saudade

Retrato de Rose Felliciano

A mais linda história de AMOR

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"Te agradeço...
Pelos dias maravilhosos
Que de tão saborosos
Degusto ainda o sabor...

Pelo amor que eu não conhecia
Por tuas mãos....tão minhas...
Teus abraços nas noites frias
Os telefonemas... dia a dia...

Te agradeço...
Pelos beijos demorados,
Olhares apaixonados...
Pelo passear de mãos dadas...

Pelas lembranças das datas...
Mensagens nas madrugadas...
Poesias, declarações...
Grandes Recordações ....

Te agredeço...
Pelas sensações do amor,
Os desejos realizados, incontidos
Sentidos.. vividos por nós dois...

Obrigada...
Me fez a mulher mais amada
Desejada, idolatrada...linda...
A razão da sua vida...

Te agradeço
E não deixarei de agradecer
Por ter me feito viver
A mais linda história de amor....." (Rose Felliciano)

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*Mantenha a autoria do Poema*

Retrato de Dennel

Desacreditado do amor

Quem sou eu? De onde vim, para onde vou? São questionamentos que me invadem a alma, que violentam minha serenidade, impondo incertezas da minha existência. Vejo os dias forçosamente avançarem na minha inútil existência. Há muito não percebo os raios do sol, minha pele adquiriu um tom amarelado, meus olhos têm uma cor cinzenta, sombrios.

Com os braços jogados ao longo do corpo, meus pés se arrastam; afinal, não tenho pressa de chegar. Até a morte tarda, escondendo-se de mim. Sou uma estrela solitária, de brilho apagado. Sou a pedra do caminho que a tudo assiste passivamente, e nada mais do que a pedra. Sou a mosca pousada na sopa, que repugnada, foi esquecida.

Vivo na incerteza do amanhã, na ilusão do passado e na indiferença do hoje. Disse o poeta que quem não vive por amor, morre lentamente; é isto o que acontece comigo. Meu coração, depois de tantos compassos e descompassos, fechou-se de vez para os sentimentos.

Mesmo que encontrasse a chave para abri-lo, seria muito trabalhoso varrer toda a indiferença que se alojou durante muitos anos. Afugentar as dúvidas seria outra tarefa hercúlea, visto que durante muito tempo elas foram alimentadas diariamente, tornando-se invencíveis, ousaria dizer que seria uma tarefa, impossível e infrutífera.

Um corpo amortecido não sente dores ou desejos. Um olhar apagado não vê beleza, apenas tristezas. Ouvidos insensíveis não apreciam canções, por não ouvi-las, só aceitam tormentos e ais.

Um paladar corrompido pela amargura da vida não sente o gosto do mel, apenas a amargura do fel. Um olhar sem esperança não sente os efeitos de um belo dia de sol, apenas a frialdade de noites intermináveis.

Uma voz embargada não canta canções de amores, não emite nenhum som inteligível, quando muito, expressa lamentos e injúrias...

Sinto que chegou minha hora! Sou levado por criaturas horripilantes através de um longo corredor escuro e fétido, tento entender o que conversam entre si, nada entendo além de suas risadas sinistras. Aqui e ali, noto inscrições nas paredes do corredor, que mais parece uma gruta; tento desesperadamente decifrá-las.

O cheiro de enxofre aumenta à medida em que avançamos. Percebo as garras das bestas-feras adentrarem a carne dos meus braços; estou seguro firmemente.

Chegamos ao nosso destino. É entregue a mim uma caneta, cujo corpo tem longos espinhos; um livro é aberto em minha frente, indicando-me que devo assiná-lo. Curvo-me ligeiramente em direção ao livro, de onde saem faíscas que chamuscam meus cabelos. Nova tentativa, e desta vez leio as palavras grafadas com sangue humano: “INFERNO – Lugar de quem não ama”.

Juraci Rocha da Silva - Copyright (c) 2006 All Rights Reserved

Retrato de Graciele Gessner

Olhos Verdes. (Graciele Gessner)

Olhos verdes de minha inspiração
Contemplo a sua beleza infinita,
A cada brilho irradia o meu coração.

Olhos verdes que espalha a imensa alegria,
Me refugio neste brilhantismo constante,
Na espera de uma noite de fantasia.

Olhos verdes são a minha loucura sem limite,
Quando os vejo me entusiasmo de desejo,
Vou a sua direção a cobiçar-te.

Olhos verdes que continuo a admirar
Na expectativa que você olhe para mim,
Contemple os meus olhos que ficam a observar.

Olhos verdes minha fonte de sobrevivência,
Desejo-te como a liberdade do sol brilhante,
Da pureza de uma criança sem malícia.

Olhos verdes que tanto quero,
Não me deixe aqui esperando;
Venha logo ao meu encontro...

16.11.2006

©2006-2008 By Graciele Gessner.

Retrato de Ceci_Poeta

INDAGAÇÕES DA MINH'ALMA

INDAGAÇÕES DA MINH'ALMA

Será que o ontem não existiu?
Que a tempestade que se formou,
não aconteceu?
Será que não houve adeus?
Não houve partida?
Não houve lágrimas?
Talvez houve tudo...
Talvez não houve nada...
Será que tudo foi uma densa
nuvem que cobriu o sol?
Ou será que o dia cansado
fechou os olhos e dormiu?
Talvez não houve tristezas...
Só houve cânticos de anjos,
lhe dando boas vindas...
Será que ontem eu não sonhei
um sonho ruim?
Será que hoje ao abrir os olhos,
não descubro que o ontem já passou?
Minh'alma indagadora precisa saber,
se o ontem foi real ou quimérico!
Só assim ela poderá ficar em paz!
Talvez... Quem sabe...?!?

Direitos reservados*
Cecília-SP/01/2008*

O amor é assim

O amor é fogo
Algo que as vezes doi
Mas quando nao doi
é só alegria

Triste são aquelas pessoas
Que não sabem amar
Que só querem receber
E nada de dar

O amor é algo bonito
Lindo e gostoso
Mas é muito perigoso
Tem que saber amar

Escolha hoje pra quem vc quer doar
Este sentimento tão bonito de compartilhar
E saiba que a sua vida vai mudar
E novos horizontes vc vai enxergar!

Retrato de Dirceu Marcelino

M Ã E... Que saudade!!!

*
* ( Para concurso de Dias das Mães )

*

Ah! Que saudade... Mãe...que eu sinto.
Ainda mais agora em meio às poetisas
Tão sentimentais e assim eu pressinto
O que em tuas almas as extasia...

E assim eu te revejo e te repinto
E então me lembro de como sorrias,
Ao ver que já tinha n’alma o absinto
Da poesia que um dia me embriagaria.

Mãe! Mais então me lembro que sorrias,
Ao ver passares est’arte para mim,
Com o que tu de ante-mão já sabias,

Ao transmitires esse dom para mim,
Recordaria de ti em minhas poesias
E guardaria sua lembrança sem fim.

Mãe... Meu amor eterno.

Retrato de Dennyse Psico-Poeta

Do nosso jeito

Seu jeito de olhar...
Seu jeito de pensar...
De repente eu te descubro
Depois me encontro no escuro,
Estou a te procurar...

Seu jeito de sorrir...
Seu jeito de cantar pra mim...
Antes nada tinha efeito
Ainda tenho meus defeitos,
Mas já não sei como mentir...

Meu jeito de ser...
Meu jeito de me esconder...
Sei que tenho a língua afiada
Mas quero ser a tua amada,
Eu preciso te merecer...

Meu jeito de falar...
Meu jeito de me entregar...
Nós caminhamos na mesma estrada
Eu te quero, mas não falo nada,
Você é quem vem me procurar...

Não sei o que é diferente...
Não sei como explicar...
Quando você entrou na minha vida
Eu, que já estava de partida,
Simplesmente passei a chegar...

Denise Viana

Tá em forma de poema.. Mas fiz em forma de música... Só falta alguém querer cantá-la.. rsrs...

Retrato de Dennyse Psico-Poeta

Embriagada

De madrugada
Em um quarto vazio.
Rua deserta
De uma cidade qualquer.
Embriagada por um dia cansativo
Por um sono interrompido
Uma música
Um hino
Por saudades de um menino.
Na madrugada a voz baixa
O sentimento numa caixa
Vai ficar?
vai passar?
O quê?
Só o tempo pra falar e acontecer.
As horas passam
E eu continuo aqui...
Como expressar o que acontece em mim?
Como saber se acontece com ele...
Se acontece algo dentro dele...
Ele investe
E eu insisto.
Ele fala
E eu grito.
Ele pergunta
E eu penso.
Eu respondo
E ele tá tenso.
Gosto dele assim,
Mas o quero mais perto de mim
Face a face para fazer um pedido
Quero olho no olho
Quero frases no ouvido.
Na madrugada
Embriagada
Penso em você.
Que tá distante
Que se esconde
Que pode me perder.
Na madrugada
Apaixonada
Faço uma canção.
Ouço um sino
Ouço o menino
Ele embala o meu coração...

Retrato de Sónizia

oh meu anjo!!!!

Oh meu anjo, meu sol;
Porque estás longe???;
Eu nao te vejo,
Eu nao te sinto;
Oh tantas saudades;
Oh minha loucura, meu desejo sem fim.....
Vem, vem para ao pé de min,
Vem dar-me carinho , amor......
Oh meu amor vem vemm..........

Autoria: Sonizia

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