Leis

Foto de Eveline Andrade

Corações Animais (Zé Ramalho)

Não me vejo feito fera
Muito menos anjo
Eu quem faço o meu destino
Traço os meus planos
Sei que meu sexto sentido
Não vai me trair…

Troco o riso pelo pranto
Em qualquer negócio
Sei que tem olhos do medo
No fundo do poço
Estou sempre maquiado
Quando vou sorrir…

As leis dos meus olhos
São feitas por mim
Até na mesma mão
Os dedos não são iguais
Tem loucos
Que se olham no espelho
E se acham normais
Ninguém ganha o jogo
Sem ter ambição
Não se apaga o fogo
Com fogo na mão
Os gritos no silêncio
Não assustam
Corações Animais…

Eu me escondo num segredo
Sem qualquer mistério
Aqui se faz, aqui se paga
Pode acreditar…

Não me vejo feito fera
Muito menos anjo
Eu quem faço o meu destino
Traço os meus planos
Sei que meu sexto sentido
Não vai me trair…

Troco o riso pelo pranto
Em qualquer negócio
Sei que tem olhos do medo
No fundo do poço
Estou sempre maquiado
Quando vou sorrir…

As leis dos meus olhos
São feitas por mim
Até na mesma mão
Os dedos não são iguais
Tem loucos
Que se olham no espelho
E se acham normais
Ninguém ganha o jogo
Sem ter ambição
Não se apaga o fogo
Com fogo na mão
Os gritos no silêncio
Não assustam
Corações Animais…

Eu me escondo num segredo
Sem qualquer mistério
Aqui se faz, aqui se paga
Pode acreditar…

Foto de Edson Cumbane

DEUS VIVE E SABE VIVER! E O HOMEM?

Ora, já sabemos que somos a imagem e semelhança de Deus e que Deus é o nosso criador. Sendo assim, podemos afirmar com certeza que se somos a imagem e semelhança de Deus devemos nos comportar como Deus se comporta, pois, ele veio ao mundo e nos deu exemplo de como viver sem pecado e em retidão e se sacrificou por nós na cruz. Nota-se portanto que Deus nos manda fazer aquilo que é bom para nós e para nossa natureza. E ele próprio se fez homem e veio fazer aquilo que nós julgamos impossível ou difícil de fazer: viver em retidão e justiça emando o amor. Ora, nota-se, portanto, que Deus é um Deus legal, que age segundo princípios que ele própio estabeleceu porque viu que eram bons. Deus é um Deus jurisprudente e age segundo códigos de conduta e leis que ele própio estabeleceu porque viu que eram bons. Deus é um Deus de regulamentos se há regulamentos então há sanções. Tudo isso o homem criou: leis, códigos de conduta, juízes e advogados para haver ordem na sociedade humana, pois, o homem foi feito segundo a imagem e semelhança de Deus e tudo de bom que o homem pensa e faz, provém de Deus. Nós fomos feitos segundo a imagem e semelhança do nosso Criador, portanto, é a ele que devemos imitar, porque tudo que ele faz é bom porque ele é prudente e age legalmente. As leis que Deus instituiu são para ser seguidas por todos inclusive por ele própio. Pois, Deus disse: “eu sou um Deus fiel e verdadeiro” e disse: “Os céus e a terra passarão mas as minhas palavas não passarão”, portanto, nota-se aqui a presença de um código de conduta seguida pelo própio Deus e nós como sua imagem e semelhança devemos fazer o mesmo.
Deus é um Ser de natureza sólida e divina. Ele não é volátil e inconstante, portanto, ele não pode tolerar nada que é contra sua própria natureza. Ele é puro e o pecado é contra a sua natureza, então, como pode alguém chegar-se a Deus estando impuro? Deus não pode tolerar! Pois, a impureza é contra a natureza de Deus, portanto, pode-se se dizer como que metaforicamente que o pecado é o fruto proibido o qual Deus não pode tocar. No livro de provérbios está escrito:” Não sejas demasiadamente justo e nem demasiadamente tolo porquê te destruirias a ti mesmo?”
Quando Deus criou o homem havia uma árvore do conhecimento do bem e do mal o qual o homem não devia tocar: era o fruto proibido. Para quê servia? Para dar mais ênfase ao código de conduta, pois, se Deus institituiu o código de conduta é porque viu que era bom! E se algo é bom de verdade, é porque tem vantagens e quão grandes são as tais vantagens!
Quando o homem pecou desobedecendo a Deus no jardim do Éden e obedecendo à Satanás e o seu desejo, que se traduziu no pecado, o homem automaticamente deixou de servir à Deus e passou a servir ao pecado que surgiu do seu desejo vão e imundo. E assim o homem ficou como que ovelha perdida e sem pastor, e sob as maldições do lobo devorador e cruel: o diabo. Mas como Deus é um Deus legal e segue códigos de conduta pré-estabelcidos, ele não podia fazer nada para além de enviar o seu própio Filho e salvar as ovelhas perdidas, pois, a partir do momento que o homem desobedeceu a Deus obedecendo ao diabo, o diabo passou a ser legalmente o “senhor” dos homens, e como o destino do diabo é o lago de fogo é jurisprudente e legal que todos os que o seguem sigam o mesmo destino.
Um dos regulamentos do código de conduta impostos por Deus é que o último a ser seguido pelos homens entre Deus e o diabo é que é válido. Portanto se o homem era temente a Deus e depois virou-se contra Deus então toda justiça e boa obra desse homem é esquecida e automaticamente passa ter como senhor o diabo. Porém, se o homem não temia a Deus e depois, arrepende-se e passa a seguir a Deus deixando para trás o diabo, então toda iniquidade praticada por esse homem é esquecida e Deus passa ser o seu Senhor e seu Deus (vide livro do profeta Ezequiel no capítulo sobre o atalaia). E se Deus impôs esse regulamento é que viu que era bom! E se algo é bom de verdade, é porque tem vantagens e quão grandes são as tais vantagens! Portanto Deus é inteligente, mas não basta ser inteligente é preciso ser prudente! Deus é prudente e prudência resume-se na justiça e para haver justiça tem que haver leis. E com as leis surgem os códigos de conduta. E com o códigos de conduta surgem as sanções que são os castigos. Pois, se há código de conduta, há delitos e os delitos tem que ser reprimidos através dos castigos ou sanções. Deus é amor e amor resume-se em dar a vida pelas almas perdidas, ajudar os necessitados, chorar as lágrimas dos outros: Jesus fez isso! Aleleuia! Amém

Foto de Arnault L. D.

Tinta vermelha II

Aqui, no papel,
eu posso chama-la de amor.
A vestir, despir, dispor...
Caminhos infindos, carrocel...

E posso assim,
transpor distancias e leis
e ao que quiser, eis...
Trarei a luz, meio e fim.

No compor múltiplas folhas,
sem deixar pautas em branco.
Das cores, primas; dos sons o canto.
Ao destino contraponho as escolhas.

Já que a realidade limita.
faço sonhos, escrevo poesia,
quebro a linha tênue que atavia
ao que o amar vem e me dita.

Minha mão lhe acaricia enquanto grifa
A caneta segura a mão que lhe afaga,
Que ela, sua boca me traga, enquanto traga,
no beber de seu beijo que me rifa...

Se não as ler nem palavas são
pois, reverberam apenas no sentir
e elas estão fora de mim, e onde ir.
Eis-me do avesso, tinta vermelha do coração

Foto de Edson Cumbane

DEUS E A SOCIEDADE HUMANA

DEUS E A SOCIEDADE HUMANA

É comum hoje em dia ouvir questões como: Será que Deus existe mesmo? Deus está velho! Deus deve estar a dormir! Se Deus existe que chova dinheiro aqui e agora aí acreditarei! Se Deus existe porquê existe fome, guerras e todo tipo de desgraças!!! Onde está tal Deus!!! Já viste esse tal Deus! A Igreja só serve para moralizar a sociedade! Isso de Deus é inveção do homem face as suas fraquezas!! Se Deus existe então nos abandonou!! As leis de Deus são pesadas demais: eu quero fazer aquilo que quero e que bem entendo! Ainda sou jovem deixa-me aproveitar a vida depois hei-de tratar de me entender com Deus!!!
Enfim... são usados inúmeros subterfúgios usados pelo homem para fugir dessa realidade. No entanto, queiramos ou não acreditar, Deus existe, sempre existiu e sempre existirá. Esta sociedade actual e a que viveu nos tempos passados um dia terá que prestar contas a esse mesmo Deus que não acreditam que existe, pois, ver para crer tem as suas consequências e neste caso particular as consequências são desastrosas. Pois, se o Criador cria e a criatura se rebela contra o Criador ou acha-se maior que o Criador ou desafia o Criador ou acha que tem existência própria, efectivamente as consequências não podem ser a favor da criatura em detrimento do Criador. É facto! Sobre os tais virá grande destruição, ranger de dentes e vergonha eterna, porque a vida existe além do corpo. Porque se Deus é Espírito e é pai dos espíritos e fez o homem a sua imagem e semelhança e do homem fez a mulher, então, temos existência para além do corpo, porém, muitos serão envergonhados eternamente porque foram soberbos e outros resplandecerão em gozo e serão consolados eternamente porque foram humildes e creram para ver: isso é fé pura e agradável a Deus.

Foto de Edigar Da Cruz

Poemas

Poemas

Poemas são pássaros livres e, voadores
São palavras livres! Que desdenham sentimentos,
São versos pelo coração da alma bem escrito.
Poemas!
São palavras que andam e nunca posam,..
São leis de sentimentos de quem venha ler ..
Quando venham a se fecharo livro,alçam vôos,.
Como um grande gigante alçapão..
Como as palavras de poesias bem escritas com a alma, exalada como os sentimentos livre e soltos,..
Poemas são palavras sem portos,..
Em cada porto de poema, um verso de escrita pela vida,..
Que atingem e alimentam a vida em cada instante de vida ,..o que são poemas,..
E o amor sentido pela alma,..
E o sentir o mundo de cores ,..
Que alimentam as cores
Que em mãos o poeta e a poetisa,.
Exalam palavras de sentimentos de um momento da vida, que marcou,..
São os sabores dos momentos nas palavras da vida! São versos e rimas que alimentam a linguagem da vida
Poemas nada mais que poema declamando a vida .

Foto de Amy Cris

Vida

Até quando essa vida será a mesma?
Eu sempre querendo mais e ela oferecendo menos
Eu desejando algo nem tão difícil e ela querendo provar que é impossível
Vai demorar quanto tempo para eu perceber que nada será como eu quero que seja?
Até quando será necessário mergulhar em profunda ilusão para que meu descontentamento não me consuma por completo?
Até quando ser eu mesma me trará somente dor?
Até quando respirar será difícil?
Será que algum dia vou conseguir acreditar que estar viva é o suficiente?
Até quando vou ser estranha para os outros?
Quando vou ter respostas para estas perguntas?
Serei eu capaz de superar tudo até que a morte venha me buscar ou eu mesma terei de ir a seu encontro?
Sonhos serão sempre sonhos ou vou poder vivê-los?
Tantas dúvidas, nenhuma resposta
Vida condenada às leis deste mundo, onde desejos são apenas mais um tormento, já que a vida dificilmente nos deixa realizá-los
E já que estou aqui, gostaria de pelo menos saber o por que de minha existência
E enquanto não sei, ficarei presa a meus pensamentos; lugar mais seguro que a realidade, lugar ilusório, mas ainda assim, onde me sinto viva e onde construo minhas próprias respostas.

Foto de João Victor Tavares Sampaio

A Flor do Desespero

“Para dizer a verdade, não nasci nem do Caos, nem do Orco, nem de Saturno, nem de Japeto, nem de nenhum desses deuses rançosos e caducos. É Plutão, deus das riquezas, o meu pai. Sim, Plutão (sem que o leve a mal Hesíodo, Homero e o próprio Júpiter), pai dos deuses e dos homens; Plutão, que, no presente como no passado, a um simples gesto, cria, destrói, governa todas as coisas sagradas e profanas; Plutão, por cujo talento a guerra, a paz, os impérios, os conselhos, os juízes, os comícios, os matrimônios, os tratados, as confederações, as leis, as artes, o ridículo, o sério (ai! não posso mais! falta-me a respiração), concluamos, por cujo talento se regulam todos os negócios públicos e privados dos mortais; Plutão, sem cujo braço toda a turba das divindades poéticas, falemos com mais franqueza, os próprios deuses de primeira ordem não existiriam, ou pelo menos passariam muito mal; Plutão, finalmente, cujo desprezo é tão terrível que a própria Palas não seria capaz de proteger bastante os que o provocassem, mas cujo favor, ao contrário, é tão poderoso que quem o obtém pode rir-se de Júpiter e de suas setas. Pois bem, é justamente esse o meu pai, de quem tanto me orgulho, pois me gerou, não do cérebro, como fez Júpiter com a torva e feroz Minerva, mas de Neotetes, a mais bonita e alegre ninfa do mundo. Além disso, os meus progenitores não eram ligados pelo matrimônio, nem nasci como o defeituoso Vulcano, filho da fastidiosíssima ligação de Júpiter com Juno. Sou filha do prazer e o amor livre presidiu ao meu nascimento; para falar com nosso Homero, foi Plutão dominado por um transporte de ternura amorosa. Assim, para não incorrerdes em erro, declaro-vos que já não falo daquele decrépito Plutão que nos descreveu Aristófanes, agora caduco e cego, mas de Plutão ainda robusto, cheio de calor na flor da juventude, e não só moço, mas também exaltado como nunca pelo néctar, a ponto de, num jantar com os deuses, por extravagância, o ter bebido puro e aos grandes goles.”

- O Elogio da Loucura (Erasmo de Roterdã)

Louçã
A filha da morte
Mãe dos desencontrados
A Loucura, quente frieza
Tem a razão;
A Loucura assim em clareza
É pura escuridão

Esqueçam de cobra ou maçã
Pecados
De um raciocínio consorte
Falso cristão:
A simbiose, que é doce ilusão
O educar do prazer
A realidade do reproduzir
Não tem efeitos comprovados;
Se alguém tentar introduzir
O dever
Ou outra asneira em semelhança,
Se lembre de quando em criança
O mundo que nos parece acolher
Trai-nos em manso
Em lento avanço
De sermos adultos e suficientes
Sábios e clarividentes

Em ser injusto e imperfeito
O mundo que soa ideal
Passa longe de satisfeito;
Ou seja:
No final da vida é o final
Ao invés do que se almeja
Que se encontra ao natural;
Sem moral ou solução
Sem nexo de orientação;
Sendo a falha em seu ardor
A máquina em seu labor;
Eis o humano enfim descrito
Pequeno e frágil ao infinito;
Entregue
Ao destinar que lhe carregue;
Sendo insano por lutar
Por nadar em naufragar;
Pois isso explica a loucura
E o amor:
Nada mais que a abertura
O botão da semeadura
De um desespero em flor

Foto de Edson Cumbane

ASSIM VAI O MUNDO

Nos últimos tempos, tenho reflectido muito acerca da vida e vejo que o seu valor aqui no Planeta Terra está cada vez mais a deteriorar-se no que concerne a vida da pessoa humana. E devo repisar que efectivamente, não constitui novidade para ninguém, que os valores morais nesta sociedade, conotada e denotada de moderna estão cada vez mais a aproximar-se à estaca zero. A pergunta é: Qual é a causa disso? A pergunta aparenta simplicidade, porém, é complexa e isto implica que necessita de uma resposta na mesma proporção da sua complexidade, portanto, os motivos são vários e devem ser desmontados dessa máquina ( o mega-problema da sociedade actual) um à um revelando-os e chamando as coisas pelos seus próprios nomes, passo a citar alguns:
Vivemos numa sociedade onde se confunde “ a lei do mais forte” com “ a lei dos mais covardes, sem carácter, astutos, ardilosos e ludibriadores”, sendo acima de tudo: hipócritas, fingindo estar a trabalhar e ser honesto, enquanto estam muito bem longe dessas qualidades.
Vivemos numa sociedade globalizada onde se finge ter leis mas no final das contas, o próprio legislador, juíz, promotor, procurador é pessoa de conduta duvidosa usando da artimanha de “ comer e limpar a boca” para preservar uma imagem de integridade que na realidade não existe nele, logo, as leis são feitas por sem-leis, portanto, são pseudo-leis, o que prova isto são as imunidades que os políticos e pessoas do género desfrutam ao abrigo da própria lei e a mesma lei só acaba sacrificando “ os peixes pequenos”e os “tubarões” tem o descometimento de fazer e desfazer, sabendo de antemão, que nada lhe vai acontecer.
Vivemos numa sociedade onde o capitalismo selvagem é que reina: tudo se vende, tudo se aldraba, tudo vale, e há afirmações do género: “ou tudo ou mato” que é o contrário de “ ou tudo ou nada”. Enfim, acabaria um século só a enumerar: logo eu que vivo numa altura onde a esperança de vida tende a decrescer!

Foto de Rute Mesquita

As vozes que falam: uma mensagem

Errar, cair, tropeçar, perder, já vivenciei um pouco de tudo… mas também já venci, já fiz a escolha certa mesmo depois de uma escolha errada. Já me levantei e já ganhei. E é por tudo isto que ‘hoje’ seja que problema for, nada me faz desistir, pois ‘hoje’ sou eu, ‘hoje’ sonho, ‘hoje’ tenho objectivos e essencialmente, ‘hoje’ tenho uma vida, uma vida própria e estou feliz.
Gostava muito que todas as pessoas com problemas ou não na vida, soubessem que outro alguém, perto ou longe, que também cai, também erra, também pensa em desistir… Gostava que as pessoas não se achassem únicas… E era tão bom que partilhassem histórias e que assim se ajudassem mutuamente.
Tenho este sonho em mim, o sonho de tentar deixar uma mensagem, não em meu nome mas, em nome de uma pessoa não sábia, mas ignorante, com muito ainda por saber. Em nome de um ser humano, racional e incompleto.
Sinto que esta é a minha missão. Querer ajudar o outro e ser mais feliz pela sua felicidade.
Sei que não sou a única a pensar assim mas, também sei que nós, os que pensamos assim, por vezes somos os mais pisados… de por vezes sermos ingénuos, em nos preocuparmos com os outros e nos sentirmos responsáveis pelos mesmos.
Porém, o pior é que no meio de muitos a pisarem-nos há um que nos quer levantar e às vezes é precisamente a esse alguém que fechamos a nossa mão, é com esse mesmo que somos injustos e muitas vezes sem nos apercebermos de imediato.
Era tudo melhor se o Homem racionasse… se raciocina para o mal, pode faze-lo para o bem… mas, não… fazer o bem exige mais raciocínio, implica ouvir mais o ‘eu’, requer mais de sí e um maior equilíbrio entre o ‘eu’, o ‘outro’ e as ‘leis’… e por isso, o caminho do mal parece o mais fácil, é o mais tentador mas, esquecem-se que não é o correcto e que nunca dará boas colheitas… e é assim… o Homem auto destrói-se e assim diminui a sua qualidade de vida e ameaça a sua existência. Pois a realidade é esta: ‘num Mundo egoísta os egoístas vencem’, muito infelizmente. O Homem deixa de ter valores, olha só ao seu objectivo individual e pisa tudo e todos… e vai acabar como duas crianças que querem o mesmo boneco e cada uma puxa para o seu lado… o boneco irá partir-se e libertar energias.

Foto de Melquizedeque

Ser alado

Cortante vento que me afoga em um respirar sufocante
Que traz nesse simbiótico relógio a rasura inócua do tempo
Faz-me saber, no último momento, a casta dos segredos teus
Inflija o nascer das flores do dia. Deixe-me velejar no teu oceano

Rasgue a noite com os relâmpagos estridentes
Quando meu dia chegar me eleve ao cume dos montes
Ensina-me a voar e desvairar em um tornado incessante
Sou um incrédulo que transcende ao planar em colinas distantes

Vejo o beija-flor que voa livre nas tuas leis
Vento que bate no coração encarcerado
De um pássaro condenado a viver sem te enfrentar
Tira a solidão do escravo, um sagrado segregado que jamais pode voar.

(Melquizedeque de M. Alemão, 02 de julho de 2011)

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