Lábios

Foto de Osmar Fernandes

Nunca vou te esquecer

Nunca vou esquecer esta noite
Enquanto viver.
Nunca vou esquecer teu rosto,
Teus lábios... Teu corpo.
Por toda minha vida sobreviverá
Tua imagem bela dentro de mim.
Amar-te-ei infinitamente como um louco,
Como um lobo no cio da noite amante.
Nosso amor é tesão de desejo ardente.
É fantasia do destino estonteante.
É paixão predestinada no lírio do momento,
É coração e vida no delírio do sentimento.
Eu nunca vou esquecer este prazer de amor.
Este orgasmo que grita numa delícia de dor.
Eu nunca vou esquecer este desejo sem fim,
Enquanto viver este amor dentro de mim.

Foto de Sirlei Passolongo

No Silêncio do olhar

Decifra-me
no silêncio do olhar
quando nossas bocas
e mãos se colam
no fogo do beijo,
e vagarosamente,
se calam
na volúpia do desejo.

Decifra-me
mistérios e medos,
o viço da pele,
pecados e vícios
que os lábios secretam,
verdades e fantasias
bobagens e delicias
indiscretas ,
só minhas
e agora[nossas]
suas.

(Sirlei L. Passolongo)

Foto de Raiblue

Grafites do desejo...

.

Quero beber seus versos
Na taça da sua boca
Onde nossas línguas
Dançam loucas
Decifrando em cada movimento
o que se passa no pensamento
Lambemos as palavras
Que se dissolvem em nossos lábios
Mastigamos, engolimos
Cada sílaba dessa canção
Composta de respiração e êxtase
Sussurros no ouvido molham os caminhos...
Diluída, a poesia
Tempera nossa carne
Pimenta que arde
Em todos os sentidos
Conotativos...
Escrever, nosso vício...
Os becos, abrigos
Submundos pervertidos
A pele, o muro
Onde a língua
Grafita os desejos
E o mar arrebenta
Revelando segredos...

(Raiblue)

Foto de Raiblue

Grafites do desejo...

.

Quero beber seus versos
Na taça da sua boca
Onde nossas línguas
Dançam loucas
Decifrando em cada movimento
o que se passa no pensamento
Lambemos as palavras
Que se dissolvem em nossos lábios
Mastigamos, engolimos
Cada sílaba dessa canção
Composta de respiração e êxtase
Sussurros no ouvido molham os caminhos...
Diluída, a poesia
Tempera nossa carne
Pimenta que arde
Em todos os sentidos
Conotativos...
Escrever, nosso vício...
Os becos, abrigos
Submundos pervertidos
A pele, o muro
Onde a língua
Grafita os desejos
E o mar arrebenta
Revelando segredos...

(Raiblue)

Foto de Raiblue

Grafites do desejo...

.

Quero beber seus versos
Na taça da sua boca
Onde nossas línguas
Dançam loucas
Decifrando em cada movimento
o que se passa no pensamento
Lambemos as palavras
Que se dissolvem em nossos lábios
Mastigamos, engolimos
Cada sílaba dessa canção
Composta de respiração e êxtase
Sussurros no ouvido molham os caminhos...
Diluída, a poesia
Tempera nossa carne
Pimenta que arde
Em todos os sentidos
Conotativos...
Escrever, nosso vício...
Os becos, abrigos
Submundos pervertidos
A pele, o muro
Onde a língua
Grafita os desejos
E o mar arrebenta
Revelando segredos...

(Raiblue)

Foto de Daemon Moanir

3º Dia

Tento não te olhar para não me lembrar
Da tua imagem que nada tem de bom p'ra mim.
Da tua imagem que nada tem de certo nem de seguro terá,
Mas de beleza e perfeição chegas tu à vista de todos
Pois não sou só eu que o sinto

Mesmo assim,
Gostava que me olhasses nos olhos
Que falasses e que eu te falasse
Para saberes o quanto penso em ti
E o quanto eu queria que isso não acontecesse
Talvez tenha apenas medo
Medo do que possa ser a tua resposta
Medo de não mais te ver no meu futuro.
Medo de não te ter por perto.
Medo de falhar.
Medo de saber a verdade.
Medo de tentar.
Medo de ser humano.

E é assim que detrás da tua carteira
Me tento demover a esquecer
Do teu real, cheio de beleza e perfeição,
Mas estás tão linda que fraquejo por uma palavra tua.
Por um olhar teu.
Um aceno.
Dava o mundo
Por um beijo meu em teus lábios pregados
Quando volto à realidade
Contento-me, apenas, olhar teus cabelos doirados.

Este é o terceiro dia
Desde aquela promessa insana e fria
Em que proferi palavras que não queria
Não sentia, naquele momento mentia
Naquele momento e em todos os que lhe seguiram
O coração me partiram, estilhaçaram e pisaram
Sem arrependimentos. Nem desculpas me pediram
As palavras traíram
A quem lhes dá bom uso,
Assim, condenei-me a falhar, a perder
A olhar, a sentir, a amar!
E não falar.
A andar, a correr, a escrever
A sonhar, a amar!
E não tentar.

Foto de Dennel

Utopias

Eu
Carrego flores encantadas
Nos dedos formosos

Eu
Com meu formoso sorriso de deus enfeitiçado
Tomo-te por minha namorada

Eu
Amo-te em versos
Desejo-te junto com o universo

Eu, somente Eu
Quero beijar teus lábios carnudos
Ter em meu peito teus seios desnudos

Juraci Rocha da Silva - Copyright (c) 2006 All Rights Reserved

Foto de PoderRosa

Esta sou eu

Esta sou eu

Eu sou aquela que fica feliz quando a chuva cai, quando o sol sai, quando as flores se abrem, quando o vento balança as folhas das árvores.

Eu sou aquela que fica feliz ao ver o vôo dos pássaros, ao ver o rio que corre, levando a paz do silêncio das suas água.

Sou aquela que fica feliz ao ver as cores das borboletas que trazem a alegria ao jardim secreto do meu coração.

Sou aquela que ainda sonha com seus bejios mesmo sem nunca ter tocado em seus lábios.

Eu sou aquela que sente tua presença através do teu cheiro, sem nunca ter te abraçado.

Eu sou aquela que permanece em silêncio só pra sentir a vibração da tua voz, mesmo sem nunca a ter escutado.

Eu sou aquela que sofre com sua ausência...

Sou aquela que sabe que você está perto, mesmo à quilômetros de distância.

Eu sou aquela que não se importa com sua beleza física ou se você tem bens materiais.

Eu sou aquela cuja alegria se estampa no rosto ao ser iluminado por teu sorriso, porque vejo teu semblante com os olhos do meu coração.

Sou aquela que confia e tem fé que algum dia, irei sentir a paz da tua presença, o acalanto da tua voz e a sua doce vibração de amor...

Esta sou eu...

Foto de NiKKo

Me desvende

Hoje eu quero uma poesia diferente de todas.
Não quero falar de dor, saudade ou ilusão.
Quero algo que exponha em simples palavras
o que eu calo e escondo em meu coração.

Sei que muitos quando me olham não podem ver,
que na verdade escondo-me atrás de uma couraça.
Que brinco, sorrio e falo a todos
que tudo em minha vida é alegria. É graça.

No entanto meu peito é um jardim sem flor.
Meus olhos sem brilho escondem todo um vazio,
e escondo-me e em versos e simples poesias.
Meu mundo de ilusão, eu mesma crio!

Se sou feliz ou não, eu não deixo transparecer.
Vou levando a vida assim de forma a não me ferir.
Levo na alma amores vividos e desfeitos,
e trago a garganta embargada, mas os lábios a sorrir.

Mas não fico lamentando o que passou,
e o futuro eu não temo ou fico a esperá-lo ansiosa.
Vou vivendo a cada dia como se fosse o ultimo,
afinal sei que minha vida é única e é preciosa.

Eu sei que ao meu redor as pessoas acreditam
que meus versos são reflexos daquilo que minha alma cala.
Porém eles são para mim uma musica suave,
que minha existência angustiada embala.

Assim eu me mostro, me crio e recomponho.
E em palavras que nada dizem, eu me deixo revelar.
E somente quem tem a alma pura e sincera,
poderá através de meus versos me desvendar.

Foto de Carmen Vervloet

Teus Lábios

Teus lábios

Teus lábios tocam os meus lábios
Roubando um beijo inocente
Mas meu coração que é sábio
Reconhece um sabor diferente!

Sabor de morangos pequenos
Orvalhados pelo sereno
Que acorda meu desejo
Em acordes de realejo!
Faz tremer o meu corpo
Deixa meu coração louco!

Minha sorte está lançada
Início de caminhada
No escuro da madrugada
Contra o tudo ou o nada
No desconhecido da paixão
Na cegueira da razão...

Entrego-me sem medo
Atiro-me qual bêbado
A este sentimento que surge
E me aturde...
Na vibração do meu corpo...
Na essência deste horto...
Eu aspiro ardentemente você!

Carmen Vervloet

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