Simples

Foto de diana sad

¨*sou eu¨¨*

Ter coragem de olhar a vida olho no olho
Sorrir e com ela brigar
Namora-lá e confiar
Chorar e cantar. Com a vida casar.

Eu creio em mim
Em algo maior
Vejo meu valor e dos meus irmãos
Sou ferro e fogo
Sou ar e solidão
O bem e o mau
Sou eu...
Do que o vizinho diz bossa até o carnaval
O meu sangue tem nome é rock
Eu amo alguém
Mais ainda no amor não tive sorte
Um dia eu cantarei pra você
Em versos simples teus olhos
Da forma que eu os vejo
Cantarei a sua boca da forma
Que eu imagino seus beijos

Enfim sou eu...
Tentando confiar na vida que deus me deu
O poeta escreveu
O que aos poucos sem saber leio e sem entender às vezes
Eu teimo, sem saber que cada estrofe tem o seu por que.

Ter coragem de gritar o amor encravado dentro do peito
Dar e receber respeito
Olhar olho no olho o sujeito: ser humano
E fazer de minhas vontades o meu ritual
Ri do que eu achar extremamente necessário
Chorar sim mais só pra aliviar...

Foto de Lou Poulit

A MONTANHA E O PINTASSILGO (CONTO)

A MONTANHA E O PINTASSILGO
(Parte 1)

O pintassilgo é um pássaro bem pequeno. Mas é um grande cantador e tem a especial capacidade de executar seqüências surpreendentes de sons. Tais são os recursos canoros que a natureza lhe deu, que consegue imitar com perfeição o canto de muitos outros pássaros, grandes e pequenos, receber territórios que equivocadamente lhe atribuem e atrair muitas fêmeas de diferentes espécies que, entretanto, ele não pode amar. Pelo menos do modo que elas desejam. E como se nada lhe bastasse, vai muito além. Usa seu imenso potencial “técnico” para exercer seu maior talento: cria suas próprias composições, para atrair também as fêmeas da sua espécie e levá-las ao seu ninho, construído sempre em algum lugar muito alto. Como personagem dos palcos da natureza, o pintassilgo aparenta ser um sedutor compulsivo e generoso, insustentável e gratificante. Talvez seja algo dissimulado, porém com certeza é muito competente e nem um pouco condenável. De modo que, estando ele metido entre as folhas de um ramo denso qualquer, ouvindo um portentoso pio seu os outros pássaros imaginam: é um grande pássaro! Ou escutando uma seqüência doce e languidamente sussurrada, outros mais decerto deduzem: é divino, um verdadeiro mestre!... Mas não. Trata-se apenas de um artista. Um pequeno grande artista, que parece dono da sua liberdade, mas é confinado em sua própria natureza.

A montanha é muito antiga. Ao contrário do pintassilgo, ela não parece nada frágil. Quem quer que olhe assim para ela, altiva e ensimesmada, há de imaginar que talvez seja muito solitária. Mas com certeza é uma fortaleza, resistiu aos séculos, aos milênios, nem todos os raios foram capazes de alterar o seu humor, nem todos os ventos puderam mostrar o pudor sob suas vestes e nem todas as chuvas puderam lhe causar um simples arrepio. Ela é uma montanha. Impassível, sóbria e sem medos. Tem um quê de altruísta, mas é impenetrável em seu silêncio. Aliás, diga-se de passagem, seu sagrado silêncio, já que a pedra, desde os tempos mais remotos e a mais remota concepção a cerca de Deus, sempre foi lugar de sacrifícios, portanto depósito de todas as aflições e anseios. A montanha guarda muitas cicatrizes, como se raios justiceiros e aguaceiros misericordiosos, escrevessem a fogo e água em seu imenso dorso (para que na posteridade todos entendessem) uma espécie de definição da transitoriedade de tudo. O pintassilgo talvez não pense nisso. Por certo, quando sente se aproximar uma tempestade, o pequenino não consegue pensar em coisa nenhuma. Mas nem mesmo aquela montanha tão grande, de tão subterrâneo pudor imolestável, pode ser eterna, porque a eternidade é maior do que todas as coisas e mais resistente do que qualquer concepção, pudica ou não. A eternidade é o único lugar onde a verdade pode repousar da ignorância alheia e sentir-se íntegra, e plenamente segura. Assim como quer sentir-se a poderosa alma sensível do frágil pintassilgo, acomodada entre as delicadas flores que ajardinam as cicatrizes. Contudo, nesse momento a sólida paz da montanha é alicerçada sobre a lembrança de incontáveis milênios, enquanto toda a alma do pintassilgo, que tem apenas o brilho pulsante de um pirilampo, é atormentada, durante agônicos e intermináveis minutos, por sua memória recente, em que penas encharcadas antecipam novos ventos, e os seus arroubos e alardes cruéis.

Perguntou a montanha ao pintassilgo: Por quê ficas assim encolhido nas minhas fendas, quando podes ir às alturas, sempre que bem entendes, em todas as direções?... O bichinho sorriu, balançando a cabecinha enterrada no corpo, e respondeu com outra pergunta: Não vês que vem chegando uma tempestade com ventos terríveis? Não ― o rochedo mostrou-se surpreso ― não vejo nenhuma. Onde vês tu? Ora Montanha, como podes, sendo assim tão alta, não perceber uma tempestade? Bolas, por quê me sentiria na obrigação de percebê-la? Ventos não me afetam, não a percebo por isso. Mas percebes a mim ― retrucou a avezinha inconformada ― que sou tão pequeno e frágil. Gostas tanto assim de mim, “sua” brutamontes? Depende, sim e não... Como assim ― com uma das patinhas o pintassilgo coçou a cabeça ― “depende, sim e não”, gostas ou não gostas? Hum... ― A montanha refletiu e depois explicou ― Quando tu cantas maviosamente sim... Porém, quando me emporcalhas com teus dejetos silenciosos... Definitivamente, não! ― A montanha asseverou... Ora, eles têm utilidade ― o pequeno justificou-se ― trata-se de adubo! Adubo, Pintassilgo? Sobre rochedos? Que tipo de fruta-pedra mais te regala? Não me subestimes, “seu” pinguinho empenado... Me desculpe, dona Montanha... Também é tão pouquinho, pôxa vida... Ah, achas que é tão pouquinho porque só sentes o que passa pela tua cloaquinha. Tem idéia de quantos outros, assim como você, com cloaquinhas e cloaconas, também fazem isso que dizes modestamente ser “tão pouquinho”? Pelo menos os ventos, se viessem mesmo como adivinhas, trariam as chuvas que lavariam estes pouquinhos todos. Ah, dona Montanha, não repitas isto porque as lufadas me carregariam longe, me jogariam contra tudo e contra todos, e a chuva me encharcaria as penas até não poder mais voar. Eu poderia sobreviver sem cantar nenhum dos meus muitos cantos, mas não sem uma só das minhas asinhas, que se quebrasse. De imaginar já me borro todo. Não, não, Pintassilgo! Tenho uma idéia bem melhor. Do alto da minha longevidade dou-te graciosamente um sábio conselho: não penses. Não imaginar coisa alguma fará muito bem à tua saúde... E também à tua flora intestinal!

(Segue)

Foto de Lou Poulit

A MONTANHA E O PINTASSILGO (CONTO)

A MONTANHA E O PINTASSILGO
(Parte 2)

Com o passar do tempo, a tal tempestade não viera e duvidando de que viesse, afinal a montanha apiedou-se do pintassilgo, que se mostrava irredutível. Pediu que cantasse alguma coisa, depois que voasse para outra fenda só para ver o colorido das suas penas, pediu até que fizesse ao menos alguns passos da sua dança nupcial, o que era capaz de despertar sincera inveja da montanha. Tudo em vão. O passarinho só conseguiu emitir um único pio, mesmo assim em um tom debochado. A montanha então se indignou: quem esse cara pensa que é ― perguntou a si própria ― qualquer um dos sóis que passaram por aqui nos últimos mil anos daria qualquer coisa para me ver pedindo algo a alguém! Qualquer estrela desceria do infinito para me salvar, como se eu fosse a sua dracma perdida particular! Que raio de motivo pode ter este ínfimo montículo de penas, para recusar os pedidos tão simples de uma montanha tão maior que ele?

Raio?! Onde, onde dona Montanha? ― O pintassilgo saiu subitamente da sua silenciosa meditação. Ora, Pintassilgo, não sabia que tu és capaz de ler pensamentos. Não o sou de fato, exceto quando podem ser um indício de tempestade. Verdade? É verdade sim... Eu estava aqui quietinho, quase zen, entrando em alfa. Sei... Um zero à esquerda. Não! Um zero não. Nem à esquerda nem à direita. Mas nesse estado, a minha mente poderosa é capaz de proezas que não podes imaginar... Ah, mas que bichinho mais pretensioso. Tuas explanações a respeito são desnecessárias. Esquecestes de que sou uma montanha? Eu já dominava estas técnicas muito antes dos teus ancestrais secarem as penas. Eles foram pegos por uma tempestade, foi? Que tempestade o quê, Pintassilgo, tu tens fobia de tempestade. Então por quê ficaram com as penas molhadas? Pintassilgo... Quis dizer-te que nós as montanhas passamos a vida a meditar. E que eu já houvera feito isso por uma pequena eternidade, quando os primeiros pintassilgos migraram do mar para a terra. Entendestes agora? Não sei bem, dona montanha. Penso que podes estar a me enrolar com esta tua sabedoria. Ora, por quê? Porque se meus ancestrais moravam no mar, deviam ter escamas e não penas molhadas.

A montanha aprumou-se nas suas profundezas e pôs-se a refletir por um instante: precisava concentrar-se mais, era muita arrogância para o seu gosto, contudo até que ele era bem esperto. E também teimoso como uma pedra... ― a montanha riu-se da própria piada. Depois, pensando bem, sentiu-se compelida a reconhecer que a tal tempestade, justo por não chegar, houvera lhe feito um bem. Deu-se então conta de que havia uma velada simbiose naquela relação aparentemente pouco útil. Mais que isso. A amizade de um passarinho não deveria ser importante para quem tenha a vida de uma montanha, muito menos os seus dejetos, que já lhe pareciam suportáveis. Sequer deveria tê-lo percebido, ele não viverá tempo bastante para ser importante. Entretanto, embora isso fosse difícil de explicar, já o era. Tanto que lhe preocupava. Conseguira despertar a piedade de uma montanha!

De repente o pintassilgo cantou, arrancando a montanha das suas reflexões. E logo ele ergueu-se, espreguiçou-se abrindo longamente as asas e depois sacudiu-se todo, da cabeça a ponta do rabinho. Mas a montanha ficou dividida. Em parte era o que ela queria antes: vê-lo menos triste. Por outro lado porém, ao vê-lo assim ela teve um pressentimento desagradável. A montanha dissimulou: Ora, ora, que bom vê-lo tão bem disposto, Pintassilgo! É mesmo, Montanha. Acho que a tempestade foi passear no mar... Talvez, mas, olhe aí bem ao teu lado, estas sementes fresquinhas, devem estar uma delícia e servirão para que reponhas as tuas forças. Nossa, Montanha, eu não estive doente. É, mas ficastes aí nesta fenda quentinha por horas, como se esperasses pelo fim do mundo, e não te alimentastes nem um pouco. Sei que tu estás todo doído. Não estou não, dona Montanha, e para que tenhas certeza disso, vou descer ao vale e comer as mais tenras lagartinhas, que não agüentam subir aqui. Sementes são comida para pintassilgo com auto-estima baixa. Mas Pintassilgo, não há necessidade ― ponderou ela ― então não sabes que sob as pedras também há insetos apetitosos? Claro que sei, mas estes têm sabor de terra. As lagartas que se empanturram de folhas têm um suculento e variado sabor, dependendo das folhas que estiverem comendo. Para um pintassilgo, o vale na verdade é uma colossal bandeja de salada, hum... É simplesmente irresistível!

O bichinho parecia mesmo decidido e a montanha já se sentia irritada com tanta teimosia. Mas como, para uma montanha, não é bonito que se exploda por um reles pintassilgo, somente porque ele não quer entender os seus tão bem intencionados motivos, ela optou por mudar a tática: Se tu te contentares com as larvas que te ofereço, antes de cair a noite te contarei um segredo que vais adorar. O pintassilgo franziu a testa e refletiu. Depois tentou negociar: Talvez... Se me contares logo. Ah, contando logo não terá graça nenhuma. Mas, ao cair a noite já estará na hora de dormir, e o que vou fazer de bom com este teu segredo? Que me importa? Azar o teu ― Ela dissimulou... Caramba, dona Montanha! Não eras tu que me aperreavas para que saísse a voar por aí? Estás a me esconder algo.

(Segue)

Foto de Lou Poulit

A MONTANHA E O PINTASSILGO (CONTO)

A MONTANHA E O PINTASSILGO
(Parte 5)

A novamente recolhida em si, a montanha não se conformava. Como podia ser aquilo? Um pintassilgo tão lépido e inteligente tinha obrigação de encontrar a saída providencial. Será que a velhice roubara a sua visão? Claro que não, para outras coisas não! Medo de vento ele sempre tivera, mas ante a possibilidade fortuita de recuperar a sua sagrada liberdade, não poderia titubear em optar pelo vento que, diga-se de passagem, não seria mais perigoso fora do que dentro da gaiola, onde já havia entrado. Não, tinha que haver uma outra razão plausível.

De repente, ela se recordou de um detalhe que lhe pareceu importante: durante o imenso minuto em que tudo aconteceu, em nenhum momento o pintassilgo lhe dirigiu sequer um único pensamento. Foi como se ele não ouvisse os seus apelos agoniados, para que fugisse pela portinhola entreaberta, antes que fosse tarde demais. Por que tal comportamento? Será que não mais considerava valiosa a especial e já manifestada amizade de uma montanha? Ora, não havia dado a ele nenhum motivo para tamanho desprezo, muito pelo contrário.

Sua indignação contudo ainda se transformaria em perplexidade: algum tempo depois a montanha foi arrebatada das suas reflexões pelo canto, agora de fato inconfundível, do seu pintassilgo. Lá estava ele novamente. A gaiola fora reposta no mesmo arvoredo, reabastecida de sementes e água, parecendo que nada havia acontecido ao passarinho. Até se poderia deduzir que estava mais feliz do que antes da ventania. Coisa mais absurda ― disse ela a si mesma. Porém, era evidente, nenhum pintassilgo deprimido poderia cantar tanto nem com tamanho virtuosismo, nem dar cambalhotas no ar e fazer outras piruetas. Até um banhinho ele tomava. Sucinto, como são os banhos dos passarinhos, que não têm muita intimidade com líquidos e nem muito o que lavar. Mas bem diante dos arregalados olhares da montanha, o bichinho espirrava água para todos os lados, enquanto, literalmente, mostrava ser também um entusiasmado cantor de banheiro.

Quando a tarde já se preparava para anunciar a sua partida, uma cena insólita mais uma vez surpreendeu a montanha. Vieram os dois caçadores na direção do arvoredo. O velho, ensimesmado, apertando as pálpebras como que por impaciência, não respondia uma só palavra, ao passo que o jovem, mostrava-se inconformado. Alguma coisa o levava a gesticular muito e a despejar no vento repetidos argumentos, tão atropelados que era difícil entender o mínimo. Até mesmo interpor-se no caminho do outro o jovem tentou, inutilmente. Para espanto até do pintassilgo, não apenas o caçador mais velho retirou a gaiola do galho em que estava pendurada, como ainda meteu a mão pela portinhola, apanhou o bicho apavorado entre os dedos, grosseiros mas cuidadosos, e em seguida simplesmente abriu a mão e esperou que ele voasse. O passarinho atônito demorou a entender, porém depois de poucos e longos segundos, mais assustado do que feliz, lançou-se no vazio, seu natural quase esquecido pelos anos de cativeiro. Com um sorriso contido no rosto também marcado pelo tempo, o homem ficou olhando onde ele pousaria. Por seu lado, aborrecido, o jovem virou-lhe as costas e com as mãos na cabeça, numa expressão de perda, foi-se embora a passos duros na direção do vale.

O pintassilgo não chegou muito longe em seu primeiro vôo. Não mais reconhecia a liberdade, suas possibilidades e perigos. Logo percebeu que praticamente nada estava tão perto e disponível, e que necessário se fazia agora dosar o esforço de se deslocar. A satisfação das necessidades dependeria de ser capaz de reconhecer seus limites. E aí estava uma coisa que não lhe parecera importante durante muito tempo: teria que olhar para dentro de si, em vez de conhecer, por dentro, apenas a gaiola. Mas a prática de todas essas coisas teria que ficar para o dia seguinte, pois já estava completamente escuro. A noite, fora da gaiola, era terrivelmente assustadora, até porque, embora estivesse acomodado em um lugar bem seguro contra predadores, ele não sabia disso. Perdera as referências para avaliar a sua segurança e, desse modo, tudo parecia potencialmente perigoso. Os múltiplos sons da noite, assim mais se assemelhavam a uma sinfonia macabra. Fora das paredes da casa do velho caçador, o mundo se tornara quase desconhecido. Não havia mais o acolhedor teto de sapê seco. Não havia ali, na verdade, nenhum teto e o sereno já se mostrava ameaçador. Em compensação não havia nenhuma ventania (Céus! Uma ventania no meio dessa escuridão seria morte certa e dolorosa!), contudo a aragem natural e constante da noite, resultante do resfriamento, tornava difícil manter uma camada de ar, aquecido pela temperatura do corpo, entre as penas e a pele delicada. Apesar de ser pessoa de intelecto muito simples, o caçador sabia que os passarinhos dependem disso para sobreviver e tivera sempre o cuidado de manter a gaiola em algum lugar bem protegido.

Porém, todas essas perdas decorrentes do cativeiro prolongado pareciam secundárias, do ponto de vista de alguém que não poderia caber em gaiola nenhuma. A montanha passara as últimas e desesperadas horas tentando se comunicar com o pintassilgo. E assim foi, ainda por outras horas. Era alta madrugada, ela resolveu que devia armar-se de mais paciência. Decepcionada, viu afinal que as tais perdas tinham uma magnitude bem maior. O seu velho amigo passarinho perdera grande parte da percepção do seu meio natural e exterior, porém, perdera também parte da percepção interior. Que triste era isso.

(Segue)

Foto de Renato Santana

Nunca poderei explicar-me com Palavras

Nunca poderei explicar-me com Palavras
Tal estado nao sera explicado
Mesmo que queira
Nao conseguirei, mas poderei tentar

Tou feliz
Meu coraçao pula para chegar onde nunca chegou
Meu olhar reduz-se a uma simples imagem
Meus pes andam por um simples motivo
Meu eu modou,

Tudo em mim tornou-se num ela
Todos os meus desejos desapereceram,
Todos os meus sonhos desapereceram,
Todos os meus possiveis futuros desapereceram

Pois,
Desejos so tenho um, TU
Sonhos, so um, TU
E futuro, existe so um, CONTIGO

AMO-TE MUITO DÉBORA

Foto de jeffsom

Vida?

Existem três coisas que a vida jamais vai lhe ensinar, e não importa o quanto você caia as certas coisas nunca mudam.

Á primeira delas é que NÃO EXISTE A PESSOA CERTA!!!
Existe sim o momento certo, cabe a nós saber-nos aproveita-lo ou deixar passar mesmo que desapercebido, Ironicamente as melhores coisas da nossa vida passam tão rápido que se picar os olhos ao cruzar uma esquina podemos ter perdido a melhor chance de nossas vidas de contemplar alguem que nós complete ou ate mesmo ver e sentir aquele friozinho no coração e deixar passar...
ERRO FATAL!!!

Depois vem a falha humana que mais me dói em ter comprovado que ela existe, não somente em min, mas em quase 99% das pessoas que conheço e pelo que vejo nessa vida, á ARROGANCIA DESPROPOSITAL...

Coisa fútil é ser arrogante, mas o que é mais estupido ainda é ser desproposital, agora me pergunte como é possível ser assim? Simples basta olhar nos olhos de alguem e dizer que ontem foi perfeito e que a vida é uma maravilha, mesmo sabendo que sua vida ta uma bosta; mentir... sim é mentir para si mesmo. Um tipo de arrogante que propositalmente se mostra superior aos momentos, se vangloriando as pampas que a vida é o que é; e que o redondo dele nasceu quadrado!!!
À HUMILDADE É UMA CARACTERIASTICA MARCANTE NESSE TIPO DE PESSOA, MAS É O QUE TORNA ESSA FALHA DA VIDA PIOR. POIS É INCOERENTE SER HUMILDE E ARROGANTE COM A PRÓPRIA VIDA E PARA SI MESMO!!!
(para quem não entendeu leia a teoria da conspiração)

Agora finalizando a pior característica da vida é que ela não ensina ninguém a viver, e ninguém é capaz de lhe ensinar isso a não ser a própria vida...

Difícil entender? Então veja por esse ponto:

1 a vida é o principio da morte, viva bem e será feliz ao morrer?
2 Na vida nada é de graça, tudo tem seu preço e pode ate vir fácil; mas o preço certo será cobrado sempre na hora errada!
3 Amor... isso não existe é uma coisa que colocaram na sua cabeça; como um meio de achar um motivo para viver se não a esperança de uma morte tranqüila!!!
4 Olhar para o futuro é deixar de se comprometer com o presente é esquecer o passado, e em que etapa você vive? SE SOUBER A RESPOSTA TEM UMA CHANCE MAIOR DE SER PELO MENOS, MENOS INFELIZ.
5 Esperança é a força de vontade que nos mantém vivos e a mesma que nos empurra morro a baixo. E vemos que não a mais motivos para sorrir quando quem esta descendo sempre e cada vez mais rápido somos nós mesmos!!!

ENTÃO ANTES DE ME CRITICAR PENSE SE É VIDA É A VIDA QUE O MUNDO LHE DEU OU A QUE VOCÊ FAZ PARA SE MESMO...

AMO A MINHA VIDA POIS SEI QUE QUEM A GUIA A RÉDEAS CURTAS SOU EU!!! E SERÁ QUE ALGUEM AQUI PODE DIZER ISSO ALGUEM DIA?

Foto de diny

SILÊNCIO DO CORAÇÃO

SILÊNCIO DO CORAÇÃO

A SIMPLES LEMBRANÇA TUA.
SUSPIREI DE AMOR, DELIREI.
COM ESSE ALUCINADO SENTIR
DELEITEI-ME NUA EM TI.

E PERCORRI A LOUCURA.
DA TERNURA DE TE AMAR
PAIREI NO AR, DELÍCIA PURA.
SÓ POR TE ADORAR.

E AO CÉU EM ÊXTASE VIAGEI.
PAIREI NO SOL, NA LUA ME BANHEI.
EM LUZ MULTICOR EMBRIAGUEI.
ATROPELEI ESTRELAS E CEGUEI!

E ME ACABEI NA BELEZA INFINITA.
DOS MISTÉRIOS DA VIDA.
DESCOBRINDO O PRINCÍPIO DO AMOR;
-EMUDECI, QUASE MORRI!

FASCINADA RECONHECI.
NA INSISTÊNCIA DESSA PAIXÃO.
O QUE ENFATIZA TUA PRESENÇA.
É O SILÊNCIO DO MEU CORAÇÃO!

Foto de killas

DESABAFO AMOROSO

As pequenas lágrimas que me caem,
São sinais do meu pequeno coração,
São os meus sentimentos que saem,
E se vão de novo encontrar no chão.

Mas mesmo assim não me canso de sentir,
Todo o leque dos mais puros sentimentos,
Já não sei o que mais te vou pedir,
Para ver de novo brilhar os teus olhos.

Quase juro que não consegues entender,
Que é para ti que reservo o meu amor,
Será assim tão difícil de perceber,
Que eu só quero para sempre o teu calor.

Já não sei o mais vou inventar,
Para de novo te chamar a atenção,
Como te mostrar não estar a brincar,
Quando te mostro minha paixão.

Não sei se vou conseguir aguentar,
Para sempre esse teu eterno desprezo,
Quero apenas um simples olhar,
É por isso que todas as noites rezo.

Acho que não te consigo conquistar,
Vou ter de esconder o meu amar,
Acho que é agora que vou finar,
Para nunca mais ninguém me encontrar.

Foto de pardal

saudades

Passo o dia a pensar
Coisas que aconteceram
Sorrisos inocentes
Palavras simples e carinhosas
Brincadeiras que nos tornavam crianças
Um dia tudo acaba
E que nos resta
Nós resta apenas imagens num pedaço de papel
O que foi
Não é mais...
E o que era para ser
Deixou de existir
A saudade aperta o peito
Esmaga o coração que só queria amar...
Que agora é obrigado a sonhar

Foto de Daemon Moanir

Alma apaziguada

Apaziguado que nem espírito qualquer
Vejo-me ao espelho e vejo-me e vejo-me,
Vejo-me inteiro, consigo-me ver
E vejo-me feliz com o que tenho.

Não direi que nada mais queria,
Mas sou feliz assim,
Sou contente que nem petiz
A comer doces e a brincar na rua
E é esta felicidade pura e simples,
Sem complicações que me dás
Que partilhas comigo
Que me faz querer sufocar em ti

Amo-te, pudéssemos nós fugir
Para longe do mundo de hipocrisias
E nunca mais ninguém ver,
Era isso que fazia,
Mas assim temos de aguentar
Os dias menos bons e os melhores
Para podermos juntos ficar,
No futuro ainda mais me alegrar.

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