Poemas Inéditos para Colectâneas

Foto de Carmen Vervloet

Borboleteando

Deixou o casulo,
secou as asas e voou
leve, livre e solta,
pousando de flor em flor...
Depois de um parto dorido
gestado em anos de dor.

Liberdade era tudo que queria,
sentir o prazer de um novo vôo
pousar onde a atraia a cor.

Borboletear... Nos teares do roseiral,
tecer um sonho bonito
nos fios do essencial.

O espírito até então enclausurado
tinha ânsia de bem querer,
o néctar da liberdade
queria em sofreguidão sorver

Pousar na pétala de felicidade macia,
realizar sonhos de sua autoria,
pousar num ninho sem correntes
onde apenas houvesse um beijo quente.

Foto de Carmen Vervloet

Sem Limites

O minuto que passa já faz mais velha a hora
E o tempo transpassa os anseios da alma
Na pele o sulco feito na quietude das desoras
Desassossega-me e me faz perder a calma.

Ontem eu tinha a benção da inocência
E meus sonhos voavam livres, sem laços...
Mas perdi, entre escalas, minha santa paciência
E nada mais me satisfaz nesse sufocante espaço.

Nem sei se o que desejo tem nome e é real
Busco algo maior, melhor, intenso, sensacional...
São emoções nunca por mim vividas
São desejos prementes desta alma incontida.

Quero agarrar o ilimitado entre as horas que se vão
Quero desprender, do corpo, correntes e laços
Não quero ver minha alma acorrentada por aço
Preciso voar... voar... tirar meus pés do chão!

Agarrar sensações totalmente desconhecidas
Talvez uma verdade inventada
Que pode até não me levar a nada
Mas que mobilize afeto e emoção
Mesmo que me arrisque à vertiginosa queda
E parta em pedaços meu coração!

Foto de CarmenCecilia

Um lugar....

Um lugar...

Procuro uma fenda...
Que me defenda...
Dessa eterna vigília
Um lugar que brilha...
E com seu raio dourado
Traga-me o inesperado
Uma eterna sensação
De magia e ilusão...
Apaziguando, aquietando
Como uma canção de ninar
Minha alma, meu coração...
Trilhando cada passo
De um novo desfolhar...
Dos sonhos que inquietam
Da procura incessante
Do que realmente é importante
O instante seguido de outro instante
A seqüência do dia e da noite
E das tardes escorregadias
E em liberdade cantarolar
Esse novo percurso...
E esse novo caminhar...
Esse lugar...
Quero achar...
Quem poderá ensinar?

Carmem Cecilia
24/11/2011

Foto de Edigar Da Cruz

Índice

Índice
Quisera eu
Escrever todos os tons de poesias,.
Quisera eu ser,..
O discernimento mais lindo,..
Quisera eu te amar tanto assim,..
Como amo feito a historia sem fim,.
Quisera eu ser o indicie do amor,..
Um poeta a um soberano escultor,..
O absinto de olhos de amor,..
A historia infindas de sentimos perfeitos de exales de amor e paixão,..
Vem sacramentar esse amor junto ao meu,.
Ao meu ao seu sendo sacramentado de desejos sem fim,..
E meu e seu e nosso leu infinidades da arte do indicie ,.do amor perfeito.
Vem minha poesia ser o foco da paixão,.
O perfil da minha poesia um premio lindo do coração,..
Deixa o seu coração junto ao meu!
Meu refugio secreto! Minha ilha do prazer,..
Quero flora junto a pele além do céu e do mar
Onde estiver que ir estarei lá,..
Então vem faz aquele amor comigo,..
Vamos proclamar a liberdade do nosso amor
Nos anseios do calor dessa intensa paixão..

Autor >>Ed.Cruz

Foto de Lefurias

Foi você

Estava olhando as estrelas
E me lembrei do seu olhar,
Foi dessa maneira
Que descobri te amar...

Eu não acreditava
Nessa história de amor,
Mas nunca me esqueci
Do dia que a gente se beijou

Foi você que me mostrou
O que é realmente amor,
Quando seu olhar brilhou...

Foi você que me ajudou
A entender o que é paixão,
Completou meu coração!

Sensações do luar
Me fazem imaginar
De novo te beijar,
Vou te conquistar de vez,
Pra mim você vai voltar...

Eu não acreditava
Nessa história de amor,
Mas nunca me esqueci
Do dia que a gente se beijou

Foi você que me mostrou
O que é realmente amor,
Quando seu olhar brilhou...

Foto de Edigar Da Cruz

Outra mística

Outra mística
Apenas você estrela guia,.
Só os sussurrou-os,
Só os Sons,..
Apenas você !,..brinquedo,
Brinquedo lindo de poesia,..
Do brinquedo lindo do coração de poesia,.
Que vem e vai saudades mil,.
Dessa saudades da místicas dos sentimentos,.
Feito uma pedra Rara de Ferrari,.
Ou bebida suave exalando forte como saque,.
Vem saudade mística,.
Declama frase interligue de poesias ,
E diferente de recitar e prestigiada de paz ,
E o Paraiso! É como Borboletas livres,
E como caminho de profecias,.
E um anjo chamado meu guia de místicas,.
É o Amor e a evocação,.
E a escolhida para ser dona do coração,.
E a minha da, força maior dona do coração,.
Da boca da celebridade que ressalta da paixão,.
Minha mística minha luz do mel do coração

Autor:Ed.Cruz

Foto de carlosmustang

SÃO APENAS.....PEQUENAS

Que bom que a nossa existência fosse um filme
Via o que de ridículo exibiríamos, erros
Avaliaremos nossa posição, desejos
As escolhas, torcer para um time

Arrependimento, afetação a mim
Paralisar com críticas
Tolher com místicas
Obliquar enfim

Pra valer
Tambem
Amém

Viv

Q................................................
...................................................
........

Foto de Carmen Vervloet

E por que não?

Quem sabe, no condão do sonho,
na repetição e insistência dos nossos desejos,
galgaremos o trampolim das estrelas
e bentos nas fontes da fé,
penetraremos na face iluminada da lua
transporemos arco-íris de esperança,
onde só as aspirações mais secretas alcançam
transformando em realidade
o que o coração soprou,
a mente arquitetou,
e a alma acreditou...
Quem sabe!...

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Foto de Rosamares da Maia

TRIBUTO AO TEMPO

Tributo ao Tempo

Tempo a fórmula e resolução,
Tempo a forma e destruição,
Memória viva e esquecimento,
Certeza e contradição
Antítese plena entre realidades,
Que transforma éter em verdades.
- Éter que é vida entre tempos.

Tempo. Quem ou o que é você?
O pleonasmo dos viventes?
Hoje brilho em olhos reluzentes,
Amanhã pálidas e embaçadas pupilas.

Tempo, estavas refletido no espelho,
Olhavas para mim.
Como um menino assustado
Pasmo tocava meus cabelos
Tentando arrumar o seu desalinho,
E o que restou da minha vaidade.
Tuas mãos confundiram-se com as minhas

Dos teus olhos rolaram pacíficas lágrimas,
Que aparei constatando nossa inequívoca simbiose.

Rosamares da Maia
06.01.2006

Foto de Rosamares da Maia

VIVEIROS DE SOLIDÃO

Viveiros de Solidão

Mais uma pomba desgarrada parte,
Alça voo do sétimo andar.
Algumas de asas partidas,
Fustigadas pelo vento,
Em voo solo encontram o chão
Em fim, sepultam a sua solidão.
Pombas dos pequenos apartamentos,
Dos viveiros de solidão
Dos pombais de Copacabana.
Quitinetes entre soluços e sussurros,
Transpirando mar e lascívia.
Murmúrios e segredos de pó,
Aspirados num dólar barato,
Entre desencantos e crimes.
Viveiros de status e aparência,
Viveiros de solidão.
Soprados na fumaça do oitavo andar,
Que desce e me intoxica.
Canabis e panelas queimadas,
A loucura do striper no elevador.
Outra pomba salta do sétimo andar.
Voa até o mar, respira e morre.
Beija o sal da angustia e se liberta
Foge dos Viveiros de lascívia e solidão.

Rosamares da Maia

18 de outubro. 2011

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