Na grande montanha nevada,
Um casebre, desventuroso na pálida névoa.
Ao lado esquerdo, uma vereda espalha-se,
Até a base do fardo nevado.
No prelúdio da trilha ainda há rastros,
Subida linear e remate disforme.
A casinhola ainda pulsa,
Pulsar sonso, leviano.
Ao lado direito, o breu da bruma,
De um versejador otimista.
Da imperfeição de juízo,
A irrevogável direita.
A Destreza de um destro caminho,
Ora direito e outrora obsesso.
Por hora, cravado à brasa em pele,
O findo rogado, inevitável êxodo.