Alma

Foto de ANACAROLINALOIRAMAR

" A MULHER QUANDO AMA "

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A mulher quando ama,
Não esconde seus sentimentos,
Esta sempre com um brilho no olhar,
Um sorriso estampado no rosto.

A mulher quando ama,
Sonha e faz seu amor sonhar acordado.
Não reclama de nada, apenas ouvi.

A mulher quando ama, se sente
Como um pássaro livre leve solta
Se sente linda, se sente poderosa
Se sente amante, sabe dar e receber
Amor ao ser amado.

A mulher quando ,ama ela canta
Encanta... É alegre,.. A todos contagia
A demonstração de seu amor.
Ela se entrega, sem pedir nada
Em troca somente ser amada, esse
É o sustento quando esta amando.

A mulher quando ama, fica louca
Distraída esquece de todos,
Porque é incontrolável seus sentimentos
De amor, mas ela é doce como mel.

A mulher quando ama,sabe o valor
De uma compreensão, sabe perdoar.
A mulher quando ama, tem sua alma
Transparente pura sedenta de amor.

A mulher quando ama, ela não tem medo,
Torna-se a mais bela das guerreiras.
Nada teme.
A mulher quando ama,torna seus
Minutos os mais importantes da vida,
Como se fosse os últimos.

A mulher quando ama,é decidida
Não recita em pensar.Ela não
Tem regras....apenas ama!

Anna a flor de lis *-*

http://www.blogger.com/profile/01846124275187897028

Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

"CORPOS NUS, ALMAS APRISIONADAS"

“CORPOS NÚS, ALMAS APRISIONADAS”

A grande necessidade de exposição...
Leva a uma alegria artificial...
Quando se tranca os anseios do coração...
Transitas em um mundo virtual!!!

O excesso de glamour...
Empobrece a verdade...
A tristeza pela falta de amor...
Condena-te a superficialidade!!!

Pobres fantoches monitorados...
Condenados a recitar modismos...
Marionetes amarrados...
Pelo laço do egoísmo!!!

O desespero pelas palmas...
A suplica pelo brilho...
O enclausuramento da alma...
O riso estridente no vazio!!!

Foto de DeusaII

Deixei-me adormecer

Senti uma grande tensão
A percorrer todos os meus músculos,
Meus olhos a quererem-se fechar,
Com o peso da claridade que assolava o dia.
Meus braços já meio mortos
Não reagiam mais às minhas ordens,
E dei por mim a levitar acima do meu corpo.
Eliminei qualquer sentimento
Que poderia ainda permanecer em meu coração,
Fechei as portas da minha alma
Ao amor, e apenas permaneci assim.
Tua face, aos poucos, foi-se esbatendo,
Até não mais te reconhecer.
Tuas memorias eclipsaram-se de todo o meu corpo
E deixei-me afundar neste estado
Até a dor desaparecer da minha vida
E meu corpo inanimado perder por fim o brilho.
Meus sentidos acabaram por se desorientar,
E eu, que já não acreditada nos sonhos,
Deixei-me levar por este estado.
O cansaço já me dominava à muito
E deixei-me adormecer
Num mundo de fantasia e ilusão.
Deixei meu universo morrer
E mergulhei em estados irreais,
Não quis mais acordar.
A realidade passou a ser apenas
Uma recordação distante,
De tudo o que deixei de ser, sem ti.

Foto de Paulo Gondim

Teus olhos

TEUS OLHOS
Paulo Gondim
11/12/2006

Quero ver a lua brilhar em teus olhos
Como se fossem a própria lua
Pelo brilho de felicidade
Quando me abraça
E me envolve
Por inteiro

E no sabor
De teus lábios
Na ternura do abraço
Que me prende como laço
Tua alegria preenche meu espaço
E olho mais uma vez teus lindos olhos

E não me canso, e quero outra vez olhar
E sinto novamente o brilho intenso
E o calor deste amor imenso
Me tomar toda a alma
E me vem a calma
Do sussurrar

E nesta paz
Com tua presença
Reclamo e quero mais
Que este momento assim fugaz
Seja eterno, e o tempo seja demorado
E por teus olhos, seja eu um eterno enamorado

Foto de Wing0Angel

Ler, escrever, sonhar...

"Ler é como sonhar acordado, e a escrita, o registro desse sonho: o reflexo da alma..."

Foto de janaina barbara

Dinastia das Bruxas!

Estreito mundo das bruxas
A Inquisição ainda me persegue em sonhos.
Dinastia das bruxas,
Encarnando e reencarnado,
Sempre com a alma pagã...
Vivendo em silêncio,
compreendo os elementos da natureza.
Todas as ervas.
De vida e de morte.
Vivo só.
Apenas um gato me acompanha,
Em todas encarnações em que passo.
È chegada a hora da iniciação,
Da décima terceira bruxa.
Jà posso ouvir no meio da mata
Canções proibidas,
E ouvir os passos das bruxas a dançar
Em volta da fogueira.
È como se me chamassem,
Tenho que ir...
È noite de lua cheia.
Vou vestir minha tunica
Seguir minha missão
Ser a décima terceira,
Na Dinastia das Bruxas.

Foto de Dennel

Canção da Alvorada - Dueto

Salomão...
Amor! Abra a porta para o seu amado
Que bate e chama à procura do seu afago
Trago nas vestes o cheiro de flores
Para nos enlaçarmos em infinitos amores

Sulamita...
Ah, amado!... Se soubesses os tesouros que eu daria
Pra enlaçar-me nos teus braços e, ao menos uma vez
Afagar os teus cabelos, aspirar o teu perfume
E amar-te entre as flores... Nem que fosse um só dia

Salomão...
Se soubesses o que trago em minhas mãos
Perfumes suaves valendo mais que tesouros
Em frascos vedados com rótulos de ouro
Abriria a porta para o seu coração

Sulamita...
Amado, não me tentes tanto assim
Bem sabes que te amo e te desejo loucamente
Quem dera, com os perfumes que trazes para mim
Pudesse banhar-me contigo eternamente

Salomão...
Abra a porta! O vento corta o silêncio da noite
Em uivos selvagens, cantando canções
Estrelas e nuvens disputam lugar
Abra a porta! Tenho que entrar

Sulamita...
Eu não posso... O vento que invade o silêncio e canta
Corta-me roubando a canção
Levando às estrelas meus uivos selvagens
E às nuvens os versos do meu coração

Salomão...
Abra a porta que a aurora não tarda chegar
Amanhecendo o dia quero te amar
As horas avançam numa rapidez sem fim
Quero repousar meu corpo em perfumado jasmim

Sulamita...
Já é dia. O sol brilha sobre nós dois
E a aurora feliz, sorridente se foi
Imploro amor, não se ausente de mim
Enfeite minha alma com florido jardim

Salomão...
Flores preciosas eu quero colher
Todas ofertar a Deus e a você
Perfumes suaves eu quero gozar
Juro sulamita! Não deixarei de te amar

Sulamita...
Quando longe estás eu nunca te esqueço
Beijo-te em versos e em louca paixão
Sinto o teu corpo no meu e estremeço
E abro-te as portas do meu coração

Salomão...
Com doces palavras, formosa canção
Alegra minha alma, oh meu coração
O lugar onde estavas não pude pernoitar
Voltei minha amada para te amar

Sulamita...
Beijo-te a nuca, me enrosco em teus pelos
E neles mergulho meus pequenos seios
Que cabem inteiros em tuas mãos
E sobem às estrelas sorvidos num beijo

Juraci Rocha da Silva - Copyright (c) 2005 All Rights Reserved

Foto de Dennel

Cantor prisioneiro

Vê este passarinho prisioneiro?
Canta triste o dia inteiro
Pois um malvado caçador
Covardemente, sua liberdade tirou

Ele cantou um dia com liberdade
Nas verdes matas encantadas
Hoje canta triste, com saudade
As lembranças que tem da sua amada

Seu canto triste, melodioso
Alegra quem o aprisionou
Canta o passarinho saudoso
A dor da sua alma de cantor

E assim, passa os dias, meses e anos
Cantando o formoso passaro engaiolado
Triste, canta agora o seu desengano
Suas doces lembranças do passado

Juraci Rocha da Silva - Copyright (c) 2006 All Rights Reserved

Foto de Sandy Machado

Não há remorso ,quando não existe traição

Senhor de ninguém,
Suas lágrimas,seus lamentos,seus planos almejados ao meu lado não me fazem sentir o menor florescimento de remorso relutante em minhas facetas.Decidiste ficar junto de minha alma,não perguntaste,porém,se algum dia seus bons modos e seu mal humor matinal faria amar-te.Pobre garoto,acreditaste em minhas palavras,soam como notas musicais e flutuam como penas.Digas o que pensas a respeito de traição e reafirmarei o que penso de ti.Suas posses compraram a todos,menos a mim.Irônico,talvez.Meu nariz empinado não se abaixou nem a todos os diamantes,nada planejado meu caro.Géneticas são genéticas. Se pensaste que eu carregaria sozinha essa cruz,repenses suas idéias,seus valores,seus estereótipos.A partir de sempre,levarei comigo cinco homens se for preciso para ajudar-me a levar este fardo.Se é o meu destino,desviarei dele e farei um novo,contigo ao meu lado e com outros em minha sombras.

Foto de Sandy Machado

Você, eu, nós e as velhas lembranças

Estava gelada, quente. Triste, feliz. Quando ele fez alusão aos fatos passados, as velhas lembranças. O coração já não faz um movimento sincrônico,aleatório talvez.Diacronicamente,minha essência virou pó e a emancipação da minha alma já não era mais tão almejada.
De seu esquife,era possível analisar as falhas de seu rosto apático.Todas aquelas marcas um dia foram tocadas e sentidas por mim.Entre nossos movimentos impulsivos e sentimentos altruístas,realizamos poucas frases.Aferimos se era amor,não,mera atração entre corpos.Respirações ofegantes entre passos evasivos e fugas quase imperceptíveis a imaginação humana.
Palavras excêntricas eram sussurradas em meus ouvidos,florescendo desse modo planos juvenis.Conjeturas arrogantemente alimentadas,não compartilhadas.Promessas enterradas com seu cheiro perdulário,sua garridice.Eu, nefelibata ;ele,egocêntrico,diferenças estas que se fundiam no seu mundo pedante.Não havia certo,errado,valores,escatologias,preceitos,os instintos da carne se manifestavam assombrosamente em nossos momentos.Sua boca carnuda encostava-se na minha,passado de uma pele flácida e um aspecto arroxeado.
A etimologia de nossos enleamentos me faz sentir a vida transforma num inferno qualquer, em pesadelos, pressentir que anjos maus me guardam, afinal, alma filantropicamente má não convive com homens.
O que sobrará do meu adônis serão cinzas guardadas em um marfim qualquer,contrariando sua natureza megalomaníaca.

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