DESPEDIDA...

Retrato de mfn

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Olá,
este vídeo que apresento e que, contou com a exemplar colaboração do meu querido filho Rui Pedro, transcreve um sentimento vivido penosamente forte, sensivelmente há um ano atrás.
Como se trata de uma passagem extremamente verídica, julguei uma vez mais que deveria eternizar o acontecimento pelo facto de sentir na pele e na alma, a perda física ainda hoje, então, este vídeo, ficará como que uma homenagem ao meu querido amigo que conheci.
Não foi fácil realizar o vídeo, pois, há nele uma “parte” tremendamente forte que começou no início (passo a redundância) e vai até ao fim. Essa “parte”, exigiu muito de mim. Tive que recomeçar por onze (11) vezes e, ao fim de quarenta cinco minutos é que o terminamos. Todo o vídeo estava quase pronto. Foi muito rápido e fácil de o elaborar, mas, quando tive de interagir directamente nele (real Play), a emoção, os sentimentos, a saudade, a alegria e tristeza daquela “Despedida”, travavam-me no inicio a meio e duas vezes quase no final…até que, após algum tempo de concentração, relaxamento e meditação, lá conseguimos concluir, melhor, lá consegui finalizar a minha ação de interprete directo no vídeo.
Mais palavras pra quê?
Aquela “Despedida”, continua tão atual que, não ouso retificar uma única virgula, não mudou nada a não ser se preencher de maturidade pelo tempo e momentos de vida decorridos.
Como o vídeo apresenta, nunca nos despedimos de quem não gostamos ou não desejamos, e em conformidade com esse pensamento, faço-o aqui e agora, porque gosto deste espaço e do que ele vive…de inúmeros poemas e reflexões que aqui conheci.
Como tudo na vida, existe um tempo próprio, entendo que, o meu por este recanto, chegou a hora, o tempo e o momento da minha despedida.
Não saio triste nem alegre, simplesmente, mais rico e preenchido com o tanto que aqui recolhi e aprendi.
Quando aqui cheguei, tinha um enorme objetivo; a saber; continuar a dar liberdade a esta minha infinita vontade de conhecer, descobrir e fundamentalmente em especial, viver a vida tal e qual como a desejo e ambiciono.
Sei que fiz muito pouco por aqui, também, nunca me caracterizei como sendo capaz de fazer algo mais do que aquilo que vos ofereci, humildemente…o tempo é tempo pouco, assim sendo, devo seguir os caminhos do bom guerreiro… conhecer novas terras, novas gentes e preparar-me para travar os bons combates que a minha Lua todas as noites me anuncia.
Pensei ter tido a oportunidade de trazer para este espaço outros escritos, poemas, reflexões e experiências, enfim, mas é tão bom saber no momento, por ora e na hora que, não tenho todo esse tempo… é sinal que, não existe tempo nem momento morto na minha vida. Todo ele é vivido ao segundo. Porém, hão momentos e tempos vazios certamente, mas, essas ilações, serei eu, e somente eu, a julgar, definir e a me reorganizar.
A todos deixo uma palavra de simpatia e reconhecimento, pelo muito que me fizeram sentir… sendo eu e como já escrevi um dia ”Sou ninguém…” e me assumo nada perante o muito que ainda tenho a conhecer e descobrir.
Desejo a vós meus amigos, a continuação de uma vontade grande de viver e intercambiar com os demais, conhecimentos e culturas próprias.
Sejam todos muito felizes e realizadores (a) não de grandes projetos, mas, de obras grandes.
Uma pequena nota só porque falei em “obras, eheheh”.
Em Junho próximo, completo a terceira e ultima tarefa que supostamente torna o homem realizado (obviamente que não subscrevo este raciocínio, apenas brinco com ele) … 1ª Tarefa: já fiz um filho (dois meninos lindos). 2ª Tarefa: já plantei uma árvore (felizmente foram já varias, algumas não sobreviveram, ehehehe) e, 3ª e ultima tarefa, em Junho deste ano, como me referi, publicarei o meu primeiro livro… “Olho simplesmente…” que farei reverter os valores da venda como donativo a uma ou mais instituições de solidariedade social. Depois sim, já poderei morrer à vontade que morrerei homem realizado (eheheh).
Estou a terminar, mas não antes de vos solicitar perdão pelo muito tempo que não tive para dedicar a vós e a este espaço de encontro. Pedir desculpas ainda, pelos maus entendidos por ventura por mim ocasionados, contudo, esses existirão sempre, aqui e por onde quer que eu caminhe nesta bela terra e vida do mundo global.
Agora sim, termino com uma palavra de muito Obrigado a todos, pela forma como me acolheram neste pedacinho de todos nós. Não irei educadamente responder a eventuais comentários que possam existir, não por desrespeito, mas, porque se eles acontecerem, desejo que as últimas palavras ou últimos silêncios à minha saída, sejam vossas.
Fiquem com todos os pontos que obtive nesta minha passagem pelo poemas e, julguem sempre que vos pontuei todos os dias e em todas as vossas criações poéticas...
Cumprimentos,
mfn


Comentários

Retrato de Salome

Salome/MFN

Querido poeta,

Fiquei muito comovida com esse seu video que por muito tempo depois, me deixou perdida num lugar de reflexão e de sentimentos sem medida e profundos . A musica, os versos e a voz, que nos leva no eixo da importância do ser que somos e da simplicidade que nos rodeia mas por vezes da qual tambem nos esquecemos...

Sua despedida vai ser sentida por este site não somente por os seus escritos mas tambem por o conteúdo do Poeta que você é... muitas vezes li seus vários escritos sem comentar. Não comentei, não por não ter tempo (que até por vezes acontece...) mas porque seus poemas e palavras sempre me deixaram pensando e visualizando o tanto que você conseguia pintar e ecoar nelas... nos deixando sem fala e afogados num mar de emoções...

Seus ultimos videos especialmente, foram especiais nos muitos momentos que a vida nos traz... "Choro por ti", uma homenagem tão bela e emocionante, que dá a demostrar a sua sensibilidade; "O sonho me encanta", "Parte de mim" que foi algo tão belo; "Lua triste", "Aniversário Rui Pedro" e o resto...

MFN, lhe desejo muita sorte, sucesso e com certeza muita felicidade e que continue exprimindo essa genuina alma que você possuí necessária para este mundo tão plástico. Essa mesma alma que espelha um conteúdo sem pár de uma simplicidade sublime mas repleta de sabedoria e elocância que por muitas vezes é jogada fora por não ser percebida e entendida, mas da qual este mundo tanto precisa.

Um beijo carinho e tudo do melhor para você querido Poeta, se cuide.
Salomé

(Por favor me passe um email quando seu livro estiver disponivel)

Retrato de Graciele Gessner

*Graci p/ mfn

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(meu silêncio...)
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Beijos graciosos... Fique com Deus!
Desejo Sucesso!!!

Graciele Gessner.

p.s. http://www.poemas-de-amor.net/blogues/graciele_gessner

Retrato de Fernanda_Queiroz

Despedida Mfn

Agora mesmo estava dizendo a meu amigo Musta, sobre janelas que se abrem em encontros e mão que se erguem em despedida.
Há algum tempo, começei escrever aqui uma Mini - Série, de nome Além do Horizonte, hoje tive que a retirar, da planta nasceu flores e galhos, que poderão ser abrigo a milhares de pessoas em tua edição.
Então só me resta pensar que a vida é composta de momentos, acontecimentos e encontros, que se faz inesquecíveis em tua rotina e que só nos resta agradecer a Deus por todas oportunidades de amizades que se fez presente, sem se importar com a forma em que a tivemos, em letras, em sons ou em versos.
Na minha terra, despedida não é reencontar, é dizer adeus, mesmo correndo o risco de chorar, mas quem pode dizer que estamos certos?
Melhor é acreditar, que podemos nos reencontrar.
Meu carinho especial a voçê, a tua linda família. a este teu jeito especial em ser pai, em ser amigo, em ser poeta.
Se não for pedir muito, gostaria de divulgar aqui o lançamento de teu livro.
Meu e-mail será permanente, assim como tua passagem grifagas em nossas páginas.

Já com saudades, um grande abraço

Fernanda Queiroz

Comentário/Carta aberta

MFN, espero que esteja tudo bem consigo!
Inicio este comentário (carta aberta) alertando que vou ser longo e directo, tal como o senhor costumava ser!
Devo informar que sempre fui unicamente visitante assíduo do site poemas de amor à muito muito tempo, sem nunca me ter inscrito. Fi-lo agora para poder intervir aqui nesta sua despedida. Acredito pessoalmente que os seus dados pessoais são verdadeiros e assim sendo, digo-lhe que tenho uns anitos a mais do que os seus. Sou já um reformado profissional e um activo na vida.
Como já falei, leio o poemas à muito tempo e reconheço aqui muitos bons valores da escrita, mas quando o descobri a si deu para notar de repente que se tratava de alguém muito especial e diferente. Foi ai que fui ver a sua ficha de identidade aqui no poemas e reparei muito atento no seu perfil e entendi perfeitamente a sua sinceridade e postura de vida. A sua frase de apresentação é duma sensibilidade incrível e os seus escritores preferidos são daqueles que interrogam profundamente o ser humano. Confesso que Augusto Cury não conhecia e fui descobri-lo porque entendi que sendo um dos seus preferidos só poderia ser interessante e não me enganei.
Deixe-me olhar para você com olhos de um velho homem apaixonado pela vida como o senhor provou ser, e de um jovem de espírito mas sem já a força física de outros tempos.
Você não é fácil de ler. Não sei se devo falar assim, quero dizer você obriga a reflectir demasiado cada palavra, cada frase, cada linha e cada pensamento. Você é diferente sabe? Sabe que o leio hoje e amanhã ao reler de novo uma reflexão sua ou poema, leio já de forma um pouco distinta? E não sou eu que mudo ou o meu estado de espírito, emocional ou psíquico, são os seus escritos que lendo-os com mais atenção eles me levam para outros pensamentos e descobertas de caminhos. São autênticas missivas de conhecimentos interpelantes.
Que me desculpem os moderadores do poemas de amor, mas é uma grande perda a sua saída sem querer menosprezar o valor dos outros. Você interpelava com os seus pensamentos, eles eram atrevidos, duros e directos. Demonstram uma sustentação de experiência não calculada à sua idade (a ser verdade a informação do seu perfil e que acredito que seja).
MFN o tempo como você diz foi pouco mas o que me transmitiu foi muito. Você tem poemas e reflexões pesadíssimos de saber. Creio que não serão capazes todos de os entender à primeira assim como eu. Assumo que não os apanho logo à primeira vez que os leio e nem tenho a certeza de chego onde você quer que eu chegue. São muito enigmáticos, pragmáticos e de uma objectividade inconfundível como confundível.
Tem uma reflexão (poema) seu que quando comecei a ler ia ficando com uma ideia mas fui-me habituando a que a qualquer altura e rapidamente você me iria confundir, porque o seguimento da reflexão parecia tão fácil de entender que desconfiei e na verdade estava certo, eu lia o evidente mas o que o senhor queria dizer não era o que eu lia assim tão evidente, era mais do que isso. Aprendi que não podia le-lo tão rápido, cada palavra tem o seu peso e encaixe e quando me apercebia que o julgava estar a entender logo pensava devo estar a perceber errado. Relia e concluía que era verdade, estava a falhar. Lendo rápido o senhor, fico com uma ideia depois ela é outra quando o tenho com mais atenção e serenidade.
Você escreve sempre em várias direcções, chegou até a fazer chamadas de atenção aqui ao site do poemas, fez também reparos a sua forma de ser, deu indirectas a alguns comportamentos e tudo se manteve. Acho que as suas observações passaram despercebidas a muitos, e que até muitos não o liam porque o que escrevia era sério de mais para o que muita gente está habituada a ler. E os que entenderam as vezes que se insurgiu contra entre aspas algo, preferiram manter-se calados, pois são muito mais aqueles que gostam do facilitismo e do deixa andar do que aqueles que preferem colocar o dedo na ferida para a tratar como deve ser. Reparei que fazia poucos comentários, e argumentava falta de tempo, acredito sinceramente que sim, e reparei também que só alguns o comentavam e não seria por falta de tempo, porque comentavam outros. Mas você escreveu também sobre isso de outra forma inteligente. Li um poema que falava de um polvo duro, e percebi onde quis chegar. Você falou tanto e tanta coisa em tão pouco tempo neste site e para este site directamente. Acho que sei quem você gostava de ler, e eram muito poucos e diferentes.
A sua despedida em vídeo, com um tema tão lindo e ao mesmo tempo tão triste, faz perceber que você sai descontente deste espaço. Talvez sentindo-se um incompreendido pela maioria. A ideia de colocar a sua voz no vídeo para que pudéssemos conhecer uma voz real, triste e melancólica, não foi só para a despedida do seu amigo, foi talvez para que pudéssemos perceber e entender a tristeza com que abandonava o site. Deixou em voz viva aqui e para sempre um rosto e as suas pegadas de passagem.
A sua passagem por este site, marcou mesmo. Repare que neste ultimo escrito seu, houve um comentário de um participante que nunca o tinha feito antes, acho que percebi perfeitamente a sua intenção e acho também que foi um comentário tão falso e tão verdadeiro de infelicidade. O comentário só lhe ocorreu na hora de saída e talvez por se sentir mais à vontade com o facto de ter comunicado de que não iria responder, e também, pela sua saída o deixar com menos sombra e mais visibilidade para quem gosta dela. A atitude do comentário é de facto uma das evidências negativas com que você algumas vezes se insurgiu aqui no poemas. Você no último vídeo diz que o seu amigo era “único”. Deixe-me que lhe diga, aqui no poemas tem bons escritos, mas os seus são tão únicos. Você é um dos únicos.
A sua entrada aqui no poemas criou alguns embaraços e amuos, você cortava a relva muito baixa e em todas as direcções e isso perturbava os mimaditos da casa, aqueles que gostam da popularidade, das palmadinhas nas costas, dos beijinhos, dos pontinhos e das vitórias sem suor e sem justiça. Podia continuar a escrever mais até porque sendo a primeira vez e só porque não me podia esquivar de deixar este escrito de justiça, tristeza e apreço à sua passagem por cá. Mas vou terminar desejando-lhe a maior sorte do mundo e sei que você vai consegui-la. Você deixou perceber que conhece os seus caminhos e como muitas vezes escreveu os seus momentos e tempos.
Aqui no poemas, vou resignarmos novamente à minha postura de visitante até que apareça algo a tocar-me profundamente como o MFN o fez. Mas confesso que leio muito aqui e gosto de ler outros escritos para além dos do MFN, mas os seus eram de longe os meus favoritos.
Despedidas com respeito.
Amadeu Vargas

Retrato de YapRose

Caro Amadeo Santos

Em primeiro lugar, peço-lhe que não me leve a mal, não o tratar por senhor, sinta contudo que o considero como tal.
Sei, pelo que pude constatar do seu comentário, que já teve acesso pelo menos, a comentários meus, pelo que já me reconhece pela informalidade de abordagem e tratamento, o que não será falta de consideração pelo interlocutor, mas tão somente uma forma leve de ser.
Este seu comentário, para mim mais que bem vindo, e para o mfn mais que merecido, é um grito que sai de sua alma, fazendo eco de outros tantos, tal como o meu, que se manifestam de forma mais silenciosa, mas creia que sentida.
Por pouco tempo, tive o prazer de compartilhar este espaço com o mfn, mas com ele, vivenciei muitos dos mais intensos momentos de reflexão e partilha de pontos de vista.
Tal como o declara, também sentia sempre a dualidade das suas declarações, o duplo sentido, pressentido nas suas exposições, e era exactamente por isso, que adorava aceder ao seu espaço, e brincar com ele, em trocadilhos e até na eterna questão dos pontos, aos quais creia que não ligo de todo, sinto-os somente como uma forma de marcar presença nos escritos que aprecio, aliás se de mim dependesse, não existiriam pontuações, mas sim, o registo do número de vezes que cada escrito é acedido, isso o considero mais justo.
A sua saudade deste homem maravilhoso, é a minha, um espaço que sei muito díficil de voltar a ser preenchido, o quanto lamento que assim seja.
Desconheço as polémicas que menciona, pelo pouco tempo que possuo de presença. Mas acredito, que o que tenha ocorrido, pela postura do mfn, só pode ter ficado resolvido, pois é na troca de divergentes posições, que ocorrem as necessárias evoluções, e este homem é mestre na arte de agitar mentes inquietas, e despertar as mais adormecidas.
Não me vou tornar mais extensa em conteudo, a si, o meu respeito profundo, pela sua admiração a quem tanto admiro.
A ti, mfn, bem que tentei ser curta na despedida... e hoje, emocionada, creio que tudo o que possa ter-te dito, ou ter querido, e deixado por dizer... se resume a:
Obrigado por seres quem És! Foste importante! Para mim, serás Inesquecível!
Claro que, estas declarações, nas tuas mãos, dariam matéria para deliciosas contorvérsias, pelo que muito me custa, saber que serão mudas na resposta, mas sei, que em ti... darão matéria para dissertações.
Amadeo... Um abraço amigo, e venha até este site, sempre que tenhamos capacidade de justificar a sua vinda.
mfn... Até ao lançamento do teu livro, que ao entrar pela porta da minha casa, será a eterna prova física, que nunca me permitirá duvidar, dos dias em que estiveste nos meus dias. O meu beijo de sempre.

Yap...

Retrato de Mentiroso Compulsivo

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Jorge Oliveira

Retrato de YapRose

Despedida...

Sem mais palavras, que as que dão voz á minha emoção, dsesejo-te uma vida de momentos felizes.
Agradeço cada ponto de vista partilhado. Não mencionarei as saudades, prefiro destacar o quanto apreciei o que conheci da tua passagem por aqui...
Quanto ao livro, claro que o comprarei... é uma obra tua, com uma finalidade nobre, e está tudo dito!
Um beijo.
Yap...

Retrato de Sandra Ferreira

P/mfn

Em frente ao PC por vários minutos sem saber o que lhe dizer, deixou me sem palavras diante de tanta simplicidade e sensibilidade, nada mais acrescento a não ser desejar lhe felicidades. Beijos.