QUERO
Quero...
Uma nova esperança
Quero...
A alma de criança
Quero...
Um novo amanhecer
Quero...
Renascer!
Quero...
Voltar a sorrir
Quero...
Um novo porvir
Quero...
Iluminar... Sonhar
Por mim me apaixonar
Quero...
Desabrochar e me achar...
Reencontrar!
Quero...
Um novo caminho
Sem desalinho
Quero...
Prosseguir
Sem retroceder
Sem ceder...
Quero...
Encantar-me
Fascinar-me
Cantar... Dançar
Quero...
Avançar...
E novamente
Minha felicidade buscar...
Carmen Cecília
11/05/08
HILDE QUERIDO AMIGO!
Aqui vai um presente por esse dia especial...
Teu poema tá lindo e como uma das suas primeiras amigas de orkut, acompanhei você e tua dor em relação a Dona Aida tua mãe...
Sei como é dificil ver nossa mãe sofrendo a cada dia...
E você continua magnânimo em teus sentimentos depois da perda dela, homenageando todas as mães e a tua agora em oração.
Beijos
Carmen Cecilia
MÃE…DOAÇÃO DA VIDA
POESIA
HILDEBRANDO MENEZES
EDIÇÃO
CARMEN CECILIA
MÚSICA
AVE MARIA
INTERPRETAÇÃO
ROBERTO CARLOS & PAVAROTTI ( DUETO)
Estar numa prisão dourada,
A prisão do sentimento,
O coração vê fechada,
A porta nesse momento.
Acaba por só entrar um,
Outro coração nesse espaço,
Estamos metidos num,
Bem que é muito escasso.
Dois corações se conjugam,
Se unem e se juntam,
Só sabem que se perpetuam,
Até que os dois morram.
Todos ficam a ganhar,
Com trocas de afeição,
Não há melhor brilhar,
Que o brilhar da paixão.
Amor não é um mar de rosas,
Quando não é correspondido,
Faz-nos passar muitas horas,
Vagueando totalmente sem sentido.
Não pode haver pior dor,
Que amar sem ser amado.
Distribuir o nosso amor,
E vê-lo pelo chão estragado.
É a mais dura prisão,
A prisão do coração,
Não conseguir com nossa mão,
Mudar a nossa grande paixão.
Faço um ponto final,
Para chorar outras lágrimas,
Vou enviar outro sinal,
E procurar outras mágoas.
Enquanto eu puder cantar,
Passar no mundo a berrar,
Não vou deixar o mundo ficar,
Na sua apatia de engasgar.
O mundo por ele se vai perder,
Pobre de quem vai ter de sofrer,
Para que todos consigam ver,
Os obstáculos que é preciso vencer.
Só quero a todos pedir,
Vamos outro mundo descobrir,
Pois continuar como está a ir,
É ver o mundo deixar-se destruir.
Não posso deixar de apelar ao coração,
Ao ver esta eterna destruição,
Que vai de Mercúrio a Plutão,
E sempre a piorar com a nossa mão.
Vamos todos fazer um mundo melhor,
Onde todos nos esquecemos do pior,
Queremos apenas um novo sabor,
Que nos arraste a todos deste estertor.
Que a luz da lua nos ilumine,
E a cor do mundo novo nos fascine,
Porque sendo o mundo algo perene,
Todos temos de encontrar o nosso cerne.
Vou continuar sempre a cantar,
Até não conseguir mais falar,
Que se assim algo eu mudar,
Terá valido a pena o meu pensar.
INDAGAÇÕES DA MINH'ALMA
Será que o ontem não existiu?
Que a tempestade que se formou,
não aconteceu?
Será que não houve adeus?
Não houve partida?
Não houve lágrimas?
Talvez houve tudo...
Talvez não houve nada...
Será que tudo foi uma densa
nuvem que cobriu o sol?
Ou será que o dia cansado
fechou os olhos e dormiu?
Talvez não houve tristezas...
Só houve cânticos de anjos,
lhe dando boas vindas...
Será que ontem eu não sonhei
um sonho ruim?
Será que hoje ao abrir os olhos,
não descubro que o ontem já passou?
Minh'alma indagadora precisa saber,
se o ontem foi real ou quimérico!
Só assim ela poderá ficar em paz!
Talvez... Quem sabe...?!?
Direitos reservados*
Cecília-SP/01/2008*
Até quando irei esperar
por teu abraço?
até quando irei andar
em teu encalço?
meu corpo é um marasmo
se contorce em espasmos
quando penso em seu descaso
ao me ver.
longe do teu laço
meu espírito se tornou devasso
minhas idéias em pleonasmos
Deus por todos os astros!
me faça te esquecer.
até quando irei esperar...
por teu abraço?
incerta dúvida
espera estúpida
vontade estulta
não sei mais como agir
cético se tornou o meu pensamento
pérfido meu sentimento
não ligo mais para o meu sentir
perdura em mim a vontade delirante
os desejos me vem e vão como um bumerangue
quando penso em ti me sobe o sangue
não sei mais por quais caminhos andar
lamento apenas não ser efêmera
essa minha inquieta querência
que dia após dia se torna em displiscência
esperando você voltar...
quero que termine este dia
que tantas agonias
trouxe ao meu ser
e que todas as idas
e todas as vindas
me fação te esquecer
só assim...
meu coração,irá enternecer.
Chuva Heavy
12/07/2007
Um grito,
Uma alma...
sufocada,
retida na armadura
que ela própria criou...
Um grito,
promessa de Liberdade...
Meras Promessas!!!
Meros sonhos
Mera alma...
Um grito,
encarcerado em regras,
estradas de liberdade
e vias da felicidade
(assim o dizem).
Um grito,
quebrar barreiras...
passar fronteiras...
quem me dera!!!
quem me dera!!!
POESIA
JOANINHA VOA
EDIÇÃO
CARMEN CECILIA
MÚSICA
UN NOM D' UNE FEMME
Quando eu sonhava
Sempre que eu sonhava
Pensava ter teus sonhos
Nos meus!...
E no sonho
Eu via-te e sentia-te
E quando acordava
Tu estavas lá
Não eras uma imagem
Fugidia
Eu tocava-te
E alcançava-te
Sabia de prazer
E de dor
Agora desperta
Que vejo eu?
Raio incerto
Um trajecto
Descaminhado
Vagão descarrilhado
Imensa solidão
D´um pensamento
Atrofiado
Que nunca foi projectado
No tempo que era tempo
No tempo que era dado
Quando eu sonhava
Pensava que tínhamos
Os mesmos sonhos
Os dois!...
Tudo tem um tempo,
Para acontecer,
Só espero escolher o tempo,
Melhor para escrever.
As voltas que a vida dá,
Têm um tempo concreto,
É isto que faz deste mundo,
Um mundo amargo e discreto.
Será que chegou o meu tempo,
Será que chegou o momento,
Da partida inesperada,
Que por mais inesperada,
É já sempre aguardada,
Num único e último lamento.
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