Pedras

Foto de Rozeli Mesquita - Sensualle

Vamos brincar ? Due Ricky Bar & Rozeli Mesquita

Vamos brincar
De provocar
Devaneios, fantasias,
Ou você não se arrisca?
Ate-me as mãos, vende meus olhos,
De cabra cega
pode ser um bom começo...
Que tal corda pular?
Mas não use saia curta
Pro vento não levantar.
Pode ser amarelinha
Eu risco com pedras,
Mas não fujas da linha.
De realizar fantasias
Serei teu servo
E você minha rainha.
De seguir teu mestre, que tal,
Tudo que ele mandar fará?
Também pode ser de esconder
Quem sabe o que pode achar
Achando será que vai querer?
E se ganhar, vai poder levar
Tudo qualquer prêmio que quiser
É só dizer, serei escravo
Do teu bem querer!

É claro que me arrisco...
Isso eu gosto, me excita
Amarar, vendar, amordaçar
Um jogo delicioso
que desperta meu lado malicioso
Quero pular, mas não corda...
E de saia curta é emocionante...
Seus olhos gulosos querendo ver
o que por baixo se esconde.
Não quero fugir....fugir pra que ?
Se fantasiar é um querer ...
Brincar de mestre e escravo é excitante
Voce manda, eu obedeço
Faço tudo que deseja
deito, rolo, subo e desço
Vem brincar de esconde esconde
procure por prazeres libidinosos
encontre nas tuas fantasias
meus prazeres escandalosos
Meu premio estou a buscar
Um escravo do prazer
Que me atenda e sacie
Todo esse meu querer

Ricky, obrigada por me presentar logo pela manha...
Adoro essa sua maneira de me dar bom dia!
Obrigada amigo querido

Foto de ANACAROLINALOIRAMAR

" SABER VIVER E RESPEITAR AO PRÓXIMO" (Reflexão)

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♣♣♣ " Reflexão em poesia"
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Saber viver...e respeitar ao próximo.

Existem situações, que temos
Que nos fazer de cegos surdos e mudos
Mesmo que nos chamem de loucos.
Pois como já se diz,
De médico e louco todos nós temos um pouco.

Existe sempre uma barreira na nossa frente
Querendo entupir nossa mente.
Sempre obstáculos a serem oferecidos.
E jamais poderemos nos dar por vencidos.

Sempre uma nova pedra lançada.
Mas não podemos deixar,
Que a nós ela seja alcançada.

Para levarmos a vida sem problemas fúteis.
Não vamos nunca responder as provocações
Se pedras te jogam, use-as para construir
Tua muralha.

Se obstáculos lhe são oferecidos.
Use-o como desafio.
Se barreiras, lhe aparecem.
Use-a como diversão, escale-a.

Se alguém falar de você,
Veja que você tem existência.
E a muitos provocam com a sua aparência.
Mas nunca perca sua resistência.

Se alguém lhe falta respeito.
Não discuta com esse sujeito.
Deixa que a vida se encarregue.
De cuidar d’este, com jeito.

Se não te aceitarem como você é...
Não se incomode por ser julgado.
Cada um tem o seu jeito,
Seja grosso ou afinado.

Cada um tem o seu jeito próprio
E um mundo a ser conquistado.
Então não dificulte sua vivência.
Vivendo sua vida com abstinência.
Permitindo que os outros te tirem a paciência.
Comece sua boa vivência.
Não vivendo no mundo de aparências,
E cuidando da vida dos outros
Com freqüência.

Podemos todos viver bem,
Mas nunca atirando pedras em alguém,
Telhados de vidro, quem não os têm?
Bons cuidados lhe convém...
Pois o que vai vem....

Vamos procurar nesse mundo viver bem
Mas sem querer passar por cima de ninguém.
Erros e defeitos quem não tem?
O certo é você cuidar dos que você tem.
E não se preocupar com os erros e defeitos de alguém.
Pois ninguém é perfeito, se perfeito os fosse...
Talvez, seriamos vistos como anormais....

*-* Anna A FLOR DE LIS.

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http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=39704

Foto de Darsham

A vida do Pesadelo

De quando em vez, em momentos inesperados, carregados de significados surgem no meu pensamento pequenos pedaços da vida, vistos de diferentes vertentes e ocasiões, que me fazem pensar…
Pensar, analisar, questionar o nosso papel como seres humanos, individual e colectivamente neste mundo que nos foi dado, e que posteriormente e numa constante e frenética actividade se modifica ao nosso bel-prazer e à existência das nossas pseudo necessidades.
É-se mil pessoas numa só e ao mesmo tempo não se é ninguém.
Somos os catalisadores das nossas destruições…somos fúteis, e buscamos o prazer momentâneo sem nos preocuparmos com as futuras consequências, que se traduzem na devastação completa de tudo o que temos desde que nos entendemos por gente.
Foi-nos dada a possibilidade de podermos ter o direito de escolher, de ter sempre dois caminhos por onde seguir, sem nada ser imposto nem obrigado, mas com a consciência advertida de que existe um mau e um bom caminho, e que nos cabe a nós construir a nossa consciência, estruturando-a de acordo com a capacidade de distinguir o certo do errado. Esta capacidade traduz-se pelos valores, os nossos valores e que nos comprometemos a viver de acordo com eles, por serem comuns a todos e para que seja possível uma existência pacífica e um usufruto repartido, consciente e justo sobre tudo o que nos é dado sem ser pedido nada em troca: os nossos bens mais preciosos e que são determinantes para a continuidade da nossa existência, os nossos pontos de orientação que nos permitem perceber que a nossa liberdade acaba quando começa a do próximo.
Afirmo com toda a intensidade, que somos abençoados com pequenos privilégios que se estendem pelos nossos 5 sentidos e nos deixam extasiados…sensações únicas, momentos inigualáveis, visões que mais parecem alucinações, ilusões, sons que nos penetram a alma, deixando marcas em nós e ainda a capacidade de podermos esboçar um sorriso de felicidade quando, sem sequer precisar de olhar, sentimos que alguém querido veio até nós (eu sorrio só de pensar).
Somos seres dotados de extrema sensibilidade e inteligência e temos uma exclusividade que nos torna diferente de qualquer ser vivo que exista no mundo…podemos sentir o amor, sentimento tão sublime, que ninguém, em parte alguma o consegue descrever com precisão e exactidão. Sublinho, somos abençoados, 1, 2, 3 vezes, mil vezes por acordarmos para um novo amanhecer, em que abrimos a janela e nos deixamos lavar pela vida …
Verdade, somos acima de tudo ridículos por ter tudo e passarmos a vida acreditar e a lamuriar que nada se tem, destruindo assim, gradualmente o que na nossa cegueira de querer sempre mais, não vemos, ou vemos e ignoramos, já que é essa a nossa natureza, desvalorizar coisas importantes…
Por vezes temos rasgos de sanidade e prometemo-nos a nós próprios que vamos modificar a nossa atitude perante a vida e os outros, mas depressa nos esquecemos, e promessas são levadas pelo vento…
Vivemos numa guerra constante, connosco e com os demais, pelas mais diversas razões, de uma forma continuada e impensada, porque agimos através de ímpetos, que não procuramos controlar, de impulsos que se assemelham aos dos animais, como se todo o mundo fosse uma selva.
Construímos muros em cima de histórias, colocamos pedras sobre o ar que respiramos, valorizamos o mau em detrimento do bom, por o vivificarmos e vivenciarmos constantemente sem dar espaço para a alegria entrar…nós sufocamos a alegria e o bom senso…
Representamos na maior longa-metragem alguma vez feita, numa constante troca de papéis, e nunca acabamos por perceber qual é realmente o nosso. Em vez de nos regermos pelos nossos supostos valores, estamos mais preocupados em agradar este ou aquele, pensando o que poderemos obter dali. Vivemos na era da hipocrisia. Estamos sempre prontos a apontar o dedo, a julgar, como se nós próprios fossemos o modelo inquestionável de perfeição. Representamos o chefe sisudo, de mal com a vida, porque já não ganha tanto como ganhava com o negócio; a colaboradora, que desconhece o simples significado de sorrir, e mostra claramente que está ali a fazer um frete; o médico que nos passa a receita sem sequer olhar para nós; a senhora reformada que passa as tardes no café, falando da vida de toda a gente, criticando e apontando o dedo; a proprietária do pronto-a-vestir, que nos diz que a roupa nos assenta como uma luva, quando nos vemos ao espelho e nos assemelhamos a algo parecido com um ET; o senhor que vende peixe no mercado, e que afirma estar fresquinho, quando o peixe já está completamente vermelho de tanto gelo que levou em cima para parecer “fresquinho”; o político que faz promessas que nunca se virão a cumprir; a professora que está mais preocupada em que os alunos façam tudo certinho e em silêncio, do que propriamente em ensinar, orientar e formar futuros cidadãos; o polícia que está mais preocupado em caçar multas do que velar pela segurança da comunidade; a eterna mãe preocupada e sofredora, que vive num constante receio no que diz respeito ao caminho que os seus filhos irão seguir e que faz disso uma obsessão; o pai que sai do trabalho, cansado e que em vez de ir para casa, segue para o café, onde bebe cerveja atrás de cerveja, até que lhe vão buscar ou até ao fecho do café e que quando vai para casa culpa a mulher por todos os seus infortúnios; o (a) filho (a) certinho (a) que segue à risca tudo o que lhe é incutido no seu seio familiar e que não constitui problemas em contraste com o (a) filho(a) despreocupado(a), que quer curtir e vida, sem perder tempo com coisas que não interessam, procurando sensações cada vez mais arrebatadoras, fortes e loucas, porque é nelas que conseguem agarrar, ainda que efemeramente estados de completa euforia que acreditam conter o segredo milagroso para uma vida plena, e principalmente sem tristeza; a menina gordinha, que na escola é ignorada e gozada pelos seus colegas, em contraste com a menina popular, com quem todos querem brincar; a eterna sonhadora que acredita que a vida é um sonho construído em cima de um castelo de areia; o casal, que cheio de dívidas mal consegue dormir e discute a toda a hora questionando-se sobre como a vida de ambos teve aquele rumo…
Os ricos…os pobres… os arrogantes…os educados…os maus…os bons…os egoístas…os altruístas…os sensíveis…os insensíveis…eu…tu…os outros…nós…
Somos uma mescla de matéria mexida e remexida, produto de nós mesmos e dos nossos ardis, onde a genuinidade se extinguiu…
Vivemos assentes numa liberdade ilusória, mascarada…vivemos mais presos que um detido por homicídio. Nós construímos as nossas próprias barras de ferro, fechamo-nos dentro de algemas e jogamos a chave fora.
E a simplicidade? E a alegria de estar vivo e sorrir sem ser preciso ter um motivo? E a partilha? E a vida, só por ser vida e vivida?
Só existe esta e enquanto não tivermos a plena consciência desse facto e que também passa muito depressa vamos cavando lentamente a nossa própria sepultura e acabamos por ser autores, em parte da nossa passagem para outro mundo que não este.
Sonho e anseio por um dia em que todos nós vamos acordar e perceber que não somos personagens de um pesadelo constante e irreversível, mas sim de uma vida que teimamos transformar nesse pesadelo que já pensamos viver…
Vamos então todos juntos acordar num grito de esperança??? Um dia…um dia, quem sabe…

Foto de Marta Peres

Dúvida

Dúvida

E a incerteza cresce dentro de mim,
sei do que fiz pois convivo comigo,
estou em mim carregando inquietação,
hesito, não ouso julgar nem quero ser
julgada. Há no ar algo estranho, errado,
não condiz com a verdade, deturpa
o que deveria ser. Mas o que é verdade?
O que deveria ser?
Meu rosto está limpo!
Meus olhos podem olhar de frente, olho
dentro do olho. Todos podem?
Tudo desemboca vala abaixo, há pedras
soltas no desfiladeiro, quem as soltou?
Visto a roupa da esperança, sigo meu
caminho sem olhar ao redor, não interessa
o alvoroço da passarada. Uma vela ilumina
caminho difícil de transpor, sigo firme!

Marta Peres

Foto de Salome

Minha Vida... Minha Sina...

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Noite de Verão, teu calor insinuante e carente,
Silêncio entorpecedor envolvendo o meu corpo,
Meus pés descalços velando as pedras do ardor,
Piazza di San Marco em tua nobre escuridão...

Sonhos virevoltando entre as cortinas de seda,
Acariciando os pilares antigos deste monumento
Sombras voando em fusão entre vento e femêa
Nas aguas do canal ecoando sua fatal ansiedade

Brisa soprando e esvoaçando meu longo cabelo,
Tocando minhas vestes de véus transparentes,
Acaricando meus lábios humídos com seu alento,
Sensualidade transbordando em carícias quentes

Tua sombra me esperando, teus olhos famintos,
Ah!... meu coração batendo por ti, sem direção,
Meu corpo tremendo em delírios de sofreguidão
Ansiando por o doce toque da tua carnal oração

Ah!.. amor, essa espera te querendo e buscando
E hoje este temporal de bocas famintas se amando
Entre línguas molhadas da ansiedade se provando,
Jurando em mim a necessidade de me fundir em ti

Nossas mãos acariciando, deslizando... sob a pel,
Traçando caminhos inéditos... te tocar, te sentir,
Te saborear, te venerar em completa fascinação
Enquanto os teus olhos gritam em total perdição

Ah!... sabor do pecado em tuas carícias e anseios
Vertendo seu fogo latente, fatal sob os meus seios,
Abismo total... ecoando no meu lamento morrente,
Amor transcendal transbordando em mais que gozo

Almas se amando em perfeita e sensual cadência,
Fronteiras vencidas... derrotadas... amaldiçoadas,
Almas que se amaram entre mil versos e poesias e
hoje, saciadas nas eternas maresias da nossa sina

Ah!.. meu amor, meu amante, minha uníca metade,
Fiel é o nosso amar, selado por esse anel invisível
Que nos une no temporal desta união transcendal
Dia após dia... ano após ano... vida após vida...

Simplesmente invencível!

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"Sempre e para sempre, desde os confins do tempo, o que o infinito e a vida uniu, nínguem jamais poderá separar..."
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Salomé - "Destino Marcado/Copyrighted to MK - August 2008"
http://recantodasletras.uol.com.br/poesiasdeamor/1152629

Foto de Dennel

Terrível preconceito

No deserto da ilusão, entre pedras e areias, há uma estalagem para os cansados viajantes; um lugar aconchegante, livre do calor do deserto. Neste lugar há uma fonte de águas doces e cristalinas.

Frente à casa, há um exuberante e bem cuidado jardim, que é regado por lágrimas de uma fada, que por lá passa de ano em ano, fazendo desabrocharem lindas flores.

Reza uma antiga lenda que aquele que vir a fada regando o jardim, terá todos os desejos atendidos; mas ela impõe duas condições para cumpri-los, os candidatos devem se submeter às provas por ela aplicadas. O postulante deverá ter o coração virgem em termos de amor, nunca ter amado a ninguém e passar uma noite com uma das moças da estalagem.

Muitos são reprovados, pois as moças apresentadas são de pele muito alva, sem nunca terem sido expostas ao sol, ou de cor negra, da cor do azeviche.

E assim, de ano em ano, a formosa fada fica solitária, pois sendo na verdade, filha de um poderoso sultão, não encontra uma pessoa livre de preconceitos, que passe no teste e mereça seu amor.

Juraci Rocha da Silva - Copyright (c) 2007 All Rights Reserved

Foto de lialins

Numca mais

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Nunca mais sonharei com você...

Nunca mais desejei suas mãos...

Nunca mais desejei seu lábio no meu...

Nunca mais desejei seu corpo aquecendo o meu...

Nunca mais te darei um gemido de prazer...

Nunca sentira minha respiração...

Nunca mais você ira me ter deitada em seu peito..

Como vim ao mundo dizendo que você é tudo para mim..

Entregando-me aos teus desejos e vontades saindo de mim

Perdendo minha razão e te entregando meu coração...

Agora estou vivendo a minha realidade...

A onde você não se encaixa...

A onde você é o desconhecido...

Gostaria de te dizer que sinto por você..

Mas a única coisa que eu sinto é uma alegria..

De ter me libertado de você..

Quebrando a corrente...
Cerrando o cadeado...
Quebrando as pedras...
Derrubando as muralhas...

Sinto muito de não sentir nada mais por você...

Foto de Lmax

A PAZ DE MEU SILÊNCIO....

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Em meio ao barulho da multidão há paz,
Límpida e aconchegante de um olhar fugaz.
A noite enluarada trouxe a mim o paraíso,
Uma brisa ululante me devolveu o juízo.
Ouvi no vento um passado azul-infante,
Que sem piedade me mostrou o diante.
A paz do meu silêncio foi quebrada,
Agora é grito, é força e mais nada.
Assim ouvi o estatelar em uníssono,
Senti o doloroso despertar do sono.
E a alma renovou-se como um corte,
Cheguei buscar dos desejos a morte.
A paz do meu silêncio tornou-se o frio,
Sinto desgastar-me como pedras de rio.
A razão me mostra o solstício logo à frente,
E o final dessa tempestade negra e demente.
E no intenso, breve e claro, sol brilhar,
Farei a luz de o meu próprio dedilhar.
Aqueles sonhos que tornaste escuridão,
Nunca mais em teus amanheceres serão.
Despir-me-ei das inserções de minhas rugas,
Serei cuidadoso ao trepar com sanguessugas.
Para mim não serve mais paixões sem nexo,
Esse total e desvairado entregar-se por sexo.
Farei de minha vida um aprender constante,
Olharei para esse mundo por mais distante.
Claro! Meus sonhos são maiores que o mar,
Indubitavelmente irei descobrir o real amar.
Quanto ao eminente errar quando se flerta,
A dor é menor se for com a cabeça certa.
Reviverei de minha inerte angustia crua,
Terei o inicial sentido de uma alma nua.
Como doce poesia, desenharei novas trilhas,
Serei arrimo de todo amor em minhas filhas.
A paz do meu silêncio é latência dos meus dias,
É o tramitar das vontades açucaradas em alegrias.
Serei novamente o silêncio certo e conciso,
Manterei em minha face o sincero sorriso.
Enfim exaltarei o eu daquele olhar fugaz,
E assim na paz do meu silêncio, terá paz...

L’(Max) 16.08.08

Foto de EDU O ESPIÃO.

TENHA CUIDADO AO ABRIR SUA SACOLA

ABRA SUA SACOLA=
Cada um de nós temos uma sacola===
Dentro da sacola procure tirar somente que lhe é de bom proveito, não tire coisas superficiais, banais que não te levam a evolução
Não tire coisas que não te levam a nada.
Procure dentro da sacola, o que mais deseja em sua vida. Como realizações satisfações.
Não importa o que lhe vier às mãos, se lhe vier algo desagradável deixe-o dentro da sacola.
Só tiramos da sacola o que nos é de proveito.
A sacola tem, coisas boas como ruins se pegar um prêmio que não seja bom
Tente deixá-lo dentro da sacola. Caso insista sair da sacola e ficar nas mãos o aceite
Como um desafio, mas dentro da sacola existem tudo que se pode imaginar e esperar===
Na sacola tem alegria, choros, surpresas desafios armações saúde doença, descepções e etc.
Em tempos, temos um pouco de culpa, sobre o que retiramos da sacola.
Pensamos não termos culpa de nossos atos, sempre procuramos um culpado e não assumimos que podemos errar.
E na maioria das vezes esse culpado esta dentro de nós tente tira-lo da sacola
Para que ele seja reciclado.
Precisamos achar dentro da sacola um papel com nome de tempo.
Não temos mais tempo para olhar o que a vida nos oferta===
A correria do dia a dia afasta pessoas de pessoas===
Essas estão jogadas nas sacolas esperando que alguém tenha tempo para retirá-las .
Relacionamentos que são deteriorados por falta de tempo. Quando para se ter vida farta marido e mulher se encontram ocupados trabalhando o dia inteiro, quando chegam em casa
Estão cansados exaustos e não têm tempo um para outro trocar suas confidências amorosas.
E ainda de quebra, filhos que exigem querem e necessitam de um minuto de atenção de seus pais, já que durante o decorrer do dia, pai e mãe se encontram ausente, e indiretamente ficam filhos carentes==
A sacola esta ai, aberta===não tente fechá-la achando que o lado ruim da sacola
Não vira até você, tem que deixá-la aberta para acessar sua vida.
A sacola é sua vida, não sabemos quando as tempestades viram, estaremos sempre preparados para pegar na sacola o que nos é conveniente, mas se vier raios, usaremos para raios, se vier pedras delas construiremos nossos muros e alicerce
Deixe sua sacola sempre à vista, não permita que alguém mexa em sua sacola
Pois só você tem acesso a ela. Caso isso aconteça sua vida não, mas lhe pertencerá
E viverá em caos com sigo próprio. Arrume um tempo, e pegue o tempo e seus benéficos dentro da sacola.
=====Espero que tenham entendido meu recado, cada um de nós temos uma sacola.
Você já tirou seu premio da sacola hoje?=====

========e.espião edu.com

Foto de Rosinéri

VOCÊ E EU

Quantos caminhos para chegar na sua boca
que solidão, tristeza até ter sua presença
tudo segue sozinho rodando com a chuva

Mas você e eu, amor meu, estamos juntos
Como o tronco e as raizes
somos só eu e você juntos

Pensar que, até a desembocadura
custou muitas pedras que leva o rio
Pensar que podemos estar separados por nações

Você e eu nos amamos
Com todo sentimento de homem e mulher
Como a terra que faz brotar a semente
Para desabrochar em lindas flores

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