Simples

Foto de Serafina e Tatiana

Será que o problema é mesmo dos homens?

Confesso que cada vez mais acho que nós é que realmente somos complicadas e gostamos da “complicação” (e contra mim falo).

Pensemos nas nossas amigas, nem todas é claro, e como nos relacionamos com elas! Se nós que somos mulheres a lidar com mulheres chega a um pouco que “NÃO HÁ PACHORRA!!!!”.
Supostamente devíamo-nos entender, compreender e aceitar mas por vezes somos a primeiras a não aguentar tanta dúvida, incerteza, e perdoem-me a expressão “mariquice”.
Posto isto imaginem os homens para quem tudo é preto no branco? “Ai que me sinto sozinha, não tenho ninguém, os homens não me ligam nenhuma!”; uma semana depois: “ Ai estou que não posso, o gajo é um chato, está-me sempre a ligar, a mandar mensagens a dizer que me ama, como é que me livro dele?” Realmente nós somos demais! Não há quem aguente!!!

Tenho dias que realmente gostava de ser gajo!!!! A vida era tão mais simples… isto de ser gaja cansa!!!! E amiga de gaja, vá lá vai…

Foto de Graciele Gessner

Declarando Amor Pelo Monitor. (Graciele_Gessner)

Oi, meu eterno amor!

Sabe?! Estou feliz de alguma forma de ter você novamente, mesmo que por uma telinha. Acho que acabei por me acostumar de tê-lo do outro lado do monitor. Também penso que estranharia a sua ausência, em não ver a plaquinha do MSN subindo e dizendo: "Meu amor acabou de entrar". Ah, sim! A sua poetisa está sentimental hoje, na verdade está amando sem saber ao certo aonde chegaremos com este total envolvimento.

Fico há imaginar o dia que você me "faltar", me refiro quando a morte chegar, isto se eu não for antes. Acho que vou visitar-te todos os dias, pois lá sei que não encontrarei ninguém a te vigiar. Até que Deus tenha piedade de mim e me busque para poder te encontrar onde estiver.

Sim, meu amor, eu te amo! Aprendi a amar de longe, você não imagina quão grande é o amor que guardo por ti. Se no passado eu deixava você livre de mim, deixando sair sozinho, hoje, faria de tudo para estar em sua companhia, para estar com você. Eu sei que devia ter valorizado antes, mas tudo tem um jeito, ou melhor, damos um jeito. E o meu jeito é de te amar de longe, em silêncio.

Meu amor, você é o sentido que me faz acreditar em alma gêmea. Você é aquele capaz de me fazer suspirar de prazer. Aquele dos olhos azuis que me apaixonei e acabei amando sem limite. Você é a pessoa oposta de mim, somos muito diferentes, e ao mesmo tempo muito iguais. Você me entende?!

Você me conhece tão bem, como ninguém jamais conheceu! Gosto dos seus beijos intensos, envolventes, que faço questão de serem lentos para senti-los mais meus. E de alguma maneira sentir-te me possuindo e me amando, me desejando, me querendo sua, por todo sempre, eternamente.

Ah, meu amor! Eu posso não tê-lo fisicamente ao meu lado, mas tenho em meus pensamentos, em meus versos e em meu coração. Tenho você nas coisas simples da vida, e tenho saudade de tudo que vivi e senti contigo. Saudade de senti-lo bem juntinho de mim, pertinho, num enroscar de pernas, numa aproximação de corpos que se torna um só. Você é a minha saudade, é meu amor!

Amor, tudo que escrevo é a minha definição real do que é amor, do que sinto e vivo por você.

Tudo isso, porque simplesmente, eu te amo!

Sua eterna poetisa.

11.06.2008

Escrito por Graciele Gessner.

* Se copiar, favor divulgar a autoria. Obrigada!

Foto de sidcleyjr

Danielle

Suspeita falar da musa
Da rosa que tanto me embriaguei ao senti seu aroma
Tornou-me rotina levar eu nome a marte
A blindar todas as contradições e duvidas
Pular para contra o abismo
Sabendo que me davas o poder de voar
E sonhar obstinadamente.
Dei brilho à estrela em pro constelação
Esqueci da existência calorosa do sol
Do qual sempre no seu berço acolheu-me
E nunca roguei seu nome.
Musicas que declarei até hoje são tuas,
Danielle a garota do Brinquedinho.
Acompanhei sua doutrina
Apresentei-te ao Amor
Meu sangue como um tapete
Desintegrou as substâncias acidas à tua recepção.
A montanha de preconceitos desmoronou
Porém obtive o escudo que o Amor ofereceu como vantagem de principio.
Marcou teu nome no meu peito
Beijando lentamente meus lábios
E enfeitiçando com seu doce mel magistério.
Hoje estou conduzindo o quarto escuro
Ciente que sempre defendi uma abelha neutra
Aventurando minha colméia.
Tal que as semeações sempre se plantaram em frases brancas
Justificando que a evolução aconteceria ao elo do amor.

“Dizem que perder uma simples batalha, não consiste em toda a guerra”.

Nem disso precisou saber
Pois fui à ponte na dor mais constante,
Seu puro príncipe
Tem de sofrer simplesmente
Para contornar mais um de seus capítulos.

'Macro

coment.

Depois minha vida mudou completamente
Hoje estou escrevendo em pro disso
Ela vaga em casa de almas capitalistas
Vejo a musa todos os dias no colégio
Aparece tão longe como nunca...

a vida continua...

:~~

Foto de sidcleyjr

Conheci o Amor

Conheci o amor.
Intimidades, sorrisos e compreensões,
Teve a honra de apresentar a garota de belos lábios e cabelos encaracolados
O amor obstinado ficou sempre ali do lado
E a garota sempre enchendo seu saco,
Disse que era normal.
Acompanhei a garota até o intervalo
Quando algo estranho aconteceu
O amor no meu peito entrou e pediu para ficar
A garota falou que não iria o abandonar,
Chorando me olhou suavemente e beijou-me
Murmurando falou: És agora composto do amor,
Do qual prometi nunca deixar.

Parecia um sonho que normalmente no dia seguinte acordaria,
A garota que conheci naquele dia
Transformou-me numa das estrelas da constelação
Com meu coração latejando,
Abracei a garota e beijei cultamente...
Sem pensar
A loucura de seus abraços deu-me condição ao embaraço
Sabia que aquilo tudo não era normal,
Continuei,
E hoje estou presente a lembranças que naquele deixei-me levar
O tempo foi blindado achei tinha dormido
Nunca pensei que um dia acordaria.
Meu sábio coração mostrou uma essencial base,
E cada lágrima que derramei
Simples etapas para cumprir as escrituras.

'Macro

Foto de Carmen Lúcia

A acompanhante

(texto inspirado no conto “O enfermeiro”, de Machado de Assis, em homenagem ao centenário de sua morte.)

Lembranças me vêm à mente. Ano de 1968. Meus pais já haviam falecido e me restara apenas uma irmã, Ana.
Foi preciso parar com meus estudos, 3º ano do Magistério, para prestar serviços de babá, a fim de sobrevivência.
Morava em Queluz, cidade pequena, no estado de São Paulo, quando, ao chegar do trabalho, bastante cansada, recebi a carta de uma amiga, Beth, que morava em Caçapava, para ser acompanhante de uma senhora idosa, muito doente. A viúva Cândida. O salário era bom.
Ficaria lá por uns bons tempos, guardaria o dinheiro, só gastando no que fosse extremamente necessário.Depois, voltaria para minha cidade e poderia viver tranqüilamente, com minha irmã.
Não pensei duas vezes. Arrumei a mala, colocando nela o pouco de roupa que possuía e me despedi de Ana.
Peguei o trem de aço na estação e cheguei ao meu destino no prazo de uma hora, mais ou menos.
Lá chegando, fui ter com minha amiga Beth, que morava perto da Praça da Bandeira e estudava numa escola grande, próxima de sua casa. Ela me relatou dados mais detalhados sobre a viúva, que, não fosse pela grande dificuldade financeira que atravessava, eu teria desistido na mesma hora.
Soube que dezenas de pessoas trabalharam para ela, mas não conseguiram ficar nem uma semana, devido aos maus tratos e péssimo gênio da Sra Cândida.
Procurei refletir e atribuir tudo isso a sua saúde debilitada, devido às várias moléstias que a acometiam.
Os médicos previram-lhe pouco tempo de vida. Seu coração batia muito fraco e além disso, tinha esclerose, artrite, bicos-de-papagaio que a impossibilitavam de andar e outras afecções mais leves.
Depois de várias recomendações de paciência, espírito de caridade, solidariedade por parte de minha amiga e seus familiares, chamei um táxi e fui para a fazenda, onde morava a viúva, na estrada de Caçapava Velha.
A casa era de estilo colonial e lembrava o passado, de coronéis e escravos.
Ela me esperava, numa cadeira de rodas, na varanda enorme e mal cuidada, onde vasos de plantas sucumbiam por falta de água.
Percebi a solidão em que vivia, pois apenas uma empregada doméstica, já velha e com aspecto de cansada, a acompanhava.
Apresentei-me:-Alice de Moura, às suas ordens!Gostou de mim.Pareceu-me!
Por alguns dias vivemos um mar de rosas.Contou-me de outras acompanhantes que dormiam, não lhe davam seus remédios e que a roubavam.
Procurei tratá-la com muito carinho e ouvia atentamente suas histórias.
Porém, pouco durou essa amistosa convivência. Na segunda semana de minha estadia lá, passei a pertencer à lista de minhas precursoras.
Maltratava-me, injuriava-me, não me deixava dormir, comparando-me às outras serviçais.Procurei não me exaltar, devido a sua idade e doença.Ficaria ali por mais algum tempo. Sujeitei-me a isso pela necessidade de conseguir algum dinheiro.
Mas, a Sra Cândida, mesmo sendo totalmente dependente, não se compadecia de ninguém.Era má, sádica, comprazia-se com a humilhação e sofrimento alheios.
Já me havia atirado objetos, bengala, talheres, enfeites da casa.Alguns me feriram, mas a dor maior estava em minh’alma.Chorava, às escondidas, para não ver a satisfação esboçada em seu rosto e amargurava o dia em que pusera os pés naquela casa.
Passaram-se quatro meses.Eu estava exausta, tanto fisicamente, quanto emocionalmente.Resolvi que voltaria à Queluz.Só esperaria a próxima rabugisse dela.Foi quando, de sua cadeira de rodas, ela atirou-me fortemente a bengala, sem razão alguma, pelo simples prazer de satisfazer seu sadismo.
Então eu explodi. Revidei, com mais força ainda.Mantive-me estática, por alguns minutos, procurando equilibrar minhas fortes emoções e recuperar a razão.
Foi quando levei o maior susto de minha vida. Deparei-me com a viúva, debruçada sobre suas pernas e uma secreção leitosa escorrendo de sua boca.Estava imóvel.
Já havia visto essa cena, quando meu pai morrera de ataque cardíaco.
Aos poucos, fui chegando mais perto, até que com um esforço sobre-humano, consegui colocá-la sentada na cadeira e com o xale que havia caído ao chão, esconder o hematoma no pescoço, causado pela minha bengalada.
Pronto!Tornara-me uma assassina!Como fui capaz de tal ato?
Bem, fora uma reação repentina, em minha legítima defesa.Ou quem sabe, a morte tenha sido uma coincidência, justamente no momento em que revidei ao golpe da bengala.
Comecei a gritar e a velha empregada apareceu. Ajudou-me a levar o corpo até o quarto.Chamei Dr. Guedinho, médico da Sra Cândida e padre Monteiro, que lhe deu extrema unção.
Pelo que percebi, o médico achou que ela fora vítima de seu coração, um ataque fulminante.E eu tentei acreditar que teria sido mesmo, para aliviar a minha culpa.
Após os funerais, missa de corpo presente na igreja Matriz de São João Batista, recebi os abraços de algumas poucas pessoas que lá estavam, ouvindo os comentários:
-Agora você está livre!Cândida era uma serpente!Nem sei como agüentou tanto tempo!Você foi a única!
E, para disfarçar minha culpa, eu retrucava:
-Era por causa da doença!Que Deus a tenha!Que ela descanse em paz!
Esperei o mesmo trem que me trouxera à Caçapava e embarquei para minha cidade.Aquelas últimas cenas não saíam de minha mente. Perseguiam-me dia e noite.
Os dias foram se passando e o sentimento de culpa aumentando.
-Uma carta para você!gritara minha irmã.-E é de Caçapava!
Senti um calafrio dos pés à cabeça. Peguei a carta e fui lê-la trancada em meu quarto.
Que ironia do destino!Eu era a herdeira universal da fortuna da viúva Cândida!Logo eu, que lhe antecipara a morte.Ou teria sido coincidência?
Pensei em recusar, mas esse fato poderia levantar suspeita.
Voltei para Caçapava e fui ter com o tabelião, que leu para mim o testamento, longo e cansativo.
Realmente, era eu, Alice de Moura, a única herdeira.Após cumprir algumas obrigações do inventário, tomei posse da herança, à qual já havia traçado um destino.
Doaria a instituições de caridade, às igrejas, aos pobres e assim iria me livrando, aos poucos, do fardo que pesava em minha consciência.
Cheguei a doar um pouco do dinheiro, mas, comecei a não me achar tão culpada assim e passei a usá-lo em meu benefício próprio. Enfim, coincidência ou não, a velha iria morrer logo mesmo e quem sabe se era naquele momento.
Ainda tive um último gesto de compaixão à morta:Mandei fazer-lhe uma sepultura de mármore, digna de uma pessoa do bem.
Peço a quem ler essa história, que após a minha morte, que é inevitável para todos, deixem incrustada em meu epitáfio, essa emenda que fiz, no sermão da montanha:
_”Bem aventurados os herdeiros universais, pois eles serão respeitados e consolados!”

(Carmen Lúcia)

Foto de TaTa_WEbAs

Brincar de amor!

Te entreguei meu coração
E você nem quis saber se era de verdade
O meu amor é frágil
doce, sincero
Simples e determinado
E nem seu carinho tive em troca
Você é tudo pra mim
E eu, só mais uma no seu jogo
Uma peça do seu tabuleiro de ilusões
Não brinque assim de amor
Você me machuca
Mas quem perde no final e´ você
A sua felicidade dura poucos minutos
E a minha dor, uma eternidade
Ainda há tempo de desistir
A felicidade joga com você
E nesse jogo quero estar contigo
Pra te ensinar a jogar
O jogo da verdadeira paixão
Pra nunca mais
Brincar de amor...

Foto de DeusaII

Deixa-me dormir....Como poderei te deixar dormir? (Dueto deusaii & Von)

Meus olhos da cor do céu,
já se querem fechar...
Apesar do sol despontar lá fora.
O frio de minha alma,
Atormenta-me em memorias que já não quero viver...
A solidão mata meu coração,
E sinto meu corpo a fraquejar.
Minhas mãos já tremulas,
Parecem sem vida.
Sinto meus olhos pesados,
Eles não querem mais olhar,
Para um universo sem sentido.
Deixo-me , então ir...
Sentindo-me a desfalecer,
Neste chão gelado,
Que o sol não aquece.
Quero dormir...
Sentir as sombras aos poucos,
Tomarem conta de mim
E meu mundo ficar cada vez mais escuro.
Quero dormir, para sempre,
E não mais acordar para a vida.
Quero ficar assim, neste estado
Toda a minha eternidade.
Sentir meu mundo a fechar-se em torno de mim,
Deixar-me levar angústia e pelo desespero.
Estou cansada, meu amor....
Estou tão cansada,
Desta vida que já não tem saída
Deste ritmo alucinado dos meus pesadelos.
Deixa-me dormir, meu amor....
Para nunca mais ter de ver este sofrimento,
Para nunca mais sentir esta dor que me queima.
Deixa-me dormir....
Partir em paz, para uma outra vida,
Onde poderei enfim, descansar!
(deusaii )

Em resposta....

Como poderei te deixar dormir?
Se te amo, te quero minha deuza, meu eterno amar...

Onde ficam tuas juras de amor por mim?
Onde ficam teus poemas que tanto falam que me tens paixão?
E as promessas de eternamente me amar?
Qual o valor que tem meu coração por tanto te amar?
Qual é o valor? .
.. do sorriso num momento de tristeza?
.. do simples olhar, apaixonado?
.. da flor, quando se abre?
.. do nascer do sol?
.. da luz da lua para um casal de namorados?
.. do poder da fé nos momentos difíceis?
Qual é o valor?
.. de um aconchego com seu amor?
.. de uma lágrima de paixão?
.. de um carinho?
.. do viver a dois?
.. da sinceridade nas palavras?
.. da compaixão?
Qual é o valor?
de um grande amor?
da mais pura paixão...
do teu amor na minha vida?
do teu perdoar, após meu errar?
dos teus beijos molhados?
das noites de fantasia e desejos?
do nosso eterno amar?
QUAL É O VALOR ?
QUAL O VALOR DA MINHA VIDA, SEM VOCÊ PARA ME AMAR ...
Dentro do nosso amor,
há cumplicidade
e afinidade tão grandes,
que é uma emoção apaixonante invadir o teu coração...
Saber que você guarda sempre em sua memória:
Que eu te amei,
te amo
e te amarei...
Por toda minha existência ...

AS SEMENTES DO MEU PURO AMOR,
SÃO COMO FLOCOS DE NEVE...
ELAS SÃO REGADAS COM AS LÁGRIMAS DO MEU CORAÇÃO
POR VOCÊ MINHA ETERNA PAIXÃO
Tens meu carinho e o Admirar,
Beijos e Mimos de Paixão . . .
(Von)

Obrigada querido por mais um dueto.

Foto de LUIS EUDARDO

SALVA-ME

Salva-me.
Eu vivo por você
Que tristeza
Ficar aqui sozinho
Tira-me do abismo.

Salva quem merece
No momento estou em suas mãos.
Deixa-me voltar a viver te amando como antes.
Perdoa-me por ser um simples cara apaixonado.
Perdoa-me se te amo tanto.

VIVER AO SEU LADO SEMPRE MIM FEZ TÃO FELIZ!

Foto de sidcleyjr

As pessoas que ao meu lado estão: O culto arbítrio descreve.

Digamos está sentado, escutando todas as vozes atuando na sombra de arvores, com galhos á estúpidos pensamentos em pro da liberdade. Vejo que estabeleço pequeninas folhas maduras, em culto avanço nunca vendei a hora do outono nem florir a ousadia da primavera. Homens que ao meu lado estão, estende o grande tapete vermelho em elo auto-consciente.

Para simples práticos a principio oportunidade, costurando vestes, fechando a possível mina de ouro. Longa sexta-feira de festa, sem problemas no amanhã em que consome dívidas, conseqüências, porém sutis. Pensamentos são versos em ciclo à compreensão do bem querer.

Faces ao despertar prosperam o idealismo em sentido perpetuo, numa esperança ameaçadora de imaturos, que nas falas sátiras esconde a pobre inocência de sua palavra.

'Macro

Foto de Carmen Lúcia

Inquietude...

Toda essa inquietude
a percorrer o meu íntimo,
(velocidade tamanha)
clamando tudo o que sinto
e que meu âmago, arranha...
mesmo que eu não fale,
ela se tatua , se perpetua,
me mostra nua...
e por mais que eu me cale
ela me invade, me persuade,
se instala em meu corpo...
exala pela minha pele,
ainda que eu não me revele...

Essa inquietude comanda
meus passos, meus rastros, meus atos...
e só se aquieta com o simples fato
de sentir o teu contato...

(Carmen Lúcia)

Páginas

Subscrever Simples

anadolu yakası escort

bursa escort görükle escort bayan

bursa escort görükle escort

güvenilir bahis siteleri canlı bahis siteleri kaçak iddaa siteleri kaçak iddaa kaçak bahis siteleri perabet

görükle escort bursa eskort bayanlar bursa eskort bursa vip escort bursa elit escort escort vip escort alanya escort bayan antalya escort bayan bodrum escort

alanya transfer
alanya transfer
bursa kanalizasyon açma