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Sou lunático sob o véu solitário
Fechado por a porta do meu armário
Submisso ao tempo de serenas cores
Na poesia por baixo das minhas dores
Visito, o meu eu e vejo-o apaixonado
Na companhia da alegria ali ao lado
Orgulho gentil do meu tamanho lugar
Partida de total doação ao meu continuar
Cheguei até aqui ao todo do coração
No servir melhor a minha dedicação
Triste alegria construída de amor
No ser como sou no alívio da dor
Na poesia construo emoções
No amar descomponho ilusões
Vivo o imaginário do querer
Em tudo que aprendi sem saber
Comentários
DIRCEU / HENRIQUE FERNANDES
Neste momento, só estou registrando-lhe alguns votos, pois, estou muito cansado.
Mas gostaria, de pedir-lhe autorização, para copiar sua foto do NICK, e se possível, utilizá-la em meu vídeo poema VIAGEM DO TREM ENCANTADO, 5ª parte, que se dirige desde a Costa de Caparica para a Cidade do Porto, após, Lisboa, onde embarcarão os poetas e poetisas que faltam para nossa viagem encantada em direção à Escolinha da Fernanda. É tudo imaginário. Como você fala, no final desta poesias. Eu na verdade já sou vovô, mas me sinto um menino, e meu netinho de 8 meses, me acompanha nessa viagem fantástica e por isso convido-o para viajar conosco.
Não precisa se preocupar com horário e local de embarque, embora a cenas de Lisboa, seja na Estação Santa Apolônia, pois, levamos com nós a Estação 9 3/4, e esta surge em qualquer local.
OBRIGADO.