Maria Flor se observa no espelho
era como uma tarde de domingo
o tempo lhe escorria pelas faces
tanta coisa passou
muito de tudo mudou
voando num sonho de nostalgia
ecoava em si um porquê...
ecoava em si um porquê...
Ingrato espêlho, enrugado...
Que mostra a maldade do tempo, que passa
Mas, mostra também o brilho dos olhos
Emoldurados pelo tempo, vivazes
Não mais refletem a fria superfície espelhada
Passeiam n'outro foco, na vida
'Inda brilham de tanto sonhar
Aprende que a vida tem fases
E cada uma seu particular perfume
Sabores de experiência, rumos novos, ruas
Sinais de pare, de siga, de cuidados com outrens
Que levam a lugares tranquilos
Passeiam, se deleitam, descansam
Nos fugazes verdes da frondosa esperança
De nossas vidas!
* Com interação de meu amigo Luís (Obrigada!)
12.07.2008
Comentários recentes
1 hora 16 minutos atrás
1 hora 20 minutos atrás
1 hora 33 minutos atrás
3 horas 28 minutos atrás
3 horas 32 minutos atrás
4 horas 45 minutos atrás
4 horas 50 minutos atrás
4 horas 50 minutos atrás
9 horas 28 minutos atrás
9 horas 28 minutos atrás