguém...
Com uma palavra, que nos dá alento,
Surge alguém, que persiste em
Elevar-nos o ego.
Surge sempre alguém,
Com uma palavra de carinho.
Uma conhecida, uma amiga,
Que não nos deixa voltar para trás,
Que diz-nos sempre que o caminho é para a frente,
Que não é tempo de sofrer,
Mas sim, tempo de amar.
Surge alguém,
Que nos segura a mão,
Que ampara nossos sofrimentos,
Que nos mostra sempre uma razão,
mesmo que achamos que ela não exista.
Alguém, que se preocupa connosco,
Que está sempre do nosso lado,
Que não nos deixa cair.
Minha amiga, tu foste essa pessoa,
És aquela que protegeu-me muitas vezes,
De mim própria,
Que teve sempre uma palavra de admiração,
De carinho.
Quero que saibas, que fazes parte da minha existência,
És daquelas pessoas, que nunca se esquece,
Que sentimos falta...
E tu fazes-me falta...
Obrigado amiga, por esta amizade,
Que nasceu, e que irá crescer cada vez mais.
Obrigada amiga, por amparares-me as dores,
e diminuíres meus sofrimentos,
Por me fazeres crescer todos os dias um pouco.
Obrigada, por tudo o que és,
Mas principalmente, por existires!

Foto de Carmen Vervloet

MEDITAÇÃO

Meditação

O silêncio é água fresca
que alivia a sede do espírito!

Necessito esvaziar minha mente.
Nada pensar e assim avivar a intuição
nesta meditação transcendental.
Repito o mantra
que alavanca minha alma!
Entro em coesão com o universo.
O mundo deixa de ser perverso.
Flutuo no vazio desconhecido,
agora tão íntimo!
Meu corpo quieto
libertou do seu amplexo
meu espírito livre,
que leve, numa comunicação breve
mostra-me o caminho da paz.

Sou partícula integrada ao todo.
Deixo para trás as mazelas.
Sou parte desta aquarela
pintada pelo Divino!
Volto a ser menino
feliz, puro, solto,
cabelos revoltos,
inocência no olhar!
Brinco entre estrelas e luar!

E então volto pacificado
para meu corpo,
templo da vida!
Minha intuição agora aguçada
para mais uma jornada
atrás das curvas da estrada
que escondem o que está por vir!

Carmen Vervloet
Todos os direitos reservados à autora.

Foto de HELDER-DUARTE

Texto antigo

"Belos textos«

Caminha placidamente entre o ruído e a pressa. Lembra-te de que a paz pode residir no silêncio. Sem renunciares a ti mesmo, esforça-te por seres amigo de todos. Diz a tua verdade quietamente, claramente. Escuta os outros, ainda que sejam torpes e ignorantes; cada um deles tem também uma vida que contar. Evita os ruidosos e os agressivos, porque eles denigrem o espírito. Se te comparares com os outros, podes converter-te num homem vão e amargurado: sempre haverá perto de ti alguém melhor ou pior do que tu. Alegra-te tanto com as tuas realizações como com os teus projectos. Ama o teu trabalho, mesmo que ele seja humilde; pois é o tesouro da tua vida. Sê prudente nos teus negócios, porque no mundo abundam pessoas sem escrúpulos. Mas que esta convicção não te impeça de reconhecer a virtude; há muitas pessoas que lutam por ideais formosos e, em toda a parte, a vida está cheia de heroísmo. Sê tu mesmo. Sobretudo, não pretendas dissimular as tuas inclinações. Não sejas cínico no amor, porque quando aparecem a aridez e o desencanto no rosto, isso converte-se em algo tão perene como a erva. Aceita com serenidade o cortejo dos anos, e renuncia sem reservas aos dons da juventude. Fortalece o teu espírito, para que não te destruam desgraças inesperadas. Mas não inventes falsos infortúnios. Muitas vezes o medo é resultado da fadiga e da solidão. Sem esqueceres uma justa disciplina, sê benigno para ti mesmo. Não és mais do que uma criatura no universo, mas não és menos que as árvores ou as estrelas: tens direito a estar aqui. Vive em paz com Deus, seja como for que O imagines; entre os teus trabalhos e aspirações, mantém-te em paz com a tua alma, apesar da ruidosa confusão da vida. Apesar das tuas falsidades, das tuas lutas penosas e dos sonhos arruinados, a Terra continua a ser bela. Sê cuidadoso. Luta por seres feliz.

(Inscrição datada do ano de 1692. Foi encontrada numa sepultura, na velha igreja de S. Paulo de Baltimore - hoje já não se pensa que seja esta a origem, mas assim é mais bonito...) "

Foto de Ana Botelho

SILENCIOSAMENTE

SILENCIOSAMENTE
Foi assim que você me chegou, silencioso, sem rodeios, de um jeito habitual,
Como se fosse parte da minha vida e soubesse todos os meus segredos
Fazendo gracejos, veio ousado e adentrou, sem reservas, sorrateiro
Ocupando de maneira inédita e acertando em cheio o meu coração, Manejou, como um velho parceiro, o carteado do amor verdadeiro Implantou uma rotina, trocando os meus hábitos pelas suas manias
Que inconscientemente assimilei, numa simbiose sutil e total .
Quantos rodeios eu fiz, até chegarmos ao nosso primeiro beijo Quantos desejos contidos, como me fazem bem só de pensar
Hoje eu quero saber se você ainda pode vir comigo, sem me dizer nada, Ou se ao menos poderá, ao meu lado, sentir o frio da madrugada, Que me desperta e me deixa fixada nessas imagens, aqui tatuadas Horas e horas sem fim... até que a luz da manhã devasse o meu quarto
E me conduza à dura realidade. Depois de tantos anos nos amarmos,
Amanheço mais um dia, me arrasto à varanda frente à longa estrada.
Então eu sonho, sedenta e plena, esperando que transponha o meu portão,
Para sentir o quanto e como você me quer... bastando que apenas sorria.
Não, não precisa me falar nada...a mim me basta que você possa entender
Que eu gosto muito de tudo isso e, que só você me faz viver com alegria.
Chama-me ao amor, ato sublime, o maior que já puderam inventar,
Pois não existe no universo, coisa mais grandiosa de se compartilhar,
E me arraste por horas, que absorta e lânguida escorregarei em suas mãos,
Deslizando sobre a minha pele, para que eu sinta a textura que é só sua
Numa troca de energias e sensações sublimadas, fomentando esse amor,
Numa química perfeita, que só pode entender, quem conseguiu experimentar,
E você vem e me chega, assim, feito dono da minha vida, dos meus anseios,
Mas saiba que se ainda me quiser eu me rendo, me entrego em bandeja, na mão,
Com direito a cores, sabores e sons, desde o nada ao tudo, além de tantos tons
Para que a partir daí, só a plenitude fale por nós, desde que adentre pelo meu portão...

Foto de Cabral Compositor

O Tempo est[a dentro do Tempo que a gente nao Ve

O radio toca uma musica, num domingo de Janeiro de 2007. Uma musica de 1968, transporta uma linguagem de anos atrás. E antes de estar aqui, estive também em 1968. E esperava num dia de Janeiro, uma resposta para sair e encontrar com amigos comuns. Ouvia radio nesse dia, e no radio, tocava uma musica dos anos sessenta. Percebi, que tanto hoje e antes, não mudou muita coisa. Algumas vezes me deparei em circunstancias semelhantes, verificando algumas fotos de família e onde foram documentados outros tempos, lugares, paisagens.
Após varrer o quintal da casa, veio uma idéia, que me deram através dessa forma, digo num desses sentidos que temos de pensar e imaginar. Achei uma chave imaginativa, de tamanho médio, clara, prata, com voltas e contornos de modelo de chaves antigas. Uma chave que abriu uma porta,sustentado por colunas de mármore claro e limpo.
Uma chave imaginaria, uma porta imaginaria. Ai, uma imagem infinita, sem estrada definindo o caminho ou a dire;ao do pensamento.
Acho, que o inicio de tudo, a primeira pedra, o primeiro verde, o primeiro orvalho. Uma letra A mesmo sabendo que existia, tinha a convic;ao, que era a primeira letra A.
Um Sol primeiro, um Vale, uma nascente. Tudo bem limpo, bem calmo,bem inicio,um primeiro.
Fui seguindo, dentro de um plano pensante, sozinho, um só, andando a esmo. Nada de vida, nada de seres, somente a natureza viva de um plano. A minha natureza, organizada, como foi criada, como foi percebida após a imagem ao descobrir, do encontrar a chave de prata.
A chave de partida, da igni;ao, da primeira partida, do tranco, do primeiro passo de pensar e criar.
Ai, se colocar dentro de um plano sintonizado, sem mudan;as de caráter ou atitudes. Coisas, como, dar e receber, acreditar nas questões simples.
Outra musica, outro domingo, umas falas, uma outra passagem de tempo. Sem estradas, sem caminhos determinados, sem cidades, ruas, prédios, lojas, hospitais, restaurantes, consultórios médicos, bares. Transpus uma fronteira, onde um aqui se distancia do agora, aquele mesmo, onde encontrar pode ser um achado determinante, consistente, seguro.
Achei o inicio, onde nada ainda poluiu, nada ainda esta sem nome, o embrião, a semente nova, de cor verde claro, e pele macia ,a origem do pensar.

As matérias, tudo do primitivo ainda iniciando. Arvores, para as madeiras, minério, para o ferro e o a;º As pedreiras, para os mármores e granitos, o cimento para os blocos, tijolos. A areia, para as ligas das massas, do reboco. O barro, para as telhas, também o amianto. São as primeiras letras para transforma;ao global, a transforma;ao do universo, da natureza. Então vem se transformando outras matérias em vidro, plástico, cobre, zinco, pólvora, ácidos,produtos químicos, produtos de limpeza, de higiene, eletrônicos.
Outra musica, outro domingo, outro momento.

Foto de Joaninhavoa

EXPLAINANDO AMOR

***
**
*
E espernicando as palavras da essência
No tabuleiro que me surge por entre mãos
Descubro pedaços d`infância
Por ora nossos nas tuas mãos

E ao passá-los para campos ainda obscuros
Sinto em mim o espírito da verdade
Cair sobre ti no discernimento do trigo e joio
D`terras lavradas com afoito

Outras haverá por desbravar
Em surdina ó p`la calada da noite
Ó d´olhos nos olhos p`ra ver e sentir

O que mostram e o que sentem
Nossos corações sub-aprendizes
Neste universo tão dentro da capital

Universal…

JoaninhaVoa, In “Vidas”
(08 de Junho de 2008)

Foto de von buchman

Por que te amo e tanto te quero ...

Por que te amo e tanto te quero ...

Por que ao teu lado posso vencer qualquer batalha na vida,
pois és uma mulher maravilhosa, sem outra igual.
És companheira em todos os momentos, na alegria e na tristeza,
na saúde e na dor...
Minha real companheira, o meu esteio na vida...
Ès minha fonte de prazer e amor...
O teu brilho ofusca qualquer estrela do universo,
o sol não passa de uma vela a teu lado.
A lua nada diz ou reflete junto a ti...
És bela como a primavera, cheia de encantos ao raiar do dia,
No inverno és aconchegante como uma cama gostosa com uma coberta de penas, numa noite gelada de neve...
És perigosa como um bom vinho chileno, bem encorpado,
tomado a meia luz ao som de uma boa música...
És natural, pura e verdadeira, sem maldade...
Você só é cheia de maldade na cama, ai você é fatal e letal...

Uma mulher espetacular, deusa do amor,
um sonho e uma paixão...
Teus atributos são tantos, que me perco em lembrar,
Mais vão aqui alguns, para eu me emocionar...

Tu és completa em tudo...
Meiga como uma criança...
Delicada como uma orquídea...
Cheirosa como uma rosa...
Corpo de menina mulher...
Boca sensual....
Olhos sedutores...
Tuas palavras refletem teu coração...
És cheia de veneno..
Perigosa...
Fogosa...
Teu perfume me embriaga, me faz delirar...
Teus carinhos, estes são fatais,
Me delicio quando você morde os seus lábios ,
ou o deslizar da tua língua neles...
Ah... E quando tu fazes este teu jeitinho de sapeca,
com uma carinha safada...
E tua língua atrevida, que me enche de tesão...
Na arte do amar és uma devassa, nunca vi mulher igual...
Para você o limite é a plena satisfação de um realizar...
Teus cabelos loiros e sedosos, me enchem de fantasias....
E quando te abraço bem gostoso, por traz,
apertando teus seios e cheirando tua nuca...

Vou parar por aqui,
pois senão não vou suportar...
Você me tira do sério, só no pensar...

Meu eterno amor e minha paixão por você,
são a razão do meu viver...

Te amo muito minha loira fatal....

. . . . . . . . . . . . . .
Tenhas meu Eterno Admirar!
Mil e Um beijos de Mel....
Mimos de Eterna Paixâo
Neste Lindo Coração
Cheio de desejos . .

Foto de Lu Lena

HOMENAGEM AO DIA DOS NAMORADOS (Trieto em Due) de Lu Lena e Dirceu Marcelino

VEM MEU AMOR...

Vem meu amor
deixa eu
te entregar
o meu mundo
e verás em mim
a poesia em cada
entardecer
o encanto da madrugada
vem comigo conhecer

vem meu amor
olhar as minhas
paisagens prediletas
descobrir comigo
lugares onde se
esconde o amor
a beleza da paisagem
e o colorido da flor

vem meu amor
cicatrizar as minhas
frustações vividas
que num canto qualquer
jazem esquecidas

vem meu amor
preencher esse vácuo
que me angustia
em sonhos letárgicos
eu sabia que virias

vem meu amor
saciar comigo toda
essa saudade
de tempos de outrora
agora só felicidade

Vem meu amor
ver meu sorriso
esculpido de euforia
me faça sentir
a paz e o júbilo
d'alegria

vem meu amor
sê o pescador
de meus sonhos
nesse oceano
de sentimentos
deixa eu me acarinhar
em teus braços
e fazer de voce
o meu alento

vem meu amor
receba minha ternura
no perfume das flores
que despetalam-se
no ar
borboletas multicoloridas
desenham com ela teu nome
nas ondas espumantes do mar
num momento único e preciso

temos a chave do paraíso
o universo todo conspira
à nosso favor
Então ?

vem meu amor!

(p/Lu Lena)

MINHAS PALAVRAS DE AMOR

Sinto-me fugidia e perco totalmente a razão
nessa minha vontade em te ter, percorro um vão
num êxtase que arde e fere de tanto te querer

em lágrimas incontidas, que choram tua ausência
num corpo flamejando, implorando tua presença
insensatez essa, sobrevivo de esperanças oclusas

assim, vou vivendo entre sonho e realidade,
essa ilusão é como a bruma que borda o amanhecer,
e vivo assim em passos lentos caminhando sem saber...

flutuando em silêncio nessa utopia virtual,
és como um vírus que adentra meu mundo introspecto e real...
e assim vou soprando escritos ao vento nessa divagação,

numa nuvem ilusória, onde o alvo seja teu coração
sentir o que sinto, não tem explicação e nem teoremas,
pois tudo o que digo e te escrevo, está em meus poemas...

E, por mais que eu tente escrever e expressar o meu desejo
uma brisa suave invade meu corpo em orgásticos lampejos
tu'alma enlaça-me com volúpia e paixão e vem me dizer:

- Palavras, pra quê...?

(P/Lu Lena)

VOLÚPIA DE AMOR
Sejas sempre essa Mulher... "Je t'aime"

Bebo tua paixão em goles sensuais”
Sempre, sempre... Assim sob a luz desse luar,
Cativante e deslumbrante à beira do cais
Onde te encontro pronta p’ra me amar.

Ah! Delícia ouvir teus sussurros, teus ais
Ver a chama de amor brilhar em teu olhar,
Sentir do teu corpo voluptuoso os sinais
Vibrantes no tremor de que estás a gozar.

Ah! Sim, como é bom saber que queres mais,
E assim me revigoro como ondas do mar,
Nesse balanço te dou o que te satisfaz,

Retribui-me com essa volúpia sem par
Amando-me e não deixando nunca, jamais,
Esmoreçamos e vivamos a nos amar.

(P/Dirceu Marcelino)

Esse Trieto em "Due" encontra-se em vídeo poema
(em homenagem ao Dia dos Namorados) elaborado
pelo meu querido amigo poeta Dirceu.
Obrigada de coração ao meu amigo poeta, o vídeo
ficou muito bonito. Adorei!!!

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http://br.youtube.com/watch?v=jvGzkNENDjw

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