Sem dúvida alguma, este foi o mais longo Concurso do Site de poemas de Amor.
Muitos e muitos poemas e poetas de mãos dadas em uma missão, fazer poesia, transportar magia, fazer soar alegria em nosso dia a dia
Não é a primeira vez que faço este manifesto no site, mas certamente não se faz algo grandioso apenas em uma tentativa, tudo nesta vida depende de esforço, dedicação, responsabilidade e ação, o importante é não deixar que vitórias não alcançadas nos impeçam de lançar novos vôos.
Hoje com mais experiência e organização, voltamos à pauta da "Edição dos Livros".
Cônscios que este evento acontecerá pelo esforço em cumprimento das obrigações que exige tua legalidade, e que esta é uma tarefa de todos os componentes do mesmo, e não apenas uma tarefa isolada minha e de Miguel.
Miguel, um jovem Portugues que acredita em um mundo melhor, que tem como meta contribuir por onde passa para que isto venha a acontecer.
Que se honrado por ser solo desta junção de raças Português e Brasileiros, já unidos e descritos em nossa história.
Conversando com Miguel dias atrás, o assunto da Edição voltou à baila.
Marcamos uma reunião hoje, e esta resultou neste planejamento.
Planejamos editar duas coletâneas, sem fins lucrativos, toda renda seria voltada para entidades beneficentes, no Brasil e em Portugal, que seriam selecionadas em três ou quatro, para que fosse escolhida por votação pelos poetas, tornando assim uma doação de todos os participantes.
É necessário frisar, que o sucesso deste evento se dará exatamente a seriedade em que for tratado pelos componentes, não podemos nos responsabilizar por omissão, ou cumprimentos em partes, serão anunciados prazos e protocolos a serem respeitados na íntegra, pelos convidados que desejarem participar, o não cumprimento, acarretará a exclusão da participação do mesmo.
Como temos um arsenal de bons poetas e poemas, ficou estabelecido que a 1ª Coletânea se dará com as postagens que reunirá todos os concursos até o momento, até mesmo o 5º encerrado aqui.
PS Já encontra-se aberto o 6º Concurso, aguardem Edital, podemos adiantar que este será direcionado também para o estímulo e criação de novos poetas, para futuras Coletãneas
Para continuação de nossa busca e incentivo, será aberto o Concurso Coletânea, o qual só receberá poemas inéditos, ou seja, ainda não postados, aguardem o Edital.
Será aberta uma loja On Line no site, pós a elaboração das coletâneas, nesta será possível adquirir os livros, onde abriremos um espaço também para poetas que já editam, para que possam divulgar teu trabalho.
PS: Esta seleção de divulgação se dará somente a poetas participativos na integração do Site, ficando a cargo de Fernanda Queiroz, contato e aprovação.
A seleção dos Poetas e dos Poemas se da exclusivamente pela comissão de moderadores do Site, representado na liderança de Fernanda Queiroz.
Descrevendo um passo a passo.
1 - Os Poetas selecionados receberão um e-mail de Fernanda Queiroz
2.- Solicitando a participação, com a expressa concordância dos termos exigidos para publicação.
3 - As respostas devem ser enviadas para fernandaqueiroz23@gmail.com
4- O Poeta participante receberá a retorno da mesma em seu e-mail, com a especificação dos poemas selecionados, os quais devem ser encaminhados para Portugal para Miguel Duarte, em endereço também especificado.
Despeço-me colando um comentário de um poeta deste Site ( Demom), em resposta a primeira postagem, sobre a Edição de Livros.
"É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias, mesmo expondo-se a derrota, do que formar fila com os pobres de espírito que nem gozam muito nem sofrem muito, porque vivem nessa penumbra cinzenta que não conhece vitória nem derrota"
.(By:Cesar)
Miguel Duarte e Fernanda Queiroz
Blog dos Concursos de Poemas de Amor
*Todas as minhas obras são
registradas na Biblioteca Nacional
e protegida pela Lei 9610 de 19/02/1998*¨ângela lugo
*Tu Alma Daninha*
Calo a paz da tua boca
No anseio de loucura
De ternura minha
De ternura tua
Sinto a culpa que em ti toca
Num momento de ternura
Que em mim caminha
Que em mim flutua
T(r)ocamos sensibilidades
Molham de saliva
Os meus…
Os nossos sedentos lábios
Desnudamos futilidades
Suamos fadiga
Os teus…
Os nossos instantes sábios
Corpos nus de amor gasto
Bebo odores de paixão
Em orgasmos de omissão
De um amor já nefasto
Te pedi como presente de natal
Você não veio!
Te pedi de ano novo,
Se veio, não disse à que?
Ainda assim, conclui que você é meu sonho de consumo!
Necessito de cada célula do teu corpo
Preciso de você como um todo
Vou te consumir por inteiro
Te exaurir,
Transfusar teu sangue
Absorver teus pensamentos
Lamber teu suor,
Observar como age
Pra te rouba de você mesmo
Vou te deixar vazio
Cansado,
Mas feliz.
Sou uma vampira.
E, depois disso tudo,
Ainda assim,
Vai se negar à mim!
Que pena.
Depois de tantos anos
Como um casal de solitários,
Separados por você,
Pelo teu não querer,
Ainda tem coragem de me dizer não!
Não sou vagal,
Mas, pra entender isso,
Você vai levar mais 20 anos,
É claro!
Cumplicidade
bem de manhã, embora o céu sereno
pareça um dia calmo anunciar
vigia e ora, o coração pequeno
um temporal pode abrigar.
ao meio dia, e quando os sons da terra
abafam mais de mim a voz de amor
recorre a a canção, evita a guerra
e goza paz com o meu clamor.
do dia ao fim, após os teus lidares
relembra as coisas desse celeste amor
e conta a mim prazeres e passares
depondo em suas mãos a dor.
e sem cessar, vigia a todo instante
que o o inimigo ataca sem parar
só comigo em comunhão costante
pode o seu amor ganhar. Anderson Poeta
nesta hora esqueco o mundo
toda a preocupação
me coloco em tua presença
sou carente do teu perdão.
considero que eu fiz errado
reconheço o teu amor
teu espírito me tem levado
a adorar-te meu grande amor.
com você estou liberto
posso te amar
de você agora estou perto
pois sempre perto de ti quero estar. Anderson Poeta
aquilo que fui não sou mais
nem sou tudo que devo ser
já sou pela graça o que sou,
e ao velo certo que vou
na glória dela viver
eu morto pensei que vivia
já vivo e com você morri
para você estou ressucitado,
para o mundo estou crucificado,
minha vida en ti escondi
minha alma goza ruqiezas
tesouros que o mundo não dá
caminhando na doce esperança
da vida em bonança
na glória onde ela está. Anderson Poeta
eis que surge um povo forte
revestido de poder
e não teme até a morte
quem a ele pertencer
e terá sublime sorte
pois vencer nos vai
podes tu dizer também
sou um dos tais?
este povo destemido
pelo mundo perseguido
por levar a sua luz
e agora revestido com poder
ao mundo sai
podes tu dizer também
sou um dos tais?
oh não sejas descuidosos
pra buscar o dom seu
dom que te fará feitoso
e darte visões do veu
e nos maravilhosos
proclamando aos outros vai
poderás então dizer
sou um dos tais. Anderson Poeta
qual o adorno dessa vida?
é o amor, é o amor
alegria é consedida
pelo amor, pelo amor
é benigno, é paciente,
não se torna maldizente,
este meigo amor.
com suspeitas não se alcança
doce amor, doce amor
onde houver desconfiança
ai do amor, ai do amor
pois amemos a verdade,
onde reina a falsidade,
não perdura o amor.
não te irriteis, mas tolera
com amor, com amor
tudo sofre, tudo espera
pelo amor, pelo amor
pois mostremos a tolerância,
muitas vezes a arrogância
mucha e mata o amor
mostra ao teu vizinho
o amor, o amor
o valor não é mesquinho
deste amor, deste amor
o supremo Deus nos ama
Cristo para o céu nos chama,
onde reina o amor! Anderson Poeta
Como falar de amor se meus olhos expressão tanta dor
Como demonstrar o que sinto, se não sinto nada.
Estou vazia de tudo, oca minha alma esta a procura do meu corpo.
Que já o perdeu a muito e não sabe onde foi que o deixou,
Em qual lugar do passado você ficou.
Como escrever poesias se até elas se foi com tanta dor.
Não sou poeta sou doente, uma dura dor que só minha alma senti...
Não vou escrever o que não sinto, em verso e prosas...
Para agradar quem os lê (se ler)
Falo de o meu amargo viver, que nada mais é que uma luta contra o meu...
“EU”
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