*
*
A CARTA.
O dia hoje amanheceu claro.
O sol esta mais brilhante e quente.
Sinto teu coração presente.
Ao sentar a mesa para tomar o café,
Que surpresa! Sua carta ali estava.
Minhas mãos suadas, deslizava,ao abrir a carta.
Meu nervosismo era tamanho quando vi,
Que a carta era sua endereçada a mim,logo sorri!
Dentro ao envelope além de sua carta.
Uma foto veio junto belo conjunto.
Sua foto recente, meu presente.
Fiquei contente,
Já que esta ausente.
Lendo sua carta, meu sorriso se pós aflorar,
Sobre ela me coloquei a festejar.
Minhas lagrimas não se conteve.
Derramaram sobre a carta.
Assim você dizia, na CARTA.
Minha amada, meu maior sonho e voltar a te abraçar.
Voltar perder noites de sono ,só pra te amar.
Peço que me perdoe, achei que poderia viver sem teu amor.
Mas me enganei, mulher como você nunca me apaixonei.
Como nunca terei! Sei que errei! Que falhei!
Peço que me desculpe, e me aceite de volta em teu coração.
Precisei te perder, para corrigir minha razão,
E vi que o meu amor é maior que tudo, que me desviou
De você. Passei a entender a tristeza que passou quando
Eu deixei você. Agora sou eu, quem preciso de você,
Quero sentir teu corpo junto ao meu, e nunca mais te perder.
“posso voltar pra você”?
Guardei, a carta e me arrumei,
Nem ao menos pensei,já tinha a resposta
Sai e me deparei com você na porta.
Esperando minha aceitação,
Aceitar você de volta, em meu coração.
E acabar de uma vez com nossa solidão.
*-* Anna Flor de Lis.
PROMESSAS NUM OLHAR
Tu tinhas um olhar.
Um olhar de matar.
Havia tantas promessas nos teus olhos.
E eu adorava te observar.
Caminhavas tão imponente.
Parecias tão valente.
Se tu cumprias o que prometias?
Não cumprias.
Acredito que tu vivias de fantasias.
Das fantasias de galantear.
No fundo, no fundo... és um homem que não sabe amar.
Sempre fui apaixonado pela dualidade
Do côncavo com o convexo... Complexo!
Gosto de desvendar os mistérios do sexo
De mergulhar no improvável...
De perscrutar o imponderável
Do diálogo da ausência...
No duelo com a presença
Fui e sou assim desde a nascença
Um homem público por mera opção...
Pouco desfrute do privado... A outra mão
Muito cedo... fui largado na imensidão
E agora vem o medo fustigar as ações
Recolher-me-ei na emoção da reflexão
Em simbiose com meu próprio coração
A eloqüência do silêncio como oração
Pulsa dentro do meu peito a confusão
Mas eu sou valente e não me entrego
Porque sei que é possível o aconchego...
Embora o ruído... Persista no castigo
Sinto os acordes da suave melodia
Querendo me orientar todos os dias
Garimpando versos meio transversos...
Que trafega à minha alma em impulsos
Para encontrar o rumo daquele beijo...
Reservado e cativado pelas esperas
Tanto minha quanto dela e as quimeras
Onde os lábios se abrem e se contraem
No renascer da ‘presença’ e ‘ausência’
Onde o amor fará a derradeira morada
Culminando a paz com a sua chegada
Encerrando assim... uma longa jornada
Hildebrando Menezes
Navegando Amor
Publicado no Recanto das Letras em 27/06/2008
Código do texto: T1053689
http://recantodasletras.uol.com.br/poesias/1053689
Meu desafio... Minha sina... O que espero?!
É que me queiras... De qualquer maneira...
Não ligues para quem fofoca... É besteira!
No fundo o que sentem é inveja... Rasteira
Ciúmes... Queixumes... Coisa de lambanceira
Juntos nossa vida será mesmo é faceira!
Separados?! Amargaremos uma lixeira
Surgimos do nada... Acendeu-se a lareira
O que importa é escorrer a nossa chama
Sim! Essa mesma... Que nos incendeia
Pelas calhas... Pela pele e pelas veias
Se há ‘culpados’? É o destino e suas centelhas
Deixa que o medo vá cuidar da vida alheia
Já estamos mesmo reunidos pela essência...
Somos corações entrelaçados pela carência
Pensar diferente é ser refém da demência
Os nossos caminhos já se cruzaram na sapiência
Agora é só carimbar e fazer valer a experiência
Para que o exemplo do amor seja pura ciência
Atravessando as tempestades e encruzilhadas
Para que nosso universo se complete no beijo
Pelo qual tanto você quer... Quanto eu almejo!
Assim eu me conformo e contorno... Prevejo!
Eu e você... Enfim... Querendo-nos... Unidos!
E só! Doa a quem doer... Quer saber? Papudos...
Fodam-se! Somos dois rebeldes apaixonados!
Cuidem de suas próprias vidas... Tão sofridas...
Sobre a nossa? Ainda vai ser contada e entoada
Sabe qual é a guerra verdadeira?! O preconceito!
Que venceremos pelo ardor e o querer de nós dois!
Hildebrando Menezes
Uma certa vez li numa página da internet.
*Faça sua ausência para que alguém sinta sua falta!
Mas não a prolongue por muito tempo.
Para que esse alguém, não descubra que pode
Viver sem você.*......
Não é de minha autoria...
Não sei quem é o autor, mas dou nota 10 para ele.
Muito bem pensado, e colocado .
Flor-de-Lis *-*
Amanhã pode ser tarde. Ontem? Isso faz tempo! Amanhã? Não nos cabe saber.
Amanhã pode ser muito tarde, para você dizer que ama, para você dizer que perdoa, para você dizer que desculpa, para você dizer que quer tentar de novo.
O seu amor, amanhã, pode já ser inútil; o seu perdão, amanhã, pode já não ser preciso; a sua volta, amanhã, pode já não ser esperada; a sua carta, amanhã, pode já não ser lida; o seu carinho, amanhã, pode já não ser mais necessário; o seu abraço, amanhã, pode já não encontrar outros braços. Porque amanhã pode ser muito... muito tarde!
Não deixe para amanhã para dizer: Eu amo você! Estou com saudades de você! Esta flor é para você! Você está tão bem! Não deixe para amanhã: o seu sorriso, o seu abraço, o seu carinho.
Não deixe para amanhã para perguntar: Por que você está triste? O que há com você? Ei! Venha cá, vamos conversar! Cadê o seu sorriso? Ainda tenho chance? Já percebeu que eu existo? Por que não começamos de novo? Estou com você. Sabe que pode contar comigo?
Lembre-se: amanhã pode ser tarde, muito tarde! Procure. Vá atrás! Insista! Tente mais uma vez! Só hoje é definitivo! Amanhã, pode ser tarde...
Autor: ana beatriz formignani
Uma rosa abandonada na praia
À espera de seu amor que partiu
Compadecida de sua sorte
As águas vinham refrescar-lhe as pétalas
Ao sentir o frescor das águas
Ela lembrava-se das últimas palavras
No momento do embarque:
“Hei de voltar, te amo!”
Porém, iam passando os dias
E a rosa na praia passeava
Com os olhos voltados para o horizonte
Perscrutando as águas do mar
Desalentada, murmurava uma canção saudosa
“Foi, pra nunca mais voltar”
Mas, a rosa não perdia as esperanças
Todos os dias voltava à praia
E indagava às gaivotas do seu amor
Que pipilando respondiam:
“Vimos, mas não sabemos se volta
Partiu pro alto mar
Levou a alegria consigo
E a saudade deixou cá”
E assim, passavam-se os dias
E a rosa murchava, fenecia
A saudade a consumia
Mas mantinha a certeza
Do regresso do seu amor
As ondas, suas companheiras
Vinham beijar-lhe os pés
Mitigando-lhe a dor
Lançava objetos na areia
Para alegrar a pobre rosa
Outras vezes, brincavam de desmanchar castelos
O que a rosa fazia maquinalmente
Pensando: “Desfez-se meu castelo de sonhos
Nunca mais hei de encontrá-lo”
Numa destas manhãs límpidas e claras
As ondas jubilosas
Beijavam os pés da rosa
Que cantarolava sua canção de saudades
Eis que surge ao longe
Um barco que volta
Um grito potente é ouvido:
“Voltei, voltei porque te amo!”
A rosa é levada pelas águas até o barco
Para encontrar seu amor
O cravo, que marcara seu coração
Suas fiéis companheiras
Desenham na areia da praia:
“O amor sempre vence!”
Juraci Rocha da Silva - Copyright (c) 2006 All Rights Reserved
Assim como a brisa, assim como o vento,
O céu, a terra e o firmamento,
É forte esse amor que ainda bate aqui dentro,
Saudade existe no meu pensamento,
Nunca senti tanta dor quanto eu sinto aqui dentro,
Entrego a minha pra ti nesse momento,
Espero que caias em arrependimento,
Que diga que volta e acaba com esse sofrimento!
Eu jamais esqueço, mas odeio que quer me lembrar...
coisa que a vida me fez ter em comum com a parodia de ser um alguem simples é ter que suportar a agonia de jamais saber o motivo do que tento intensivamente esquecer...
Nunca pensei que as coisas uma dia pode-se chegar a ser um paradigma que eu mesmo criei e eu mesmo enrolei, teci e agora não imagino um motivo para ainda estar aqui olhando pra o céu de estrelas claras e onividentes que prevêem não meu futuro mas o passado que o tempo não nega e as opções que jamais fiz...
Saber que o tempo é amigo do meu pior inimigo e dono do relógio que rege minhas forças me faz pensar se eu controlo o que faço ou se faço o que penso ser correto sendo controlado, será tudo isso uma maquina que é movida pelo ,meu imenso desejo de acreditar que sou eu que manejo o chicote e não o burro que puxa a carroça...
Penso que penso e acho que o rumo da estrada sou eu que trilho mais a duvida que me rege é se o controle é meu ou se sou eu o controlado.
QUERO
Quero...
Uma nova esperança
Quero...
A alma de criança
Quero...
Um novo amanhecer
Quero...
Renascer!
Quero...
Voltar a sorrir
Quero...
Um novo porvir
Quero...
Iluminar... Sonhar
Por mim me apaixonar
Quero...
Desabrochar e me achar...
Reencontrar!
Quero...
Um novo caminho
Sem desalinho
Quero...
Prosseguir
Sem retroceder
Sem ceder...
Quero...
Encantar-me
Fascinar-me
Cantar... Dançar
Quero...
Avançar...
E novamente
Minha felicidade buscar...
Carmen Cecília
11/05/08
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