Hoje o peito grita o coração dói, digo hoje por que é
uma data muito importante...
muitos festejam,neste domingo, com suas
Mães ao seu lado,agora já não posso mais
querida mãezinha onde quer que estejas eu jamais
esquecerei que fostes a mulher
que me deu a vida,lembro me com saudades do seu sorriso
dentes fortes brancos igual marfim,á mãe tu es preciosa para mim
Sem dúvida, espinha dorsal da minha família,
minha mãe é, foi e sempre será o porto seguro
Como mulher, foi uma, companheira incansável do meu pai,
estando ao lado dele sempre que precisou, mostrando o verdadeiro
sentido do que é ser leal a alguém, ser leal a um amor.
Para alguém ser o melhor em alguma coisa, tem que ser comparado.
Minha mãe é incomparável.
Minha mãe não tem qualidades.
Ela é a qualidade. Ela não tem bondade. Ela é a bondade.
Ela não tem caráter, ela é o caráter.
(Agora, peguei pesado, admito)
Deixou seu brilho e esplendor
Expressando sempre, seu vigor...
Saiu dessa vida como, e foi bilhar no céu
╚╚╚╚╚╚╚╚╚
(cantada por Wilma Bentivegna), me faz lembra quando a senhora cantava na música de um compositor alemão chamado Ludwig van Beethoven, popularmente conhecida como Sonata ao Luar.
♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥
Se o azul do céu escurecer
Se o azul do céu, escurecer
Se a alegria na terra, fenecer
Não importa, querida
Viverei, do nosso amor
Se tu és o sol dos dias meus
Se os meus beijos
Sempre forem teus
Não importa, querida,
O amargor
Das dores desta vida.
Um punhado de estrelas
No infinito irei buscar
E a teus pés esparramar
Não importam os amigos,
Risos, crenças e castigos
Quero, apenas, te adorar.
Se o destino, então,
Nos separar
Se distante a morte
Te encantar
Não importa querida
Porque eu morrerei, também.
Quando, enfim,
A vida terminar
E dos sonhos
Nada mais restar
Num milagre supremo,
Deus fará, no céu,
Te encontrar.
Quando, enfim,
A vida terminar
E dos sonhos
Nada mais restar,
Num milagre supremo,
Deus fará, no céu,
Te encontrar.
PARA AS MÃES (TODOS OS DIAS SÃO SEUS)
Na véspera, adormeci com um desejo no pensamento:
Vou abraçá-la amanhã, mas que presente eu lhe daria...
Os sonhos foram chegando e para longe me arrastaram,
Idéias mil, todas preciosas, só para enfeitar o seu dia
Viajei por milhas entre nuvens, planetas e espaços
Toquei à maciez da lua, mas foi então que percebi
Que esta jamais estaria à altura de tanta delicadeza
E novamente, busquei desesperada, nesta viagem segui
Pensei em trazer-lhe o sol, astro rei do dia inteiro
Mas mãe, eu constatei o calor e o brilho da sua lida
Têm luz muito mais intensa do que qualquer outra fonte,
Oh, rainha das noites-em-claro de todas as nossas vidas.
Nem pedras, metais e essências, ou canções de querubins
Chegaram de longe aos seus pés e terão o meu interesse.
Que o meu Deus em tanta bondade possa dilatar-me os sentidos
Eu pedia, que eu pudesse achar algo, que enfim a merecesse.
Voltei dessa longa jornada, com as mãos tristemente vazias
E enquanto as horas corriam, fui ao jardim da minha alma
Ali, com carinho eu colhi tudo o que ela havia plantado:
Um ramo de amor, fé raciocinada e belas flores da calma
Juntei o que pude e amarrei com os laços da minha saudade
Não lhe faltaram adereços e um lindo arranjo mesclado, eu fiz
Ficou enorme, cheio de emoções,que tratei de entregá-lo depressa:
"Eis aqui o que você me ensinou, agradeço por tudo,sou muito feliz ."
... Minha homenagem para aquelas que são mães de verdade ou mães de coração...
As que são mães sabem o que falo
E aos que não são, sabem o que falo também...
beijos:)
Enise
POESIA
JOANINHA VOA
EDIÇÃO
CARMEN CECILIA
MÚSICA
UN NOM D' UNE FEMME
Quando eu sonhava
Sempre que eu sonhava
Pensava ter teus sonhos
Nos meus!...
E no sonho
Eu via-te e sentia-te
E quando acordava
Tu estavas lá
Não eras uma imagem
Fugidia
Eu tocava-te
E alcançava-te
Sabia de prazer
E de dor
Agora desperta
Que vejo eu?
Raio incerto
Um trajecto
Descaminhado
Vagão descarrilhado
Imensa solidão
D´um pensamento
Atrofiado
Que nunca foi projectado
No tempo que era tempo
No tempo que era dado
Quando eu sonhava
Pensava que tínhamos
Os mesmos sonhos
Os dois!...
Saltitam múltiplas e variadas emoções...
Dos filhos às mães em todas as nações
Não só pelo simbolismo do significado
Mas pelo realismo tocado e vivenciado
Foi lá do ventre...do âmago...do nascimento
Por onde fomos tecidos...cuidados...paridos!
Amar a mãe é louvar à sua própria origem
O mesmo que rezar e abençoar à terra
Por fazer brotar das suas entranhas...
O alimento suculento que nos sustenta
Sim! A maternidade é algo sacrossanto
Colo...berço...doçura...começo do começo
Formação do caráter e seus avanços
Poço de ensinamentos e sentimentos
Pedra lapidar dos mais variados encantos
Todos nós devemos nos prostrar com cantos
Louvando a Deus e às mães em muitas orações
Pela vida...suas feridas...carinhos e devoções
Não consigo imaginar...versar...vibrar o coração
Sem surgir a imagem de minha mãe na pulsação
Embora entristecido por não vê-la aqui em ação...
Poder dizer-lhe ao seu pé d’ouvido minha gratidão
Entoar-lhe carinhos, afagos... mimos em profusão
Adoto a todas as mães como se minhas fossem...
Enviando-lhes o meu sincero e melhor dos desejos...
Aperto quentinho de abraço...num cheiro...num beijo!
Hildebrando Menezes
Navegando Amor
Publicado no Recanto das Letras em 04/05/2008
Código do texto: T974554
http://recantodasletras.uol.com.br/homenagens/974554
Homenagem: Permitam escolher 4(quatro) mulheres mães
para ofertar este poema, sem demérito às outras:
Ceci_Poeta
Fernanda Queiroz
Rosana Buarque
Enise...
Sintam-se todas as demais mães, aqui também representadas,
e a minha, lá do céu (Aida Nardi Menezes) acariciada.
Seu moço!
Eu vim da roça.
Lá deixei minha palhoça.
Esposa em estado de graça.
E cinco filhos pra criá.
Deixei uma vaca no pasto,
Quase sem leite nas tetas.
Uns pezinhos de mandioca,
Que a seca não deixou vingá.
Antes de sair de lá...
Comprei sarilho pro poço,
Esperança da água de novo
Quem sabe nele brotá.
Lá, deixei meu violão,
Um papagaio espoleta
E tudo que pus na maleta
Foi a esperança de vortá.
Aqui na cidade grande
A solidão me invade...
Quase morro de saudade,
Vendo ano a ano passá.
Sem saber da minha terra.
Se meus filhos já são homens
Ou se morreram de fome
E minha mulher como tá?
Não sou homem de leitura.
Paguei pra escrever as linhas
E sem resposta alguma,
Minha esperança definha.
Seu moço!
Essa minha história...
Já se foram vinte anos,
e eu nesse desengano
Sem nunca vortá pra lá.
Mas a fé em Padrim Ciço
Não me deixa desanimá.
(Sirlei L. Passolongo)
Direitos Reservados a Autora.
Abrir um pacote de balas
Desejando assistir TV,
Ou mesmo parar o tempo
Pra você não passar ou correr...
Somente caramelando a alma,
Sabendo como só os pais sabem
A arte de amar o doce e amar a você também
Somente e na mente que só não mente,
Sem enganos comer pipocas
Regadas a um bom guaraná...
Vendo o tudo e o nada simultâneos
Lembrar e sentir saudades
Do tempo que tinha você
De chupetas e fraldas
A me pedir gulosamente:
Me dê mais balas "seu pai"!
Então vem agora amado
Caramelado em meu amor
Untar de prazer minh'alma
Com tua doce e sutil presença,
Traz-me meu filho por favor
O prazer de um bom caramelo
Bem na hora que minha força se esvai...
Só tu, somente tu
Podes vir minha cara melar.
Bira Melo "in" Pedaços de um CaraMelo.*
*Direitos reservados.
Saudades um pedacinho de emoção dentro da gente, um pedacinho de alguem que ficou dentro da gente "
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