Amor

Foto de Camillinha

Tudo para ficar com ele

Por mais que se evite ou por mais que finja não lembrar, sinto a sua presença em todos os lugares...
Ainda sim, sinto você dentro de mim, como se nós ainda “pertencêssemos” um ao outro, como se ainda existisse alguma coisa que ligasse a gente.
Cada dia que passa, sinto um aperto forte junto ao peito...E isso me da mais certeza de que estou te perdendo aos poucos...
Eu não quero mais sofrer...
Eu não quero mais chorar...
Posso até tentar...
Mas juro não consigo te esquecer!
E olha quer saber?
Quase todo dia eu penso em você.
Em casa, na escola, coloquei até uma foto sua no meu pc.
Só para te ver melhor, bem melhor, mesmo de longe...
E pensando em você, vou te desejando cada vez mais...
Olhando sua foto, reconheço que te quero bem!
Quanto, mais te espero mais sei que eu te quero.
Mas me desespero se você não vem...
Ta tudo errado amor...
Sem ter você aqui perto de mim...
Só com a saudade que parece nunca chegar ao fim.
Deixando-me aqui com as minhas lembranças, inseguranças e com o que ainda resta de mim!
E olha quer saber?
Quase todo dia eu penso em você. . .

Foto de aninha wagner

Brisa

Brisa

O amor é rápido
Passageiro...
Como o gelo
Que se dissolve ao sol
Ou uma brisa suave
Pesado como o silêncio
Antes da decisão
Como a queda de uma árvore
Como a última despedida
Como nuvens
antes do aguaceiro
mas leve como um céu
estrelado...

Ana Wagner

Foto de aninha wagner

Distante Amor

Distante Amor

Eu penso em ti
quando o sol ardente
reluz no mar
penso em ti
quando a tranqüila fonte
espelha o luar
a ti eu vejo
na longínqua estrada
na alta noite a vagar
peregrina e só
inocentes sentimentos
tua voz me fala
entre o tombar das ondas
ou quando em silêncio
lá na mata escura
contigo estou, amor
embora tão distante
já cai o dia
vem brilhando estrelas
claridade suave
saudade serena

Ana Wagner

Foto de Max Seridó

Iluminada

Quisera eu estar contigo
Viver tão desvairados delírios,
Estar além da terra, céu e mar
Deleitar-me nas delícias
Desse teu intenso e envolvente amor,
Tanto que parece querer-me
Como duas criaturas juntas numa só
E perdidas nessa paixão sem limites
Feito as nuvens no seu doce e suave vagar,
Sem destino pelo firmamento sem fim
Poder saborear-te com todo o meu desejo,
Todas as minhas forças,
Todo o meu amor, louco amor
Passar minhas mãos pelas tuas
Para serem apertadas como quem sofre
Mas não de dor, sofre de paixão,
Esse sentimento possessivo, cruel,
Maldoso, impiedoso, tirano,
E ainda assim conquistador
Paixão que se arraigou
Em minha mente, vísceras,
Dominou todo o meu ser,
Paixão desvairada,
Irresistível prazer !
Olho os teus olhos,
Vejo-os tão pesados,
Sua face como a de quem
Passa por enorme cansaço, exaustão,
Tua respiração continuamente ofegante
E tua boca parece querer falar-me e fala,
Não são palavras
Mas vozes da brisa que soa leve
Em meus ouvidos e minh’alma,
Eregindo meus pêlos,
Excitando meus nervos,
Despertando minha firmeza carnal,
Fico teso,
Então entro, me adentro,
Me aprofundo, me arrebento,
Não lamento, desalento
Que tormento
Entre ser você e estar a te imaginar
No tédio ocioso e perturbador da solidão
Ouço o vento, fico atento,
Me recordo, me contento
De nosso delicioso momento,
Ai que prazeroso sofrimento
Imaginar tua pele com a minha,
Tua boca com a minha
E tuas pernas alvoroçadas
Me abraçando, me apertando,
Querendo me engolir, devorar,
Estão famintas, sedentas
De amor pra dar
Em nosso leito, que deito, me deleito
Em teu peito e gozo
Satisfeito, contente,
Feito azul do céu resplandescente
Com a luz do sol nascente,
Assim é entre eu e você
Paixão que acende,
Amor que não pode se apagar

Foto de Lou Poulit

Heresia

Tingidos de cio gritam
nos vazios do leito santo,
profanos, silenciados versos meus,
desmaiados, ébrios de tanto voltar
desse amor incandescente,
aquarelado por anjos dos céus.

Plenos de luz, penitentes,
deserdados versos nos escuros
do meu gozo sempre iminente,
vertente, transpassando muros,
excomungados da própria crença
precisam muito se confessar...

Precisam se armar de perdão!...
Mas quem os levaria ao próprio deserto?
Quem ousaria lhes desarmar?
Quem chegaria tão perto
e aceitaria o tanger dos gestos
e recolheria seus restos?...

Quem ungiria seu corpo, antes,
seguindo pegadas quentes, depois,
legadas ao passado por indulto?
Quem lhe perdoaria a poesia
e lhe exultaria a pura heresia
de ser uma criança... e um adulto?

(Parceria Lou Poulit e Norma Martins)

Foto de Lou Poulit

Túrgida Lua

Túrgida lua que amamenta
Meu amor de homem em seus vagares;
No epicentro de calamares,
Nas calmarias me acalenta.
Nos pântanos no quais atraco,
Pobre Baco, bêbado e fraco
Pelas paredes fundas do céu
rosna, como o mármore ao cinzel.

Túrgida lua dessedenta
Essa sede isenta de apego;
Esse cego desassossego
De me verter aos solavancos,
Pelos sulcos que ao rocio apraz.
Luares liquefeitos, francos,
sobre peitos acesos de paz,
pacificam-me os versos brancos.

Túrgida lua que assim tenta
dentre estrelas minha alforria,
arrebata-me a noite e o dia
para que esse amor jamais cesse;
e então minha alma seja a messe
fulva, espalmada à tarde morna
e, à noite, à estrela que me adorna.
Ah, túrgida lua, vem... desce.

Foto de Lou Poulit

A Luz Que Me Desperta

A luz que me desperta cedo
Antes expulsa as sombras minhas
(Trazidas por tudo que antes fui).

Então flui a alma à própria tona,
No afã de achar uma janela,
Um vau por onde possa passar
Ao tempo destinado a ela,
Em que suas ânsias se calem,
Em que falem respostas claras
Suas malas sempre vazias.

A luz que me toca a espátula,
Antes lava cada mácula
E me desarma, e me veste.

Então flui a alma forte e creste,
Do ardor do próprio amor à vida,
Luzidia e de novo em brios,
Legada a amigos e inimigos;
À sorte, ao azar, ao dia!
Mouro alcazar grato ao nascente
Fulvo, louro... incandescente.

A luz que em meus olhos espelha
(Irrompe a centelha à cadeia)
Liberta o abraço mais aberto.

Então aperta o passo firme
Vazando a casca a alma tão plena,
Que engrena as órbitas dos astros,
Que umedece as lonas nos mastros;
E os bastos ventos fluem turvas
Curvas tuas, mosaico do mar...
Lembranças... Da luz do seu olhar.

Foto de Lou Poulit

Alma Límpida e Esgalga

A alma límpida e esgalga
Paira sobre meu ventre
E me ordena que eu entre,
Que um amálgama espera...
Desde outra era, espera.

Como um buraco negro
Despencado do espaço,
Todo o passado abraço;
Ao passo que o poço quer
Nem ser homem nem mulher.
Bem, como a poesia.

E que o canto de cada
Uma célula minha,
Libélula liberta
Liberte essa cativa,
Minha alma desaberta
Que só assim caminha
Caminhos de pássaro.

E abra o meu velho e ávaro
Peito de homem doído,
De rangentes comportas
E de escombros, ruído
Pela própria insensatez
De negligenciá-las:
A poesia e a nudez
De não ser só para si.

A alma límpida e esgalga
Que cavalga os luares
E olhares meus, profundos,
Nos pântanos escuros
Do amor leviano,
Desse vão amor humano
De ter para si e ser só,
Quer que de mim levite
Sóbrio, de amor ébrio
O verso, minha alforria.
Em que comigo habite.

Ah, minha poesia...
Minha criança alada,
No chão, de luz vasada
Por meu próprio desleixo...
Cada verso meu, seixo
De um absurdo castelo,
Há de aos homens erguer-te,
Pelas valas perdidas
Que lhe vasaram vidas.

Ah, minha amada esquece
E me perdoa, apenas
Para então assim fazermos
Alçar vôo dos ermos
Dos lençóis, testemunhas
Das unhas contundentes
Da minha covardia,
Dos meus versos de dentes...
Brancos, emersos fluidos
Para sempre perdidos.

Foto de ivaneti

14/03 Liberdade a POESIA...

Liberdade

Um sol de liberdade para aqueles que deixaram o capitalismo e os preconceitos... e disseram sim ao amor... mesmo quando o sofrimento pesava forte em suas costas, tiveram razões pela decisão.
Para aqueles que na hora do prazer souberam dividir a alegria na mesma proporção... trazendo na sua outra metade um belo sorriso! Tornando-a mais bela e feliz das mulheres... fazendo se sentir como se fosse única.
Para aqueles que adotaram pelo menos um coração abandonado e aprenderam a ser um fiel dono enchendo somente de luz e calor... O meu abraço.
Para aquelas almas iluminadas que são tocadas pelos lábios do amor... deixando a febre tomar conta... fazendo nascer dentro apenas a labareda humana.
O meu beijo!
A vocês meus amigos Poetas que estão sempre em viagem!
UM SOL DE LIBERDADE!
A NOSSAS INSPIRAÇÕES!

Foto de Patricia.Capelo

Nossa história!

Eu conheço nossa história na palma da mão..
Sempre que se irrita, perde a razão, e bate o arrependimento..
Sei também que exagerei, mas vou me acalmar; qualquer dia, a gente vai se separar por uma briga, coisa de momento...
Eu não quero te perder, pois te amo d+...
Você diz que sem mim, nem sabe o que faz..
Mas se não tem remédio, o amor fica doente..
Os motivos são banais, mas ninguém quer ceder..
O que será de nós, se esse amor morrer..??
Por que a gente bate se nós mesmos sentimos que já não importa saber quem errou..??
Para que maltratar desse jeito..??
O amor da gente é sempre essa história de ficar de mal..
Espero que um dia...não seja fatal..!!

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