A chuva cai tão expressa lá fora...
que sinto a solidão, que me invade o peito...
Posso até ser louca como diz, mas deixo ela me purificar...
A chuva que cai sobre o meu rosto lavando minha alma, de desespero e angústia...
Sem saber por onde andas, me sinto um nada...
Talvez, se eu pudesse me envolver em seu pensamento, em seu corpo...Mas não, então deixa a chuva me purificar, lavar-me a alma...
Que com esse amor impossivel que só me faz sofrer...
deixe ela me purificar...
Assim, por alguns instantes me sinto livre...
Por mim....
Tais Magalhães dos santos.
Comentários
Taís, teu poema esta
Taís, teu poema esta purificado da forma como quer que tu tb estejas. Às vezes precisamos fazer algo assim para nos sentirmos renovados. Eu me renovei ao ler, tuas palavras me deram inspiração para escrever. Adorei!!!
Carlos Magno