Dor

Foto de NiKKo

És a dona de meu coração.

Eu sei que isso pode te parecer loucura
mas não posso esconder o que eu sinto por você.
Meu coração é tão romântico e insensato
não se importa ao menos se isso vai me fazer sofrer.

Eu sei que para você fica difícil de aceitar
que eu tenha por você me apaixonado.
Mas seria maior loucura a minha
se eu continuasse em silencio e ao teu lado.

Mesmo não querendo, não posso mais esconder,
o que sinto, e que desejo viver esse amor.
Embora eu saiba que para você sou apenas “amiga”
e que você se afastaria para não me causar dor.

Eu vou correr o risco. Vou me declarar
pois quero pelo menos uma vez te olhar,
e ver em seus olhos o que você me diria
se eu te falasse: estou a lhe amar.

Por favor não se preocupe em se justificar
como eu disse, eu sei que você não me ama.
Mas eu precisava dizer a você o que eu sinto
e que é você, que meu coração, de amor chama.

E quero fazer isso de uma forma tranqüila
sem medo, traumas ou pressão.
E declarando meu amor assim nestes versos
admito, não tenho medo de uma decepção.

Você nunca mentiu ou me fez falsa promessa
nunca disse te amo ou que era paixão
Mas eu preciso declarar esse meu sentimento,
e te dizer: És a dona do meu coração.

Foto de Homem Martinho

Doloroso Agosto

Doloroso Agosto

Normalmente, Agosto
Rima com descanso e calor,
Este rimou com desgosto,
Angustia, ansiedade, frio e dor,
Por ver partir um irmão
E quem nos deu o ser também,
Foi sentir um aperto no coração
Ao dizer “Adeus minha mãe”.
A morte é parte da vida
Todos temos essa noção
Mas quando perdemos um irmão
É como abrir-se uma ferida.
E se poucos dias depois
Parte nossa mãe querida,
Então já é demais, são logo dois
Que iniciam a partida.
Podemos lágrimas chorar,
Sentir a raiva a subir,
Mas a saudade irá perdurar
Até que sejamos nós a partir.
Apoiamo-nos no amor
Dos ente queridos que ficaram
Sofremos em silencio a dor
Por aqueles que nos deixaram.
Dizem-nos que continua a vida,
Sabemos que isso é verdade,
Mas ainda choramos a partida
E já sentimos saudade.

Homenagem a meu irmão Manuel e a minha mãe Maria, falecidos em Agosto de 2007, 23 e 30 respectivamente.

Francisco Ferreira D’Homem Martinho
2007/09/05.

Foto de Homem Martinho

Doloroso Agosto

Doloroso Agosto

Normalmente, Agosto
Rima com descanso e calor,
Este rimou com desgosto,
Angustia, ansiedade, frio e dor,
Por ver partir um irmão
E quem nos deu o ser também,
Foi sentir um aperto no coração
Ao dizer “Adeus minha mãe”.
A morte é parte da vida
Todos temos essa noção
Mas quando perdemos um irmão
É como abrir-se uma ferida.
E se poucos dias depois
Parte nossa mãe querida,
Então já é demais, são logo dois
Que iniciam a partida.
Podemos lágrimas chorar,
Sentir a raiva a subir,
Mas a saudade irá perdurar
Até que sejamos nós a partir.
Apoiamo-nos no amor
Dos ente queridos que ficaram
Sofremos em silencio a dor
Por aqueles que nos deixaram.
Dizem-nos que continua a vida,
Sabemos que isso é verdade,
Mas ainda choramos a partida
E já sentimos saudade.

Homenagem a meu irmão Manuel e a minha mãe Maria, falecidos em Agosto de 2007, 23 e 30 respectivamente.

Francisco Ferreira D’Homem Martinho
2007/09/05.

Foto de neiaxitah

A doce morte.

Ter desilusão
É ter tristeza no coração
É abandonar
É desprezar

É roer osso e deixar a carne
E no fim consolar-se
É olhar e não ver
É tocar e não sentir

Ser uma desilusão
É ter solidão
É ser desprezado
É ser gozado

É ser murmurado por outras bocas
Com expressões más e ocas
É estar praticamente sozinho
E não ter carinho

Um dia, tentar mudar para melhor
E se não se conseguir, consegue-se morte sem dor

A.C. *

Foto de Sonia Delsin

DESERTO

DESERTO

Parece que me falta um pedaço.
O melhor de mim.
Aquele que me ajeitava no espaço.
Parece que me quebrei de encontro aos rochedos.
Tive tantos medos.
Tive tantas noites de silêncio e dor.
Quase que morri de amor.
Me vieram candeias incendiar meus fogos calados.
Mas estes sonhos estão ultrapassados.
Parece que me falta algo e que nunca mais vou suprir esta falta.
Parece que sou um enfermo que nunca mais vai ter alta.
É isto que a vida fez de mim.
Um ser incompleto.
Vivo num deserto.

Foto de Ednaschneider

Um Poema

Um poema são as lágrimas da alma que pingam
Cada palavra é uma gotícula de amor
Sentimentos que no coração se abrigam.
Sentimentos de alegria, tristeza e às vezes dor.

Um poema é o orgasmo da leitura
É o êxtase dos sentimentos escritos
É para os apaixonados a sagrada escritura
E o desabafo no coração dos aflitos.

Um poema é o grito de liberdade
Daqueles que não conseguem se expressar;
É o meio que o tímido não encontra dificuldade
Para com suas palavras “desabafar”.

Um poema é um filho gerado
Onde cada vocábulo foi feito com muito amor.
É onde fica eternizado
As palavras de um sonhador.

Um poema é também uma oração
Pois é ali que o espírito passa a se elevar.
É onde poetas sentem de Deus o perdão
De tanto ao amor idolatrar.

2007 Joana Darc Brasil *
Direitos Reservados.

Foto de Ednaschneider

Guerreira

O fogo arde em meu peito
Arde em meu corpo e me esquenta
Esta labareda foi minha condenação
Pois não me aceitaram “desse jeito”
Minha dor foi agonia nas chamas violentas
Meu sofrimento, minha libertação!

Foram tantos os ultrajes que eu sofri
Que achei que não ia suportar
Mas estou aqui
Para falar.

O dom da palavra eu nunca perdi
Tentaram sufocar-me, tentativas em vão;
Pois estou agora mais forte, quero agir.
Não sentirei medo de qualquer combustão.

Pois arde em meu peito um calor mais forte
Arde pela intensidade e não pelo sofrimento
Calor este que não se apaga nem com a morte
Pois é o fogo de almas e de sentimentos.

Podem condenar-me. Levem-me à fogueira...
Podem até decapitar-me, tanto faz!
Cometam esta injustiça com esta guerreira
Que vos escreve e está em paz.

Defendo o mais nobre sentimento;
O amor e a liberdade de expressão...
Luto contra o preconceito
Luto contra o tormento
Contra àqueles que colocam o amor em uma prisão
E ainda acham que por Deus estão sendo aceitos.

O fogo arde em meu peito
Não tenho medo da execução e não sou covarde.
Sou guerreira, sou amor, sou afeto!
Sou coragem, sou Joana Darc, sou Liberdade!

Joana Darc Brasil *
*Direitos Reservados

Foto de Marta Peres

Ingratidão

Tudo já fiz para escapulir desta dor,
Até mesmo seu retrato tirei, guardei
joguei fora, não sei...
Dói, dói fundo na alma
a ingratidão do amor!
Marta Peres

Foto de Marta Peres

Se

Se cada dia cai, a noite entra
sinto n'alma dor profunda
só, a todo instante.

Espero, sei que não vens,
tenho certeza da solidão
esta que faz doer,
meu coração.
Marta Peres.

Foto de Cecília Santos

ENCONTREI O PARAÍSO

ENCONTREO O PARAISO
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#
#
Sou livre, livre pra sempre.
Não tenho mais meu coração partido,
Não tenho mais a dor do amor perdido.
Sou liberdade, solta como as nuvens.
Posso repousar, posso voar quando quiser.
Sou livre, me despi dos meus medos,
Me livrei dos fantasmas,
Me livrei das culpas.
Tirei a máscara da ironia,
Sou um ser melhor, maior.
Sou livre pra sorrir, e pra ser feliz.
Vou colorir meu mundo, com as cores
mais lindas e vivas que encontrar.
Vou alar meu coração, pra que busque
ele próprio a emoção.
Vou dar liberdade aos meus olhos,
pra que busquem as maravilhas.
Meus lábios libertos, dirão poesias.
Minha voz, cantará as mais lindas melodias.
Sou liberdade, sou brisa, sou carícia.
Sou um ser livre, encontrei o paraíso!

Direitos reservados*
Cecília-SP/08/2007*

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