Ondas

Foto de onil

AZUL DO NOSSO MAR

PENSEI EM ESCREVER
PARA A MINHA MENTE MANTER
OCUPADA E LIBERTA
DE ATITUDES E VOZES
E DESEJOS FEROZES
QUE O PENSAMENTO INVENTA

PENSEI APENAS EM RIMAR
E AO PENSAMENTO INVOCAR
INSPIRAÇÃO PARA ESCREVER
E AO MESMO TEMPO SONHAR
COM A ESPUMA DAS ONDAS DO MAR
QUE FAZ MINHAS MÁGOAS ESQUECER

NAQUELE RENDILHADO PERFEITO
DA ESPUMA NÃO EXISTE DEFEITO
NO DESENHO QUE SE DESFAZ A SEGUIR
FICA NAS ROCHAS ESPALHADO
DESLIZA NELAS POR UM BOCADO
NOVAMENTE NA ONDA SE VAI CONSTRUIR

OLHAR AS ONDAS DO NOSSO MAR
A MINHA SOLIDÃO VEM ACALMAR
FICA-ME A BELEZA INFINITA NO OLHAR
ESCREVO SOBRE A NATUREZA
E DO MAR ME ENCANTA A BELEZA
DA ONDA QUE A PRAIA VEM BEIJAR

ENCANTA-ME DESDE A BAIA DE CASCAIS
O MAR COMEÇA PARECE NÃO FINDAR MAIS
DA ESPUMA BRANCA DAS ONDAS A BELEZA
É POIS A COSTA OESTE DE PORTUGAL
TEM PRAIAS LINDAS AFINAL
QUE A TODOS ENCANTA DE CERTEZA

É POIS ESTA BELEZA QUE ME ACALMA
E A PAZ ME DEIXA ENTRAR NA ALMA
PODER ADMIRAR AS ONDAS DO MAR
É ESSA A CÔR QUE ME EXTASIA
QUE ME ENCHE O CORAÇÃO DE ALEGRIA
SE NO HORIZONTE AZUL PERCO MEU OLHAR.

16/03/09
ONIL

Foto de Carmen Vervloet

DISPLICENTE

Teu olhar esquivo... fugindo do meu olhar
Ferindo o meu amor tão grande quanto o infinito
No som da liberdade que entoam as ondas do mar
Indiferente ao meu apelo, meu sorriso mais bonito.

Grito... me enfeito... peço atenção... Mas tudo em vão
No seu rosto eu só vejo o lado sombreado da alheação
Tal qual oculta face da lua que me nega sua visão
Que machuca o meu peito e também meu coração.

Sabes que transitas nas ruas ensolaradas do meu pensamento
Que sentas no banco da minha praça em qualquer momento
Que brincas no meu parque sem prévio consentimento
Que andas nas curvas do meu corpo sem nenhum acanhamento.

Por teres tanta certeza é que partiu sem nenhuma explicação
Com seu jeito displicente... sem me prestar atenção
Enquanto eu sobrevivo nas curvas perigosas da ilusão
Aguardando quem sabe seu retorno numa próxima estação.

Carmen Vervloet

.

Foto de Diario de uma bruxa

Viagem ao litoral

Hoje pela manhã
Ao ouvir os pássaros cantarem
Imaginei estar com você
Fechei os olhos
E viajei até o litoral
Onde os pássaros são mais felizes

Imaginei-me sentada
Na areia da praia com você
Fazendo-me companhia
Pude sentir o cheiro do mar
Aquela brisa gostosa da maresia
Pude senti-la em meu rosto

Você levantou-se
Puxou-me pela mão
E caminhamos
Sentia a areia por entre meus dedos
Enquanto meus pés afundavam em meio a elas

O mar estava lindo
Saldava-nos com belas ondas
Que chegavam a encontrar nossos pés
A água gelada... Uma sensação maravilhosa
Arrepiava-me o corpo inteiro

Não queria acordar
O paraíso estava aqui em minha mente
Queria continuar ali
Mas não podia
Então me despedi
Você feliz em me ver
Ficou triste a me ver partir

Mas em seu coração
Sempre estarei
Como estará em meu coração
Você também.

Poema as Bruxas (portaldabruxa.blogspot.com)

Foto de onil

A VIDA VALE A PENA

NÃO DEIXES A SOLIDÃO TE OCUPAR
OCUPA TU OS ESPAÇOS QUE VAZIOS ESTÃO
E QUE ELA EM TI TENTA ENCONTRAR
NÃO DEIXES TUA ALMA ENTRISTECER
E TENTA PROCURAR UMA BOA SOLUÇÃO
E NOS CAMINHOS DA VIDA CONSEGUES VENCER

NUNCA PERCAS EM TI A ESPERANÇA
É SEMPRE ELA QUE NOS ACOMPANHA
E NOS OCUPA O PEITO DESDE CRIANÇA
EM DESESPERO NÃO TE DEIXES LEVAR
E PENSA QUE EM QUALQUER MANHÃ
A VIDA VALE BEM A PENA ENFRENTAR

FAZ COMO EU PENSA NO AZUL DO MAR
E AS TUAS MÁGOAS MAIS DOLOROSAS
IRÃO NAS ONDAS BRANCAS PASSAR
DEPOIS DE TRISTE E AMARGA SOLIDÃO
VERÁS QUE HÁ HORAS MARAVILHOSAS
QUE EXISTEM SE ESTENDERMOS A MÃO

TAMBÉM SÓ E AMARGURADO ME SENTI
E PASSEI COMO LOUCO A ESPERANÇA
PARA A POESIA QUE ENTÃO ESCREVI
HÁ SEMPRE UMA SAIDA QUALQUER
E DEPOIS DA TEMPESTADE A BONANÇA
FAZ COM QUE VALHA A PENA VIVER

NÃO ADORMEÇAS NA AMARGURA
DEIXA-TE EM SONHOS EMBALAR
PORQUE A VIDA NA REALIDADE É DURA
MAS OS SONHOS SÃO A ESCAPATÓRIA
E FAZEM-NOS SEMPRE LEMBRAR
MOMENTOS QUE VIVEMOS COM GLORIA

A REALIDADE DO DIA A DIA É ESTA
NEM TUDO CORRE SEMPRE DE FEIÇÃO
A NOSSA VIDA NEM SEMPRE É UMA FESTA
A ESPERANÇA NÃO PODEMOS DEIXAR MORRER
NEM A FÉ QUE TEMOS NO CORAÇÃO
PORQUE A VIDA VALE SEMPRE A PENA VIVER

23/05/010
ONIL

Foto de Carmen Lúcia

Ama-me, simplesmente...

Ama-me,
simplesmente...

Sem gestos arrojados
de alcançar galáxias,
andar na Via Láctea
ou de roubar estrelas
pra me impressionar...

Ama-me,
simplesmente...

Sem gestos tresloucados
de desbravar o mar,
galgar ondas bravias
em meio a tempestades,
tempos de maré alta
só pra me agradar...

Ama-me,
simplesmente...

Sem gestos arriscados
de transcender limites,
de transpassar fronteiras
voando um voo alado
pra conquistar o mundo
só pra me entregar...
para me emocionar...

Ama-me,
simplesmente...

Sem gestos empolgados
de recolher dos dias
os versos inspirados,
trazer-me poesias,
mostrar-te apaixonado
pra ter-me ao teu lado...

Ama-me...
Com gesto enamorado...
Docemente...
Eternamente...
Simplesmente.

Carmen Lúcia
Carmen Lúcia Carvalho de Souza
15/11/2007

Foto de Laio_Fernando

Gravado na rocha

Se uma história de amor
é escrita na areia na beira do mar,
a maré vem e logo apaga
o que ali esteve gravado.
O que na areia se escreve,
na areia é esquecido.
Uma história se apaga
e você escreve outra por cima.
Uma nova alegria,
até que venham novamente as ondas.
Mas você não se importa,
o que na areia se escreve,
na areia é esquecido.

Agora, o que se grava na rocha
eternizado fica,
sopram os ventos,
viram-se as marés,
mas o amor sobrevive.
Uma história pra jamais se esquecer.
O que se grava na rocha, eternizado fica...

Só de uma coisa me arrependo,
nessa minha jornada
entre tristezas e alegrias,
choros e melodias.
Só disto me arrependo:
não ter escrito a história do nosso amor na areia,
pois seria tão mais fácil esquecer.

O que na areia se escreve, na areia é esquecido...
O que se grava na rocha, eternizado fica...

Foto de eduardohenriques

A FORÇA É DIVINA

Em ondas brancas e mareantes.
Que no longínquo se formam ondulantes
A convidar os navegantes.
Zarpam os lusitanos argonautas.
Ao som de melodiosas flautas.
No azul do Céu, os anjos.
E todos os arcanjos.
Vigiam as caravelas
Com a Cruz de Cristo em suas velas.
E mais alto, no azul das Divindades.
As Celestiais Santidades.
Abençoam o Luso empreendimento.
De dar do mundo cabal conhecimento.
Homens, velas e os elementos.
Quantos tormentos.
Cerúleo de azul calmaria.
Ó Virgem Maria.
Sopra à vela alguma ventania.
Que a bom rumo seja capitania.
Céu de argênteo tenebroso.
Mar alteroso.
Mas no topo da mastreação
Que irá alargar a Lusa Nação.
Formas Divinas continuam em aclamação.
Ajudando e apoiando a Lusa navegação.
Sobre o manto desta Divindade, as Lusas caravelas sulcam os mares.
Na construção de dar ao mundo melhores altares.

Eduardo Dinis Henriques

Foto de Izaura N. Soares

Navegando eu vou

Navegando eu vou
Izaura N. Soares

Rodopio-me com o bailar do vento,
E com a brisa arrepiando meu corpo,
Deixo me soltar nos meus pensamentos
Onde banho me no mar revolto.
Entre os raios, brilham os sentimentos,
Onde o meu amor por ti se transformou
Trafega o barco em suave movimento,
Pelas ondas do mar navegando eu vou!

Foto de Carmen Vervloet

COM AÇÚCAR, COM AFETO

Palavras de carinho
sussurradas de mansinho
reverberam no infinito...

Som delicado, bonito
Volta pro coração
como acordes de violão...

Doce melodia,
notas dedilhadas
lá... com afeição,
(no coração)
em sol de bem querer!

Energia esparramada...
Inspiração na jornada,
movimento, cor...

Luz na caminhada
alma impregnada de doçura,
força extra... nos ecos de
dó, ré, mi, fá, sol, lá, si...

E as ondas se repetem:
Eu sei que vou te amar,
com açúcar, com afeto...
afeto... afeto... afeto...

Por que canta o coração?

Carmen Vervloet

Foto de Jonas Melo

NAS CURVAS DAS ONDAS

NAS CURVAS DAS ONDAS

Nas curvas das ondas as iaras vêm brincar

Trazem os encantos roubados de Iemanjá

Os botos vêm também, cheios de charmes e encantos

E todas as meninas mulheres conseguem encantar

A flora é tão linda e divina

Os deuses vêm se deliciar

Quando as morenas (meninas mulheres)

Vêm nas curvas das ondas mergulhar...

A tarde corre pra noite

E neste instante os seres noturnos estão a despertar

Com os raios prateados da lua que está a iluminar

E um simples mortal contempla

O teatro noturno dos seres brilhantes

Bem longe a cintilar...

Tudo isso nas curvas das ondas

Dos rios do meu gigante chamado Pará

Jonas Melo !

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