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Guardo na memória cenas de uma infância
Lembranças de um tempo de satisfação,
Que a inocência envolvia aquele sorriso,
Da criança na rua jogando pião.
O tempo passou, mas deixou suas marcas,
Feridas escritas na pela macia,
Conseqüência de um tombo naquele campinho,
Enquanto atrás da bola corria.
A vida escreveu seu próprio livro,
Com páginas marcadas de ilusão,
De um ser que ainda não sabia,
Que seu fim era a solidão.
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Numa madrugada de primavera,
Recordei de meu passado,
Daquele olhar cativante,
De uma lágrima como fel,
Que se fez tão distante,
Mas que estava tão presente,
Que descia fria, ás vezes quente,
E como chuva veio do céu,
Para acender uma paixão ardente.
Num momento de distração,
Passou fria sobre mim,
E no anseio de um beijo seu,
Nem percebi a triste lágrima,
em pranto, dizendo adeus.
no copy
Mauricélio G S
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Tua Beleza se revela,
No alvo de teu olhar,
Numa inocência angelical,
Tão pura quanto o mar.
Compara-se a uma rosa,
Não há como explicar,
Exala aromas tão suaves,
Comparados aos do mar.
Me faz sorrir alegremente,
Com teu geito de falar,
Tão perfeita você é,
Mais perfeita que o mar.
*NO COPY* [Mauricélio G S ]
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Sou O que sempre sonhei ser,
Nem pássarO, nem lua,
sOu apenas uma criança,
cOm sua simplicidade,
sOu pOeta,sOu idOsO,
escrevO cOm sabedOria,
NãO sOu sOnhO,
sOu verdade,
Eu não mintO nem inventO,
Não desenho e nem pintO,
sOu artista sOnhadOr,
EscritOr de sentimentOs.
*NO COPY [Mauricélio G S]
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