Simples

Foto de Graciele Gessner

Psiu... Eu Te Amo! (Graciele_Gessner)

Eu te amo, amor da minha vida!
Eu te amo porque confio em você.
Eu te amo por sua forma de ser e viver.

Eu te amo pela maneira que és comigo.
Eu te amo por sua maneira de pedir carinho.
Eu te amo quando se aproxima e rouba dengo.

Eu te amo quando me olhas com cara de menino.
Eu te amo por suas românticas inspirações.
Eu te amo quando fazemos nossas criações...

Eu te amo por sua aguçada intuição.
Eu te amo por ser um sonhador.
Eu te amo por ter dominado o meu coração.

Eu te amo por apreciar o belo!
Eu te amo por sua sensibilidade.
Eu te amo por seus risos, por sua felicidade.

Eu te amo por sua imaginação.
Eu te amo por sua criatividade.
Eu te amo com sua poética manifestação.

Eu te amo por sua forma de agir, sentir e pensar.
Eu te amo por ser meu exclusivo Poeta Raio de Sol!
Eu te amo por ser o sentido do meu viver, do meu respirar.

Eu te amo quando se importa com os outros,
Quando muitos só pedem apenas a nossa atenção.
Eu te amo por conhecer a nossa verdadeira emoção.

Eu te amo quando pensa em mim.
Eu te amo quando senti saudade de mim.
Eu te amo pelo simples fato de acordar e pedir carinho.
Eu te amo e sempre te amarei meu lindo loirinho!

Eu te amo em saber que sou seus sonhos.
Eu te amo quando deseja cometer loucuras comigo.
Eu te amo imensamente, infinitamente, eternamente!

Eu te amo quando me motiva com a sua alegria.
Eu te amo nos piores e melhores momentos.
Eu te amo... Eu te amo... Eu te amo... Eu te amo...

Simplesmente eu te amo!
Você é o meu sentido, meu amor!
Psiu... Eu te Amo!!!

08.06.2008

Escrito por Graciele Gessner.

* Se copiar, favor divulgar a autoria. Obrigada!

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Nota: Poema inspirado no III Evento Literário de 2008 - Dia dos Namorados, do site Poemas-de-Amor.

Fonte: http://www.poemas-de-amor.net/artigos/iii_evento_literario_de_2008_dia_dos_namorados_3

Foto de Teresa Cordioli

Meu Homem...

*
Meu Homem...
Teresa Cordioli
*

Meu Homem...

O que te faz tão especial meu Homem?...
Não sei dizer em palavras, sei que não é seu carro, sua casa, sua conta bancária ou o local onde mora...
A roupa que você usa? Nunca notei...Sei a cor de teus olhos...
Eu sempre notei suas atitudes, vi aquela lágrima que rolou de seu rosto quando se viu diante do primeiro sorriso de uma criança...
Vi sua pele arrepiar quando declamei para você uma poesia...
Também notei como você é especial ao falar de seus amigos... para você, amigos são eternos...
Ah! Outra coisa que te faz especial, é como trata as mulheres...Sua delicadeza de palavras parece que está tocando uma pétala de flor...Tudo isso demonstra teu grande amor...Tuas frases lindas, o movimento de suas palavras ilumina e me encanta...
O que te faz a cada dia mais especial é a luz que emana de ti, que ilumina o caminho por onde passa...Você me faz feliz...
Dentre muitos se destaca, me faz rir com apenas uma palavra, me faz chorar com apenas um olhar de amor...Faz-me amar em apenas um toque...
Meu homem! Você faz parte de uma pequena minoria de Homens especiais...Daqueles que, por onde passam, deixam saudade em cada coração que tocam...
Meu Homem! - Homem especial você jamais será esquecido, será sempre como o beija-flor que visitou pela primeira vez um jardim e sugou o néctar de uma flor...Essa (a flor) jamais o esquecerá...Para sempre será o rei daquele jardim, o príncipe da flor que conheceu seu amor...
Assim como a flor que jamais esquecerá o seu Beija-Flor, serei eu, meu homem especial, homem romântico, de classe, que com um simples toque me leva a loucura...Sugando meu néctar, provando meu mel... Beijando-me.
Olha em meus olhos e diz que me ama...

Foto de sidcleyjr

Nove e meia

Coração sonhando
Voltei ao quarto
Sorrindo sentei e pensei
Chorei no espaço colorido
Lembranças
Objetos
Caras e contos proibidos.
Tudo apagou
Agora onde estou
Todo esse tempo,
−Amigo tempo me diz por que tanta lagrima
Se chorei por um só coração.
Essa noite às nove e meia
Descobri exatidão
Antigas maturidades
Berço à frágil mente
Pediatria da paixão.
Aprendi sobre valores
Conheci a realidade
Crua liberdade que hoje apareceu
São poucas às nove e meia
Simples horas
Reluzem momentos verdadeiros.

'Macro -31/07/08-

Foto de FEMENINA

Como aliviar a dor do que não foi vivido

Sabia que "viver não dói.... O que dói é a vida que não se vive".
Definitivo, como tudo o que é simples nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável....um tempo feliz. Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos.... Por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e Não compartilhamos.... Por todos os beijos cancelados, pela eternidade Interrompida....
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar... Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada. Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: se iludindo menos e vivendo mais.

Foto de Graciele Gessner

Meu Primeiro Amor. (Graciele_Gessner)

Sonho de amor; brilho no olhar.
Felicidade de enamorados!
Eternos apaixonados!

Um passeio, uma aproximação.
A queda das águas da cachoeira, uma loucura.
Encontro de olhares, impulsos do coração.

Seus braços me envolvem,
Nossos lábios suavemente se tocam.
Olhos que brilham intensamente,
Destinos de dois enamorados que mudam.

Nossa história iniciou assim,
Na hora preocupação, depois risos!
Quantas emoções sentidas,
Quantas juras de amor proferidas.

Nosso primeiro beijo...
Meu primeiro amor!
Meu inesquecível e arrebatador...
Intenso e aventureiro amor!

Amor com gosto adocicado,
Olhos de chocolate apaixonados.
Deslumbramento de seus olhos cor do céu,
Meu simples versejar em versos declamados.

Feito magia num cortinado véu,
Onde um dia fui feliz e senti o sabor da alegria.
Tudo aconteceu numa envolvente existência.

Sentimento que o tempo não apaga,
Músicas e lugares que relembram...
Momentos que vêm à tona.
Sonhos imaginados e que não aconteceram.

Meu primeiro amor... Por ti aspiro.
Por ti existo... Sonho... Respiro...
Por ti vivo... Escrevo...

Meu eterno namorado,
Meu coração por ti, comprometido.
Não consigo imaginar sem você, jamais!
Porque eu, simplesmente te amo demais!

06.06.2008

Escrito por Graciele Gessner.

1* Dedico este poema de amor ao Poeta Raio de Sol!

2* Se copiar, favor divulgar a autoria. Obrigada!

Veja o poema em vídeo:


http://br.youtube.com/watch?v=h3BeBJvh55Y

* Video e Criação: Rosana Buarque. *
Foto de ANACAROLINALOIRAMAR

" APRENDI COM VOCÊ "

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Aprendi com você.....
Que amar não é só estar ao lado,
Não é só trocar amasso,
Não é só dar beijos melados.
Não é só falar palavras bonitas.
Não é só agradar,
Não é só amar, em noites de lua.
Não é só dar presente
Ou recebê-lo.

Amar é muito mais que isso!!!
Aprendi com você.
Que amar é compreensão
É saber dividir,
É a cumplicidade.
É o respeito.
E saber respeitar
O espaço um do outro.

Aprendi com você.
Que para amar não precisa ser bonito.
Aprendi o verdadeiro sentido da palavra amar.
Não precisa ter ouro.
Não precisa se disfarçar
Não precisa ser famoso.

Aprendi tantas coisas com você
Que me pergunto.
Que mais nessa vida irei contigo aprender?
Porque o mais importante
Você conseguiu...
Fazer-me amar você...
E esse seu jeito simples de ser.

*-* Anna AFLOR DE LIS.

http://www.blogger.com/profile/01846124275187897028
http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=39704

Foto de Anderson Maciel

RECITAR

mais uma vez estou aqui
para uma poesia recitar
falar o que sai de dentro de mim
pois hj vim realmente me declarar
falar da vida de um poeta au seu belo e lindo recitar
pois como um belo anjo ele aparece e como uma flor ele crsce
so no recitar
ganha alegrias e e felicidades
recitando poesias sem maudadades
fazendo isso sem cesar
virando noites a recitar
muitas e muitas madrugadas para poder escrever
o que dentro de seu coração está
mostrando para o mundo sua pequena vida
que leva a caminhar
recitando por todo lugar
dando voz a inspiração
dando luz a escuridão
apemas com um simples recitar
fazendo vc refletie fazendo vc pensar
fazendo vc ver o quanto ainda vai caminhar
ver o que esta certo ou errado
ver que não podes ficar calado
sem ao menos amar
pois somos poetas e temos de recitar
temos de uma vida viver para um novo mundo amar
ser feliz com uma vida de poeta
ser feliz numa ilha deseta
apenas no recitar
dando vida a imaginação
botando para o papel o que se passa no coração
para pois poder mostrar
ao mundo poder presentear
com um grande e maravilhoso recitar. Anderson Poeta

Foto de Sonia Delsin

UM SORRISO...UM SIMPLES SORRISO

UM SORRISO...UM SIMPLES SORRISO

Num espelho perdido ficou um sorriso.
Um simples sorriso.
De uma boca que adorava beijar.
Uma boca que falava palavras suaves.
Que sorria e ria.
E falava.
Docemente.
Aquele era um tempo diferente.
Que é feito deste sorriso?
O espelho espatifou?
O sonho acabou?

Foto de ANACAROLINALOIRAMAR

" ORAÇÃO PARA OS POETAS"

*
*
*
*
Meu pai, senhor Deus.
Venho por essa simples oração
Pedir-te com devoção e clamor.
Para dar benção a todos os poetas.

"Paz no coração", e delicadezas nas mãos.
E sentimentos cheios de inspiração.

Que ilumine o caminho de cada um
Que lhe de bênçãos em inspiração.
Moldando a leitura com dedicação.

Que muitos poetas possam a ti declamar.
Que muitos poetas continuem transmitindo
Ao mundo a maravilha de sonhar,
Num mundo de poemas e encantos.

Pai, que os poetas, nunca percam
A inspiração, que sempre nos presenteie
Com seus esboços de fascinação.
Mostrando-nos a vida com inspiração.

Pai perdoe aqueles poetas meios desorientado.
Que a ti não tem procurado, mas que sabem que você
É o único Deus do amor, que da ao poeta.
A arte de descrevê-lo.

Não poderíamos escrever tantas belezas.
Se não fosse suas benções acompanhada
Do dom que foi consumido, por escrever
Sobre temas vividos, extraídos.

Pai aqui termina minha simples oração
Para te agradecer com devoção
Essa linda arte em oração.
Que é usar minha inspiração.
E fazer do nosso mundo,
Uma lendária biblioteca dos sonhos.

Peço-te proteção aos poetas.
Dádivas para escrever,
E compreensão a quem nos lê.
E use nosso dom para poder
Continuarmos a fazer do mundo a poesia.
E a poesia um mundo de fantasia.
Que a todos contagia.
Amém!!!

*-*Anna A FLOR DE LIS.

*-* Embora não seja o mesmo assunto: Minha fonte de inspiração, foi a postagem de nossa amiga Poetisa" Carmem Vervloet "com sua postagem "PERDÃO". Me deu vontade fazer em poesia uma oração a todos os poetas. Espero que gostem, foi da alma.

http://www.blogger.com/profile/01846124275187897028
http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=39704

Foto de Sonia Delsin

ANOS DE TERNURA

ANOS DE TERNURA

Hoje uma libélula entrou pela porta aberta da minha sala de visitas e por um tempo ficou debatendo-se tentando encontrar a saída. Quando ia ajudá-la, ela acabou por si mesma encontrando-a.
Lembrei de meus tempos de criança. Tive mesmo uma infância encantadora e desde pequena sempre adorei insetos, animais, a terra, as plantas. Eu me sentia parte integrante daquela natureza que me rodeava.
Vou contar um pouco do lugar onde passei toda minha infância. Era naquele tempo uma terra agraciada com recantos deliciosos (o tempo passou e muitas coisas mudaram).
Entrando por uma velha porteira seguíamos por uma estradinha muito singela, onde meu pai havia plantado de cada lado coqueiros de pequeno porte. Um verde e um roxo. Ele tinha verdadeiro amor pela estradinha, e todos os dias a varria com uma vassoura de bambu. Essa estradinha passava por um velho paiol onde guardávamos o milho que mais tarde se transformaria em fubá.
Andando mais um pouco já avistávamos o jardim de mamãe. Belo jardim! Rodeava a casa, que era muito simples. Andando mais pela estradinha chegávamos a um rancho, que foi o cenário de muitas fantasias minhas.
Tínhamos várias cabras sempre e me lembro de muitas aventuras que tivemos com elas. Todos os filhotes ganhavam nomes. Lembro-me como se ainda estivessem diante de meus olhos, e pareço ainda sentir os puxões de cabelos (tentando mastigá-los) que elas davam quando me aproximava.
Na chácara tínhamos muitas jabuticabeiras, talvez umas noventa. Não sei se exagero, mas eram muitas. Próximo ao nosso jardim havia uma fileira de umas cinco delas, muito altas; onde meu pai fazia balanços para brincarmos.
Deus! Quando floriam, que perfume! Aquele zum zum zum de milhares de abelhas... as frutas nas árvores depois de algum tempo!
O pomar era uma beleza, tínhamos grande variedade de frutos e nos regalávamos com toda aquela fartura.
Havia o moinho de fubá que foi o meu encanto. Aquele barulhinho, parece que ainda o ouço.
O vento nos bambuzais, aquele ranger e os estalos. Gostava de caminhar entre os bambus, mas meu pai nos proibia de freqüentarmos aquele lugar, devido a grande quantidade de cobras que costumava aparecer por lá.
Havia dois córregos e mesmo proibida de entrar neles eu desobedecia algumas vezes.
Tínhamos um cão muito bonito que participou de toda a minha infância, recordo-o com seu pêlo preto brilhante, e meus irmãos se dependurando nele para darem os primeiros passos.
No meio do jardim tínhamos uma árvore que dava umas flores roxas, São Jorge nós a chamávamos. Não sei se é esse mesmo o nome dela. Ela tinha um galho que mais parecia um balanço e estou me lembrando tanto dela agora.
Eu, vivendo em meio a tudo isso, estava sempre muito envolvida com a natureza que me cercava e muitas vezes meus pais surpreendiam-me com os mais variados tipos de insetos nas mãos. Eles me ensinavam que muitos deles eram nocivos; que eu não podia tocar em tudo que visse pela frente; que causavam doenças e coisa e tal. Mas eu achava os besouros tão lindos, não conseguia ver maldade alguma num bichinho tão delicado. Não sentia nojo algum e adorava passar meus dedos em suas costinhas.
As lagartixas, como gostava de sentir em meus dedos a pele fria! Eu as deixava desafiar a gravidade em meus bracinhos.
Muitas vezes meus pais me perguntavam o que eu tanto procurava fuçando em todo canto e eu lhes dizia que procurava ariranha. Eu chamava as aranhas de ariranha e ninguém conseguia fazer-me entender que o nome era aranha e que eram perigosas.
Pássaros e borboletas, eu simplesmente adorava. Mas fazia algumas maldades que hoje até me envergonho de tê-las feito. Armei arapucas e peguei nelas rolinhas e outros pássaros mais, somente para vê-los de perto e depois soltá-los.
Subia em árvores feito um moleque e quantas cigarras eu consegui pegar! Também fiz maldades com elas e como me arrependo disto! Eu amarrava um barbante bem comprido no corpo das pobrezinhas e deixava-as voar segurando firmemente a outra ponta nas mãos, claro que depois as soltava.
Mas se por um lado eu fazia essas coisas feias, por outro eu era completamente inocente e adorava tudo que me cercava.
Os ninhos, eu os descobria com uma facilidade incrível porque acompanhava o movimento dos pássaros que viviam por lá. Adorava admirar os ovinhos e os tocava suavemente. Eu acariciava a vida que sentia dentro deles. Visitava os filhotinhos quando nasciam e quantas vezes fui ameaçada pela mãe ciumenta.
Estas são algumas das recordações de minha infância, do belo lugar onde tive a graça de ter vivido, acho que é por este motivo que gosto de contar sempre um pouco dela. Era mesmo um lugar privilegiado aquele e gostaria que todas as crianças pudessem também desfrutar de uma infância tão rica em natureza e beleza como foi a minha.

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