Portugueses

Foto de Inês Santos

Que Portugal é este???

QUE PORTUGAL É ESTE?

Que Portugal é este?
Onde o forte pisa o inocente…
Vergonha social, população decadente…
Uns são pessoas, outros são gente?

Autocratas, parecem auto-delinquentes…
Ninguém se respeita, tudo se desmente…
Prepotência, existe infelizmente…
Que patriotismos, intermitentes…

Dramas de pessoas doentes…
Mortes normais de gente…
Ai, portugueses valentes…
Ai, uma realidade decadente…

Inês Santos

Foto de Dirceu Marcelino

AGRADECIMENTOS II

Caríssima Poetisa e Musa Coordenadora.

Caríssimo Miguel Duarte.

Sempre as Damas em primeiro lugar.

Aqui aconteceu do mesmo modo. Uma amiga OSVANIA SOUZA tomou a iniciativa de agradecê-los e eu venho seguir seus "PASSOS".

Agradeço de coração a vocês que nos dão oportunidade de expressar nossos sentimentos. Muitos de nós sequer sabíamos que tínhamos o DOM DA INSPIRAÇÃO POÉTICA.

Foram as MUSAS deste site que nos revelaram, esse termo que utilizei foi feito por uma Poetisa GRACIELI GESSNER, em uma das minhas primeiras poesias aqui postadas.

Dela e de outras nobre poetisas senti um estímulo tão grande que escrevi várias e apenas postei algumas.

As poesias ENIGMA DAS ROSAS escrevi com fundamento nos comentários e representam sim, todas as poetisas que aqui deixaram o perfume de sua inspiração divina. Digo isto porque a arte de algumas delas pode-se dizer apresentam algo de transcedental, tal como, para citar apenas um exemplo CECI POETA. Todos sabemos que ela se inspira em sua querida e saudosa filha.

Vou citar outra, se me permitem ROSANA = PODER ROSA, pois, como ela própria revelou ama os contatos com seus amigos virtuais, mas é uma mulher tão cativante que realmente dá-nos a impressão que vemos seu olhar, seu sorriso na tela de nossos monitores.

Outras, além de maravilhosas mulheres, são professoras, pedagogas, pós-doutorandas em assistencia social, e por incrível que pareça se fazem empaticamente passar por "damas da noite", pessoas, que também sofrem no "dia-a-dia" as amarguras da vida como "Andarilhas", mas todas são flores, rosas maravilhosas, que cada um de nós homens, com certeza como se expressaram vários dos poetas em seu comentários gostariam de tê-las como mulheres amadas, como "Rainhas de seus Lares", mas, nunca podemos nos esquecer que alguns de nós já a temos e se temos essa felicidade, pois uma simples "Dona de Casa" já é muiito, póis é mãe, criadora de suas proles e muitas ainda escrevem, como vimos com vários que tem um "Dom Natural de Poetizar" e por isso devemos preservá-las como fala em seus poemas o Poeta ELCIO.

Outros poetas são críticos e de fato devem sê-los como OSMAR FERNANDES, pois, as inspirações poéticas não podem se restringir só aos eruditos, aos formados, aos letrados, devem sim atingir os mais sofridos, os excluídos e nossas preocupações ficaram evidentes quando em plena data de celebração da "CONSCIÊNCIA NEGRA" eclodiram importantes poesias sobre o tema e ainda continuam sendo postadas outros belos poemas.

Eu, particularmente, tive o prazer e a honra de conhecer aqui ANA APARECIDA, uma digna representante das mulheres brasileiras, da Baiana descendente desses Africanos que tanto contribuiram e contribuem para nossa cultura.

Também, quero agradecer a honra de termos oportunidade de manter contatos com nossos irmãos portugueses, dignos representantes de nossa cultura maior, como MFN e DELEONES. Aliás esta exerce lá em Portugal o mesmo trabalho que nossa amiga poetisa OSVANIA realiza aqui no Brasil.

Sei que estou indo além de um mero agradecimento, mas como tive oportunidade de me expressar na primeira vez que correspondi com a Poetisa Coordenadora, agora quebrei os meus grilhões da timidez e tomei a liberdade de prolongar-se e por fim.

Reitero minha oração que fiz em forma de poesia, na qual pedi PERDÃO AO SENHOR, nosso DEUS ÚNICO E VERDADEIRO e agora, AGRADEÇO-O pela benção a nós concedida de nos ter permitido expressar nossos sentimentos assim como o fizemos de forma poética.

Amém...

Foto de Fernanda Queiroz

Entrevista a Miguel Duarte - 2ª Parte

Bem a segunda parte da entrevista caiu das nuvens, ou seja no copiar e colar.
Discursando em Madrid, no II Congresso Federal de Madrid do Centro Democrático Liberal
Miguel Duarte, presidente do Movimento Liberal Social fala não somente de ideais políticos, como também em uma junção progressistas dos Países que buscam na liberdade a igualdade sem máscaras democratas
Participante de vários fóruns onde luta contra a diferença social, legando a esta, a responsabilidade do fator básico; que fez crescer nos últimos anos as estatística claras em muitos âmbitos onde a mesma se acentua.
Miguel Duarte classifica prioridades, onde busca e acredita no direito de escolha de cada um , onde os deveres das entidades privadas de solidariedade social, devem atuar em todo e jamais em pontos isolados.
Parabéns Portugal, parabéns Portugueses, pelo berço e irmandade de um Líder que não mede esforços em busca das conquistas prol a tua cidadania de igualdade social.
Parabéns Miguel, pelo idealismo, coragem e luta, em dar a melhor de si, por um mundo melhor.
Grande abraço
Fernanda Queiroz

Foto de JGMOREIRA

SOUTAMÉRICA

SOUTAMÉRICA

Na América do Diabo
brilha a lua,
inocente e bela
sem saber que a espreitam
espanhóis e portugueses
somente por brilhar amarela.

Para trazer Deus aos silvícolas
urgem espadas, algemas, arcabuzes
bestas de todos os tipos.
Cortez, Pizarro e outras delas,
com a empunhadura em cruz
das lâminas afiadas
esfolam ouro nas peles que, dígnas,
postaram-se contra a fidalguia esparolada
dos cristãos que movem cruzadas
ocultando ouro na fé, esmeralda e muita prata.

Em busca do Eldorado
devastaram Potosí, Montezuma
Ouro Preto.
Venceu os índios o deslumbro,
não a força ou medo.

A América do demo propiciou,
com sua riqueza,
o requinte das realezas,
que se reerguessem reinos falidos
às custas do negro e do índio.

Contraste que emociona o esteta:
a morenez do índio
o negrume do preto
as pepitas amarelas
que guardava o chão
florindo sobre a terra
riqueza de aluvião.

América, açúcar preparando
ouro.
Negro cativo, índio massacrado,
ouro.
Ouro abrindo as portas do céu expansionista
financiando grandes conquistas.
Acumulado na matriz
gera empresas, centros urbanos
Hércules de potentíssimos neurônios
restando a América do abandono.

A América do inferno
Édem terrestre de outrora
esburacada, vazia, destripada,
assesta seus milhões de famintos
contra a América do sonho
que, herdeira protestante da crueldade cristã espanhola,
Escraviza, dizima, espezinha
impera, destrói e desola.

A América, herdeira de Espanha e Portugal,
ensarilha suas baionetas úmidas
arma seus soldados comerciantes
com desprezo por quem não lhe é igual.

Da América do sacrifício
ouve-se a voz do índio:
‘Pai de todos os pobres, de todos
os miseráveis e desvalidos,
ajudai-me a fugir de Tinta!’

Clama a voz no fundo da mina.
O pai de Todos não escuta clamores,
adormecido no seio Inca.
Mastigando coca, ouvindo tambores,
esqueceu-se dos irmãos da Mita.

‘Pai de todos os tortos, entrevados
e opressados nessa liça,
ajudai-me a fugir da Mina’’
Clama outra voz no céu de Tinta

Túpac Amaru, para falar aos índios,
necessita de língua, perdida em Wacaypata
necessita de sua cabeça, em Tinta
do braço direito, em Tungasuca
do esquerdo, em Carabaya
da perna esquerda, em Santa Rosa
da direita, em Livitaca.
Túpac quer seu tronco
lançado em cinzas no Watanay,
quer ouvir seus filhos, enviados
para o lado direito do Pai.
Amaru quer regressar à vida
para tirar de dentro da Mita
seus irmãos que clamam ajuda
contra a força que os executa.

Túpac Amaru, sentado no chão batido
de uma tribo no olvido das batalhas
chora em Potosi, Zacatecas, Guanajanauto,
Outo Preto, Colque, Porto, Andacaba, Huanchaca.
Cura as feridas gangrenadas
de Atahualpa, do Caribe, dos Maias,
Tenochtitlán, Cajamarca,
Cuzco, Cuauhtémoc, Guatemala.

Observa, com olhos sulfurados,
Colombo, Fernão Cortez, Pedro de Alvarado
Fere, com mágoa, a lembrança de Pizarro.

’Ó Pai de todos os mendigos,
inimigo dos dueños de la tierra,
ajudai-me a fugir dessa América!’
Gane uma voz no sétimo inferno da Mita
com os pulmões endurecidos de sílica

Túpac Amaru, sem lágrimas ou ferocidade,
abre seus braços de morto que dão a única fuga
abrigando, em sua redoma, os irmãos da Mita
que rapidamente ascendem aos céus de Tinta.

Os índios centro-sul americanos
acolhem-se na morte aos braços da liberdade

Foto de Zedio Alvarez

Amigo Portugal

Das caravelas dos meus poemas,
Fiz brotar uma expedição,
Para conhecer as origens da poesia.

Os lusíadas serão revistos...
Claro, Camões permitirá,
A nossa curiosidade Medieval.

Buscarei vestígios dos meus ancestrais,
Na inquebrável porcelana lusa famosa,
Nas fronteiras inexistentes com o Brasil,
Sempre coberta com um manto azul anil.

Um dia visitarei Portugal de Dona Lisboa.
Brasil e Portugal, dois países,
Dois povos, uma Pátria Mãe!
São elas Mãe e filha, duas nações
Dois amores um só coração.

Banharei-me no Tejo num dia de sol
Contemplarei o mágico arrebol
No Porto, beberei do vinho
Lindas raparigas, convidarei,
Para um fado dançar
Com uma orquestra de alaúdes

Irei versejar...
De Cabral a Camões
De Trabis a de Mentia
De Miguel a Abreu
De Jorge até a Xica,
Trás os montes, horizontes do além mar.

Eu, Luso-Brasileiro, num todo, sou um Sertanejo.
Quero passear junto com os meus desejos
Oh! Minhas lusitanas caravelas
Por favor! voltem, para me trazer sonhos...

(Para os meus amigos portugueses, em especial ao Trabis, que me ajudou a arrumar meus humildes versos)

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