Poemas

Foto de Grace Rosario

Era uma vez!!

Era uma vez
Eu me apaixonei
Era um dilema
De corpo e alma
Máximo de amor eu o dei.

Foram muitas vezes
Deste amor eu me afastei
Pela loucura e desconfiança
De assusto com uma onça
Com tristeza sem saber farei.

De longo tempo eu passei
Com a conclusão eu cheguei
Foi um ser humano eu amei
Uma criatura com inteligência
Uma mistura de compaixão e justiça
Uma raça de rara loucura
Que me fascinou e ainda me fascina
Loucura é amor ou amor é loucura
Afinal de conta, está tudo na mesma
Não és ?

Foto de Alexandre Montalvan

Delírios

Foto de Lucianeapv

TUDO É RELATIVO...

TUDO É RELATIVO...
(Luciane A. Vieira – 07/07/2010 – 11:10h)

Na poesia
Tudo é um motivo
Tudo é pretensão
Tudo é só perdão
Tudo acaba em solidão...
Na arte
Tudo é improviso
Às vezes é compromisso
Geralmente é sacrifício
Mas arranca do menestrel
Vastos sorrisos...
Na música
Se usa artifícios
Algumas vezes se pede armistício
Seguidas vezes se acaba em reboliço
Mas o bom mesmo é terminar
Onde começam os artifícios...
Lembre-se que:
Não há poeta... Não há música...
Não há arte... Se não existir quem as
Leia... Ouça... ou as
Enxergue com os olhos e os ouvidos
Da alma e do mundo...
Pinte-me de lilás...

Foto de Lucianeapv

ESPELHO

ESPELHO
(Luciane A. Vieira – 14/02/2012 – 11:12h)

No espelho da alma
Se reflete todo sentimento
Escapando do olhar
Que se abre no firmamento
Dos sonhos filtrados em um sorriso
Vibrando no pensamento
Da natureza brincando com os sentidos
Do segredo que nasce na brisa leve...
Eu sonho colorido
E meus gemidos se percebem no vento
Onde se desfazem e retrocedem
E se transformam, novamente,
Em singelo sorriso...
Folhas caem... morrem... revivem...
Tenho em mim que o tempo urge
E minha aura ainda fulge em
Meus singelos delírios...

Foto de So_fia_So

Homem sem sentido

Quando vais

Nem um rasto deixas.

Levas no olhar

Um futuro fixo

Onde não apareço.

Depois,

Vais deixando pegadas,

Murmúrios já cansados,

Com medo que me esqueça

De Ti.

Para quê?

Onde estás

Eu não existo

E esforças-te

Por te lembrar

Que o tempo tem

Um passado

Onde gostas de te vir

Enroscar no futuro

De planos

Que só sonhas.

Do lado de lá

Não sou nem sombra.

O que dizes

É espuma que

Chega já morta.

Fica na onda,

Enrola e desaparece.

Sou um espectro

Que só volta

Sempre que

Atravessas a ponte

E o cinzento se veste

De cores.

Do lado de cá.

Nesta margem

Que Te divide,

Nem sabes bem

Se existe(s).

Dá-te prazer

Esta viagem.

Nunca saiste do País

Fazes turismo

De norte a sul,

Foges um pouco

Do que sabes de cor.

Mas, na verdade

É na outra margem

Que estás sepultado.

Para quê as flores

Deste lado?

Já perderam a cor,

Secaram.

Foto de nelson de paula

O SELO DA SORTE(de "Vozes do Aquém")

A sorte
não está
ainda
selada,
está
apenas
lançada.

Para atravessar
o rio
não há
nenhuma condição,
apenas disposição
de molhar
os pés.

Água
faz bem,
carrega
os piolhos e o pó,
mas,
nem sempre,
livra
dos pecados.

Por isso
não se deve
ter
pressa
de atravessar.

Fica
mais leve
quem
aproveita
a paisagem.

Ao subir
do outro lado,
a cabeça muito erguida
pode vir a ser
alvo fácil,
a não ser
que o capacete
seja de prata,
marcado
com as letras
mágicas.

O céu, meu amigo,
precisa
ser conquistado.

Não sei
se deve
ser
a ferro
e fogo.

Mas,
não cabe

covardes,
senão,
como
ultrapassar
os demônios?

A palavra
desembainhada
penetra
com rigidez
o tórax
do anjo
guardião.

O qual
soluça.

E abre bem
o caminho
do umbral
secreto.

Foto de So_fia_So

TALVEZ

Talvez começasse a festa cedo demais.

O bolo se tenha estragado.

O vinho tenha azedado.

Pareceu-me estar tudo certo.

Afinal, estava tudo errado.

Tudo ou nada.

Hoje nem a voz do rouxinol ouvi.

O silêncio

Calou-se de vez.

Não quer sequer

Tentar soletrar uma palavra.

Também «uma imagem vale mais que mil palavras».

E hoje, não só não ouvi o rouxinol,

Como nem tão pouco vi o rosto

Daquele que me diz amar.

Foto de diny

COMO UM SOL

COMO UM SOL

AMOR DO MEU AMOR

MEU SER TODO TEM ÂNSIAS DE TI
E JÁ NÃO SEI MAIS O QUE FAÇO
PRA NÃO CORRER PRO TEU ABRAÇO
IGNORANDO FRONTEIRAS, ESPAÇOS
DAS TUAS DISTÂNCIAS DE MIM!

AH ESSA DISTÂNCIA FRIORENTA E INFINITA
E A FALTA TUA GRANDE AMOR
QUE MINHA ALMA CHORA,GEME , GRITA
E TEM FEBRE POR LOUCURAS;
COMO O CALOR DO TEU CORPO NO MEU.

SIM, EU TE QUERO COMO LOUCA
DESEJANDO O MEU CORPO NU, NO TEU ABRAÇO
NA VOLÚPIA DOS TEUS BEIJOS, A MINHA BOCA
ENTRE SUSPIROS, SUSSURROS E AMAÇOS
E NOS MEUS BRAÇOS TU! INEBRIADO DE AMOR

ENTÃO, LOUCO DE AMOR POR MIM
VEM AQUI; ME TOQUE, ME PROVOQUE
PÕEM AS MÃOS EM MIM SOU TUA
ME INVADA, PENETRE, POSSUA!
FAÇA MEU SER INTEIRO GEMER POR TI...

FAÇA COM QUE EU ENLOUQUEÇA
TANTO ANSIAR,DESEJAR QUERER
A TUA CABEÇA NO MEU TRAVESSEIRO
NO MEU CORPO INTEIRO,O TEU CHEIRO
AS TUAS ROUPAS ESPALHADAS PELO CHÃO...

AI...VEM; VEM AMOR, MEU AMOR
SE MORRO DO QUE SINTO TANTAS VEZES
VEM PERPETUAR O ÊXTASE
EM TUDO QUE TENHO E SOU
POIS EU TE QUERO EM MIM SEMPRE!
COMO UM SOL...

Mas não se assuste!
sei que és um Anjo
sou desigual dos Anjos;
por isso ardo assim! porém se quiseres
vem pra mim,
vem ficar comigo
trás contigo tudo o que és;
a tua voz, a tua doçura,
o teu sorriso,
e eu te farei um paraíso;
SÓ PORQUE TE AMO!

Diny Souto

Foto de So_fia_So

SONHO

Vou partir.

O comboio vai partir.

As paisagens vão suceder-se,

Sem separação entre realidades.

Não haverá enjoos

Nem dissabores.

As minhas viagens

São sempre felizes,

Talvez para esquecer

Os dias tristes

Que se vivem

E todo o mal do mundo.

Acordo a sorrir

E tenho Anjos

Que tomam conta de mim

E me contam anedotas.

Tiraram o curso de criativos

E são muito divertidos.

Vou.

De manhã, esperarei o sol

E a mensagem do meu Amor.

E que o dia corra

Como Deus

O escreveu,

Segundo a sua vontade.

Eu cá estarei

Para ficar ou partir,

Sem medo,

Com lucidez

À espera da minha vez

De atravessar o rio.

Enquanto isso,

Vou vivendo o dia,

A alegria, o Amor,

E tudo o resto

Que faz encobrir

O sol

E gelar-nos as veias,

Se for mais um dia

Em que nos calarão

A boca.

Pode ser

Que amanhâ

Nasça outro cravo

Não importa de que cor,

Nem importa qual a flor.

Foto de Alexandre Montalvan

Legado

O teu legado é desespero
É fúria do céu cinzento
É a força dos ventos
Que varre a terra e a deixa nua

O que tu deixa são águas turvas
Que emolduram a face escura
Olhos de fogo como o sol do fim do dia
Hipnotizam na louca paixão, na magia

E agora partes como um vira-mundo
Roubando de mim todos os segundos
E a vida finda eu pressinto...

Deixa magoa que em mim aflora
Esta dor tão latente e sonora
Em minha alma eu apenas sinto...
E agora!

Alexandre Montalvan

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